São Paulo – A implementação de áreas VIP em cultos evangélicos gerou polêmica entre fiéis e lideranças religiosas. Igrejas como a Lagoinha de Alphaville e a Boas Novas Church, em Belo Horizonte, passaram a oferecer espaços reservados com buffet, camarins e até serviços de massagem. A proposta de exclusividade irritou membros, que consideram a prática inadequada para um ambiente de oração.
A influenciadora Maíra Cardi divulgou imagens dessas áreas dentro da Lagoinha de Alphaville, o que intensificou os debates nas redes sociais. Muitos fiéis criticaram a separação e acusaram as igrejas de mercantilização da fé.
Justificativas dos pastores
O pastor André Valadão, líder da Lagoinha, afirmou que “na igreja ninguém é mais importante que ninguém”, mas justificou a existência das áreas reservadas para pessoas que necessitam de privacidade.
Já o pastor Pedro Daniel, da Boas Novas Church, causou polêmica ao vender ingressos de R$ 750 para um setor premium em um culto de Ano-Novo. A decisão gerou forte reação e questionamentos sobre a comercialização da fé.
Repercussão entre os fiéis
Os vídeos das áreas VIP rapidamente viralizaram, com milhares de internautas criticando a prática. Para muitos, a iniciativa cria uma separação que contraria os princípios do cristianismo. Alguns apontaram que igrejas devem ser espaços de acolhimento, não de exclusividade.
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Entenda o caso: áreas VIP em igrejas evangélicas
- Igrejas envolvidas: Lagoinha de Alphaville e Boas Novas Church.
- Serviços oferecidos: Buffet, camarins e massagistas.
- Divulgação: Influenciadora Maíra Cardi mostrou detalhes dos espaços.
- Reação dos pastores: André Valadão e Pedro Daniel tentaram justificar a prática.
- Valor de ingresso: Boas Novas Church cobrou R$ 750 pelo setor premium