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A operação policial que resultou na localização de Wellington da Silva Braga, o Ecko, usado acusado de chefiar a maior milícia do estado, contou com apoio da 1ª Vara Criminal  Especializada em Combate ao Crime Organizado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Durante os últimos cinco meses, o juízo da Vara, em trabalho conjunto com a Polícia Civil, autorizou a interceptação telefônica de vários alvos, entre eles Ecko, do processo que corre em sigilo na Vara sobre a atuação da milícia na Zona Oeste da Cidade, para monitoramento do bando.  

Foi através dessas interceptações, inclusive da mulher do miliciano, que Ecko foi localizado nesta manhã, na casa de parentes em Paciência, na comunidade das Três Pontes. Ele foi baleado na operação e acabou morrendo.  

De acordo com a polícia, o bando de Ecko, conhecido como Bonde do Ecko, domina boa parte da Zona Oeste da capital fluminense, além de outros redutos no estado,  e explora diferentes atividades ilegais sempre utilizando de violência em suas ações. O bando se originou a partir da prisão dos líderes da então chamada  Liga da Justiça.  

Além da acusação de liderar o grupo paramilitar, Ecko seria responsável, segundo a polícia, pela aproximação dos milicianos e traficantes de diferentes facções criminosas que atuam no Rio. O Disque Denúncia oferecia uma recompensa de R$ 10 mil por informações que levassem ao miliciano

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