O rugido dos mísseis no céu de Tel Aviv na noite desta segunda-feira (2) não foi apenas um evento militar; foi a certidão de óbito de uma paz fictícia.
O Hezbollah assumiu a autoria dos ataques, rompendo um hiato de quase dois anos e lançando um desafio direto à arrogância bélica de Benjamin Netanyahu.
Para o trabalhador que nos lê, o cenário é de horror: enquanto as Big Techs lucram com algoritmos de guerra e os impérios ocidentais testam novos brinquedos de morte sobre solo libanês, civis de ambos os lados são empurrados para o abismo.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) reagiram com a truculência habitual, prometendo “trazer a ruína ao Líbano”.





