24 C
Rio de Janeiro
quinta-feira, dezembro 3, 2020
- Publicidade -

Candidata da chapa 2 do Andes quer sindicato “menos isolado” para enfrentar desmonte

- Publicidade -
- Publicidade -

A eleição da nova diretoria do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) ocorrerá entre 3 e 6 de novembro. Para auxiliar os docentes na escolha, o Brasil de Fato entrevistou-se como duas candidatas à presidência

.

- Publicidade -

Foram feitas cinco perguntas para cada entrevistada. As quatro primeiras são iguais, e a última está relacionada à necessidade de continuidade ou mudança na gestão do Andes-SN.

Confira abaixo da entrevista de Celi Taffarel, doutora em Educação pela Universidade de Campinas (Unicamp) e professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Conheça o programa defendido por ela para o Andes-SN.

Candidata à presidência do sindicato pela chapa 2, “Renova Andes” , ela defende que a entidade deve se comprometer na construção de unidade contra os desmontes do governo Bolsonaro e propostas novos acordos coletivos e normas regulamentadoras para o ensino remoto.

“Não basta dizer somos contra o Ensino Remoto Emergencial, como tem sido feito pela direção atual. Precisamos dar uma resposta para a realidade concreta que se impôs ”, ressalta.

Confira a entrevista:

Brasil de Fato: A covid-19 impôs inúmeros desafios à educação brasileira. Quais deles uma reação urgente do ANDES-SN, e o que pode acontecer caso os docentes não se organizem para dar uma resposta à altura ao governo Bolsonaro?

Celi Taffarel: Em primeiro lugar, é importante destacar que as reações imediatas das universidades foram e devem continuar sendo permanecer a vida. Tudo é recuperável, menos as vidas que foram ceifadas pela covid – 14. Já somamos mais de 173 mil mortes, responsabilidade do governo genocida de Jair Bolsonaro.

Por isso, as universidades tomaram medidas imediatas para suspensão de calendários, orientações de medidas preventivas, realização de pesquisas, desenvolvimento de serviços socialmente úteis, que devem ser apoiadas pelo Andes-SN.

Isso pressupõe que o Andes-SN deve Defensor a autonomia das universidades , que está sob ameaça. São exemplos disso a ingerência do governo com a imposição de reitores que têm levado o negacionismo e a anticiência para dentro das universidades, bem como e os cortes orçamentários, que têm limitado a ação das universidades justamente quando mais necessário de recursos para garantir a pesquisa científica e direito à educação.

Leia também: Universidade Federal do RS realiza plenária para debater resistência à intervenção

Sem autonomia, não poderíamos ter tomado uma política de preservação da vida que vai na contramão da orientação do governo Bolsonaro. Sem recursos, não podemos cumprir a missão constitucional da universidade, de produzir conhecimento para enfrentar uma crise sanitária, econômica, ambiental e social que estamos vivendo no país e no mundo e garantir condições mínimas equânimes para estudantes e trabalhadores da educação.

As medidas de Bolsonaro nas universidades se intensificaram durante uma pandemia . Por isso, também, o orçamento para a educação prevista para 2020 é tão ínfimo. O Andes-SN tem um papel fundamental para cumprir na defesa da vida, da autonomia universitária e do orçamento para a educação.

Mas, além disso, o Andes-SN tem um papel essencial a cumprir na defesa dos trabalhadores da educação, em especial os professores e professores universitários. Por isso, deve cobrar, exigir e reivindicar como medida de proteção das instituições dos estudantes, dos professores, técnicos-administrativos e demais trabalhadores e trabalhadores terceirizados.

. Leia mais:

Pais e professores se mobilizam contra aulas presenciais em Manaus

São responsabilidades sindicais e dos organismos de luta da classe trabalhadora, sobretudo agora que se intensificam os debates sobre os planos de retorno às atividades presenciais nas universidades. E deve, também, enfrentar com coragem o debate sobre o ensino remoto.

