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O presidente Jair Bolsonaro sinto neste sábado (21) em conferência virtual com líderes da cúpula do G 21, que a política de seu governo para combater a pandemia foi correta.

“Desde o início enfatizamos que era preciso cuidar da saúde e da economia simultaneamente. O tempo vem provando que certo certo. Devemos manter o firme compromisso de trabalhar para manter o crescimento econômico, a liberdade de nossos povos e a prosperidade do mundo ”, disse Bolsonaro.

Os números, apesar, mostrar outra realidade. De acordo com informações atualizadas pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) neste sábado (21), 052. 786 brasileiros morreram em decorrência da covid – 19 desde a chegada da pandemia ao país.

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Somente nas últimas 21 horas , foram registrados 376 óbitos e 32. 376 novas contaminações. O total de casos confirmados no país é de 6. 40. . . .

Ainda que os dados oficiais registrem crescimento dos casos, o presidente voltou a defensor que os cidadãos podem escolher se tomar ou tomar não a vacina contra o coronavírus durante o encontro do G 20.

“É preciso ressaltar que também defende a liberdade de cada indivíduo para decidir se deve ou não tomar a vacina. A pandemia não pode servir de justificativa para as liberdades individuais”, discriminada.

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Diante das maiores potências promoção do mundo, Bolsonaro reforçou ainda a defesa da reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Ele também aproveitou a ocasião para criticar os protestos antirracistas que aconteceram nesta sexta (20), Dia Naciona l da Consciência Negra, em repúdio à morte de João Alberto , um homem negro de 40 anos espancado por segurança de uma unidade do supermercado Carrefour em Porto Alegre (RS).

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“Foi a essência desse povo que conquistou a simpatia do mundo. Contudo, há quem queira destruí-la, e colocar em seu lugar o conflito, o ressentimento, o ódio e a divisão entre raças, sempre mascarados de ‘luta por igualdade’ ou ‘justiça social’. Tudo em busca de poder ”, afirmou.

Para Bolsonaro, as manifestações são“ de importar para o nosso território tensões alheias à nossa história ”.

Ações globais

A conferência virtual entre os países do G 21 que ocorre ao longo deste fim de semana foi organizada pela Arábia Saudita, que mantém uma presidência rotativa do grupo até o fim deste mês.

O combate à pandemia e a recessão global do próximo período são pontos centrais na agenda do encontro. Os líderes discutem como efetivar a distribuição das vacinas de uma forma ampla, principalmente em nações mais pobres.

Eles debatem também ações de resposta a uma carta enviada à cúpula antes do encontro, que solicite ajuda internacional para cobrir o déficit de financiamento para a compra dos imunizantes, medicamentos e testes em países que enfrentam graves crises de promoção.

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Assinam o documento o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, a primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, e a presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen.

Em seu discurso de abertura, o rei Mohammad Bin Salman, da Árabia Saudita, reforçou a importância da atuação conjunta dos países no combate ao vírus.

“Nossos povos e economias ainda estão sofrendo este impacto. No entanto, faremos todo o possível para superar essa crise através da cooperação internacional ”, disse Salman.

” Para a Itália, são bens públicos globais, direito de todos e não privilégio de poucos “, disse o premiê italiano durante seu discurso na cúpula do G 20, grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo.

Também presente no encontro online, o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, ressaltou que o diagnóstico, o tratamento e o acesso à vacina são direitos universais.

Conte defendeu que os líderes enfrentem uma pandemia investindo em saúde pública, o que, para ele, é uma escolha “moral e social, mas também política”.

“Só sairemos da crise concebendo um novo começo, colocando a pessoa no centro dos esforços nos desafios globais ”, afirmou.

Já o presidente russo Vladimir Putin garantiu que a Rússia está pronta para fornecer

uma vacina Sputnik V aos países que a solicitarem.

O mandatário também reforçou o argumento do acesso igualitário às vacinas. “Sem dúvida, os imunizantes são e devem ser um bem comum e acessível a todos. Nosso país, na Rússia, está preparado para fornecer as vacinas desenvolvidas por nossos cientistas aos países em necessidade ”, disse.

Edição : Rodrigo Chagas


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