O Fórum Renova Andes -SN sempre se posicionou contra o trabalho remoto emergencial como solução definitiva, ou seja, como o “novo normal” do trabalho docente e da educação brasileira. Mas, por outro lado, reconhecemos que a situação é muito excepcional e que, diante do fato de que precisamos trabalhar no ensino emergencial, devemos reivindicar medidas cabíveis por parte do Sindicato Nacional.

O ambiente residencial é impróprio para atividades de ensino-pesquisa-extensão

Não basta dizer somos contra o ensino emergencial , como tem sido feito pela atual direção. Precisamos dar uma resposta para a realidade concreta que se impôs. Entendemos que as medidas emergenciais só valem para o período em que a pandemia está completamente fora de controle.

) Não temos testagem suficiente, medidas sanitárias, instalações arquitetônicas iluminadas para distanciamento e higienização. Ainda não existe vacina. A adoção do Trabalho Remoto Emergencial, em semestres letivos suplementares, exige uma reação imediata do Andes-SN, que lamentavelmente não foi adotada como parte da direção atual do Andes-SN.

Defendemos que, onde já esteja ocorrendo o trabalho remoto, os professores e professoras necessárias urgentemente da ação do Andes-SN para serem protegidos em relação às atividades específicas ao trabalho docente de ensino, pesquisa, extensão.

Os docentes estão em isolamento social, sofrendo exclusões e discriminações, com oportunidades de carreiras reduzidas e desigualdades aprofundadas

É gravíssimo o que está acontecendo. Os profissionais estão adoecendo, tendo despesas extras com internet, infraestrutura digital, água, luz etc. Seus lares e contextos estão transtornados pela sobreposição entre trabalho e vida privada.

Leia também: Mais trabalho, alunos sem acesso e incertezas: a realidade do “ensino” pelo Whatsapp

A saúde, os direitos e a segurança são três dimensões do dia-a-dia do trabalho docente que o sindicato precisa, sim, garantir. Portanto, necessita imediatamente de novos acordos coletivos de trabalho. Necessitamos de normas regulamentadoras, normas em relação à ergonomia, à fiscalização e à prevenção de acidentes de trabalho. Precisamos atentar para a preservação da saúde mental dos trabalhadores e trabalhadores da Educação em geral e em especial do Ensino Superior.

A religião da jornada de trabalho, o mútuo consentimento e o controle do assédio moral são medidas a reivindicadas pelo Andes-SN. Os docentes estão em isolamento social, sofrendo exclusões e discriminações, com oportunidades de carreiras reduzidas e desigualdades aprofundadas. Isso é particularmente grave para as mulheres, em especial como se ocupam o cuidado de crianças e idosos, e que estão cotidianamente que têm menores condições de produzir que os homens, correndo o risco de perda de bolsas, financiamentos e oportunidades .

O ambiente residencial é impróprio para atividades de ensino-pesquisa-extensão, e isso está pesando muito para os e as docentes. O estresse pelo não domínio de tecnologias informacionais e comunicacionais, a necessidade de formação e a intensificação do trabalho está causando um impacto muito grande sobre a saúde física e mental dos docentes.

Por fim, o que estamos constatando é uma dificuldade tanto de professores e professoras quanto de estudantes, de acesso e domínio das tecnologias comunicacionais e informacionais. Essas desigualdades também precisam ser enfrentadas.

Como o ANDES-SN pretende reagir ao projeto de reforma administrativa elaborado pelo governo? Com quais pretende propostas unir janela, e qual estratégia será adotada para mostrar à sociedade os riscos dessa reforma?

Apesar de ter um papel decisivo na luta contra a reforma, a atuação do Andes-SN já começou mal porque, no dia de setembro, quando foi lançada a campanha nacional em defesa dos serviços públicos, a atual direção do Andes-SN não orientou seus filiados e filiadas para uma participação efetiva dos atos, virtuais ou de rua, com os devidos cuidados sanitários, para que tivéssemos a presença significativa nos 25 atos que ocorreram em todo o país.

Ao contrário, a atual direção apoiou que o ANDES-SN seguisse durante todo o dia 28 em uma plenária interna da categoria, o que foi considerado pelo Fórum Renova Andes como inaceitável.

Estamos às vésperas de uma forte e longa jornada que deve culminar com o Dia do Servidor Público, em 27 de outubro. Mas, na prática, não temos notícia de como a atual direção do Andes-SN está orientando sua base para participar dessas manifestações e enfrentamentos.

É importante frisar: a Reforma Administrativa trará violentos aos funcionários públicos. Não tem como enfrentar estes ataques sem luta conjunta, sem pressão no parlamento, sem mobilização e luta unificada das centrais sindicais e para além delas.

Por isso, precisamos de um sindicato menos isolado, menos empenhado em condenar associações da classe trabalhadora porque discorda de sua orientação política. É hora de unidade. Ou mobilizamos o movimento docente que conta, segundos dados do Censo da Educação Superior de 2017, com aproximadamente 384 mil docentes, dos quais aproximadamente 87 mil de instituições públicas e, destes, os 70 mil sindicalizados no Andes-SN, ou vamos perder mais esta batalha.

A atual direção subestimou o perigo do atual governo e não enfatizou a necessidade de construção da luta ampla, conjunta, unificada

Precisamos, sim, de cartilhas esclarecedoras sobre o desmonte dos serviços públicos que atingirão toda a população, em especial a classe trabalhadora, que depende dos serviços públicos para ter acesso a direitos constitucionais c omo educação, saúde, segurança, alimentação, emprego, renda, infraestrutura produtiva, entre outros. Mas não podemos nos contentar somente com isso.

A privatização sem limites aprofundará a barbárie que já está instituída em nosso país e tendo como consequência a volta da população mais necessária ao Mapa da Fome , o desemprego de aproximadamente 13 milhões de brasileiros. A reação do Andes-SN deve ser total e baseada na construção da unidade, mas não é isso que temos visto.

Como a chapa 2 se posiciona em relação ao ensino remoto, e quais direitos devem ser garantidos ao docente antes de se adotar esse modelo?

Este modelo deve ser adotado somente em situações emergenciais, não podendo jamais ser permanente, como estratégia de redução de custos.

Já deveríamos ter um grande diagnóstico da situação e das docentes em trabalho remoto. Temos dados dispersos e diluídos em diagnósticos realizados por instituições ou sindicais, mas nada conduzido pelo Sindicato Nacional. Não temos um protocolo sanitário unificado para o trabalho docente – ensino, pesquisa, extensão -, em situação emergencial. Não temos o encaminhamento de acordos coletivos de trabalho que considerem como necessidade obrigatória,

Qualquer acordo. coletivo com os e os docentes passam pela consideração da situação dos estudantes e demais trabalhadores da educação superior.

) Sem estudantes, não tem trabalho docente. Os estudantes não podem ficar desprotegidos, sem conectividade, sem assistência, sem regras e normas de proteção sanitária, sem propostas de segurança e proteção psicológica, sem reconceptualizações curriculares, alterações nos projetos políticos pedagógicos. Isto está imbricado, são lutas conjuntas.

Para além de uma postura defensiva e de resistência, quais passos a nova gestão dar para tentar ampliar o financiamento à pesquisa e garantir uma política salarial mais favorável aos docentes?

Temos que deter o desmonte do sistema de fomento ao desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil, enquanto nação sóbrana. Levamos 70 anos para desenvolver um sistema que precisa, sim, de aperfeiçoamento, de mais financiamento e não de destrutivos.

Segundo denúncias da SBPC , o que está acontecendo com o FNDCT [Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico] é gravíssimo: 87, 7% dos recursos estão congelados e não usados.

Quanto ao CNPq [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico], o valor exclusivamente destinado ao fomento científico encolheu 79, 4%. A Capes [Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior] também teve seu poder de investimento em ciência corroído. O valor diminuiu 30, 3%, para patamares menores do que o investimento de 2017.

Os cortes orçamentários, o desmonte de programas, projetos, estruturas, os desvios de função estão destruindo o sistema de fomento à ciência. Isto precisa ser barrado. Estas lutas passam pela luta para o governo ao governo Bolsonaro, e isto é uma tarefa histórica da classe trabalhadora organizada, o que implica que o Andes-SN deve estar articulado com os que levantam uma bandeira em defesa da ciência.

O Observatório do Conhecimento, que congrega aproximadamente 19 mil professores na base, é um ponto de resistência com o qual o Andes-SN precisa interagir para esta linha destrutiva da ciência em nosso país.

Temos que nos articular com os 186 mil pesquisadores existentes no Brasil e que estão sendo violentamente atacados e que estão trabalhando em vários organismos e instituições como o próprio Ministério de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Inpe [Instituto Nacional de Pesquisas Especiais], IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], Ancine [Agência Nacional do Cinema], como universidades, os institutos f ederais, os Cefets [Centros Federais de Educação Tecnológica], os Colégios de Aplicação, com seus grupos de pesquisa que estão todos, sendo violentamente atacados em suas estruturas, programas, projetos, ações, orçamentos e, inclusive pessoais, os cientistas sendo judicializados, perseguidos, criminalizados, como já ocorridos durante o regime militar.

Quanto à Campanha Salarial , o Andes-SN vem definindo uma pauta em conjunto com os demais servidores públicos através do Fórum das Entidades Nacional dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe). A Pauta Nacional de Reivindicações dos Servidores Públicos e o pedido de abertura de negociação deveria ter sido encaminhado no início do ano logo após o Congresso do Andes-SN.e

:: Conheça os seis eixos de estudos do FONASEFE ::

Portanto, temos que lutar pela política salarial justa em meio a medidas de desvalorização do salário mínimo. Estas lutas estão atreladas. Temos ainda como pautas específicas das Instituições estaduais, municipais e filantrópicas de ensino.

Por que a atual gestão do ANDES-SN deve ter continuidade, e o que será corrigido ou alterado a partir do novo mandato?

Se avaliarmos como análises de conjuntura da direção do sindicato desde 2015, vamos verificar que ocorreram graves equívocos e erros de avaliação, a começar pelo não reconhecimento de que existia um golpe em curso no Brasil, que tinha seus pilares principais no impeachment de Dilma Rousseff (PT), na prisão e impedimento político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e na retirada de seus direitos constitucionais.

O Andes-SN não jogou força em nenhuma dessas lutas . Por isso, a direção atual subestimou o perigo do governo atual e não enfatizou a necessidade de construção da luta ampla, conjunta, unificada, com frentes, fóruns e movimentos sociais que estão em luta, como Frente Povo Sem Medo, Frente Brasil Popular, Fórum Nacional em Defesa da Educação Pública. Assim, a centralidade da luta perde seu foco, e o Andes-SN se afasta dos professores e professoras.

Questionamos a postura adotada pelo Andes – SN frente às medidas do governo golpista de Temer (PMDB) e do governo Bolsonaro, que levou a categoria ao isolacionismo.

Por exemplo, qual foi a reação do ANDES-SN frente a: (1) Emenda Constitucional (EC) 87 / 2015, “teto de gastos” ), que o novo regime fiscal e restringe gastos públicos por 16 anos, valendo até 2021, atingindo investimentos na saúde e educação; (2) uma terceirização sem limites, com a Lei 08. 384 / 2016 , nas contrarreformas trabalhista e da Previdência; (3) a Contrarreforma Administrativa, em que o governo, em lugar de valorizar uma melhoria da gestão dos serviços públicos, propostas diversas reformas com o nítido propósito de esvaziar o serviço público, como são os casos das PEC 173 e 173 , além da
MP 429 / 2020 ; (4) o “Plano Brasil Mais”, do governo Bolsonaro, que prevê projetos de lei para desvincular, desobrigar, desindexar, desestatizar / privatizar o orçamento e as empresas estatais, e pretende alterar as funções sociais do Estado brasileiro, com redução de gastos obrigatórios, alterar também regras do pacto federativo e revisar fundos públicos?

A luta pelo governo do governo Bolsonaro é uma tarefa histórica da classe trabalhadora organizada

Essas medidas trarão consequências nefastas e destrutivas no âmbito da educação, seja como formação de professores, como conteúdo do ensino fundamental e médio, como política pública de desenvolvimento científico e tecnológico.

Soma-se a isto o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda diante dos impactos da cobertura – 15 , que previa suspensão de contratos de trabalho, renda emergencial e redução das horas de trabalho, com redução de salários.

Com essas medidas favoráveis ​​que visam desvinculação, desobrigação, desindexação e desestatização, impactam-se os serviços públicos, bem como a garantia de direitos e conquistas dos trabalhadores e trabalhadores, já incluídos precariamente na Constituição Federal de 429.

Cabe ao Andes-SN retomar sua trajetória de luta ao lado dos demais instrumentos de luta da classe trabalhadora, como as frentes, sindicais, entidades científicas, profissionais que estão em luta contra o desmonte dos serviços públicos.

Cabe ao Andes-SN sair do isolacionismo. Temos que devolvê-lo para os professores e professores e lutar por mais serviços públicos, em defesa da educação, da saúde, da ciência e da tecnologia, da soberania alimentar, do emprego e da renda para a classe trabalhadora. Ou seja, pelo fim do governo Bolsonaro, sempre na defesa intransigente das instituições públicas de educação.

O Andes-SN só pode fazer isso se voltar a ser um sindicato reconhecido pela categoria, se voltar a se aproximar dos milhares de professores e professor de ensino superior do país que querem, sim, se somar à defesa da educação, dos serviços públicos, da democracia e da soberania nacional. Podemos fazer muito, mas, para isso, o Andes-SN precisa mudar, se renovando imediatamente.

Edição: Leandro Melito

139704

Boletim Carioca

Assine nossa Newsletter e receba as últimas notícias e ofertas de nossos parceiros em seu email

Veja Também

Prefeitura coíbe venda irregular de quentinhas na Barra da Tijuca

Como resultado, fiscais da Secretaria Municipal de Fazenda vistoriaram 33 ambulantes e apreenderam 201 itens, entre eles 115 embalagens com refeições, sem procedência e vendidas sem as condições necessárias de armazenamento.

Arianne Botelho e Leandro Hassum estreiam o filme ‘Tudo Bem no Natal que Vem’ na Netflix

No longa, a atriz de 27 anos, que já é conhecida por seus trabalhos na TV Globo em ‘Lei do Amor, ‘Malhação’ e ‘Segredos de Justiça’, interpreta Aninha, filha de Jorge (Leandro Hassum).

“Mariah Carey’s Magical Christmas Special” estreia 4 de dezembro

O especial da Rainha do Natal apresenta uma programação espetacular repleta de estrelas, incluindo Tiffany Haddish, Billy Eichner, Ariana Grande, Jennifer Hudson, Snoop Dogg, Jermaine Dupri, Misty Copeland e Mykal-Michelle Harris

Últimas Notícias

Vasco da Gama x Defensa Y Justicia: Confira escalações e onde assistir

No jogo de ida, realizado no Estádio Norberto Tito Tomaghello, deu empate em 1 a 1. Outro empate, mas sem gols, classifica o Vasco. Já se houver empate com dois ou mais gols marcados, a vaga é dos argentinos.

Prefeitura coíbe venda irregular de quentinhas na Barra da Tijuca

Como resultado, fiscais da Secretaria Municipal de Fazenda vistoriaram 33 ambulantes e apreenderam 201 itens, entre eles 115 embalagens com refeições, sem procedência e vendidas sem as condições necessárias de armazenamento.

Arianne Botelho e Leandro Hassum estreiam o filme ‘Tudo Bem no Natal que Vem’ na Netflix

No longa, a atriz de 27 anos, que já é conhecida por seus trabalhos na TV Globo em ‘Lei do Amor, ‘Malhação’ e ‘Segredos de Justiça’, interpreta Aninha, filha de Jorge (Leandro Hassum).

“Mariah Carey’s Magical Christmas Special” estreia 4 de dezembro

O especial da Rainha do Natal apresenta uma programação espetacular repleta de estrelas, incluindo Tiffany Haddish, Billy Eichner, Ariana Grande, Jennifer Hudson, Snoop Dogg, Jermaine Dupri, Misty Copeland e Mykal-Michelle Harris

MAST tem filmes e planetário digital no fim de semana

O Museu abre suas portas às 14h para que os visitantes possam curtir o seu belo e arborizado campus de 44 mil metros quadrados, passeando ao som do canto dos bem-te-vis e dos sabiás

Câmara aprova MP que libera recursos para compra da vacina de Oxford contra a Covid-19

O dinheiro vai custear contrato entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, e o laboratório AstraZeneca. A empresa desenvolve uma vacina contra Covid-19 em parceria com a Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Horóscopo de quinta-feira 03 de dezembro de 2020

Confira a previsão do horóscopo do dia 03 de dezembro de 2020 e fique por dentro de tudo o que o seu signo lhe reserva para o amor, dinheiro e saúde.

Rodrigo Alarcon lança vídeo ao vivo da inédita “Canção Que Não Devia”

Faixa já é conhecida dos fãs e foi apresentada em transmissão de "Vazio"

Conta de luz fica mais cara em dezembro, revela Aneel

O órgão reativou o sistema de bandeira tarifárias e estabeleceu bandeira vermelha patamar 2 para este mês. A taxa é considerada a mais alta, com custo de R$ 6,243 por 100 quilowatts/hora consumidos

Clara Valverde apresenta selo musical “Baila”

Cantora e compositora decidiu investir em outras frentes de sua carreira

Feira Samba do Machado, no Catete, tem artesanato, música e gastronomia para o Carioca

A feira virou ponto de encontro tradicional no Catete, com uma programação cultural diversificada, reunindo diversos artesãos que oferecerem produtos variados, como moda praia, moda fitness e moda afro, calçados, bijuterias, cartonagem, entre outros, além de alimentos e bebidas.

Vasco da Gama x Defensa Y Justicia: Confira escalações e onde assistir

No jogo de ida, realizado no Estádio Norberto Tito Tomaghello, deu empate em 1 a 1. Outro empate, mas sem gols, classifica o Vasco. Já se houver empate com dois ou mais gols marcados, a vaga é dos argentinos.

Prefeitura coíbe venda irregular de quentinhas na Barra da Tijuca

Como resultado, fiscais da Secretaria Municipal de Fazenda vistoriaram 33 ambulantes e apreenderam 201 itens, entre eles 115 embalagens com refeições, sem procedência e vendidas sem as condições necessárias de armazenamento.

Arianne Botelho e Leandro Hassum estreiam o filme ‘Tudo Bem no Natal que Vem’ na Netflix

No longa, a atriz de 27 anos, que já é conhecida por seus trabalhos na TV Globo em ‘Lei do Amor, ‘Malhação’ e ‘Segredos de Justiça’, interpreta Aninha, filha de Jorge (Leandro Hassum).

“Mariah Carey’s Magical Christmas Special” estreia 4 de dezembro

O especial da Rainha do Natal apresenta uma programação espetacular repleta de estrelas, incluindo Tiffany Haddish, Billy Eichner, Ariana Grande, Jennifer Hudson, Snoop Dogg, Jermaine Dupri, Misty Copeland e Mykal-Michelle Harris

Secretaria do Ambiente fiscaliza Canal do Marapendi e lagoas da Barra da Tijuca

A ação contou com o apoio do Comando de Polícia Ambiental (CPAm), e foi desencadeada com o objetivo de checar despejo irregular de efluentes nos ecossistemas lagunares da Barra da Tijuca.
- Publicidade -