Sala Cecília Meireles

Sala Cecília Meireles, espaço da Funarj, anuncia sua Temporada Artística 2021, que conta com patrocínio da Petrobras. Serão realizados 63 concertos de março a dezembro, com a presença de público até o limite de 248 pessoas por espetáculo, o que representa 30% da capacidade total da plateia. A Sala Cecília Meireles adota o Protocolo de Segurança Sanitária da Funarj, ratificado pela Secretaria Extraordinária de Covid do Estado do Rio de Janeiro.

Os ingressos podem ser comprados na bilheteria da Sala ou através da plataforma Sympla. (os preços variam entre R$ 2,00 e R$ 40,00)

A premiada série #SalaDigital fará transmissões mensais pelo canal de YouTube da Sala Cecília Meireles. As nove entrevistas da série Conversa na Salaserãocomandadas pelo Diretor da Sala, João Guilherme Ripper e apresentada on-line. A  Sala Cecília Meireles promoverá a partir de julho o Programa Gestores 2021, destinado à capacitação de novos administradores de salas de concerto.

A programação deste ano destaca compositores e intérpretes brasileiros. Os concertos serão distribuídos nas séries Música de Câmara, Série OrquestrasSérie PianistasSérie Grandes RecitaisSérie Concertos Petrobras para todas as famílias e Série Sala Jazz. Além disso, a Sala Cecília Meireles promoverá eventos especiais como o Festival da Música Brasileira na Belle Époque Carioca, que inclui recitais e palestras sobre a música do Rio de Janeiro na virada do século XX. Em outubro e novembro será a vez do Festival Cantares, que reunirá música e literatura, com grandes vozes brasileiras interpretando o diversificado e rico repertório de canções, gênero que adequa-se perfeitamente à acústica privilegiada da Sala. Em novembro e dezembro, a Sala Cecília Meireles apresenta o Festival Sala Contemporânea, trazendo um painel da criação musical dos nossos dias. Paralelamente, a Funarte realiza no palco da Sala, entre 13 e 21 de novembro, a Bienal de Música Brasileira Contemporânea. A Bienal foi criada em 1975 na Sala Cecília Meireles por Edino Krieger e, com 45 anos de existência, é o mais longevo evento do gênero no país.


O repertório brasileiro, de Alberto Nepomuceno e Henrique Oswald a Alexandre Schubert e Rodrigo Chichelli, será ouvido no palco da Sala Cecília Meireles durante toda a temporada. O concerto de abertura acontece no Dia Nacional da Música Clássica, 5 de março, às 19 h, com repetição no dia seguinte. Priscila Bomfim dirige a Orquestra Petrobras Sinfônica interpretando obras de Villa-Lobos, Alexandre Levy, Edino Krieger, o “Concerto para percussão e cordas” de Camargo Guarnieri e o “Concertino para piano e cordas” de Ronaldo Miranda, que terá Erika Ribeiro como solista. No dia 17 de março, a Sala recebe o concerto do Trio Aquarius promovido pela Academia Brasileira de Música em comemoração aos 93 anos de Edino Krieger.

Em abril, o compositor Dawid Korenchendler, recentemente falecido, será homenageado em um concerto dedicado às suas obras em parceria com o Instituto Villa-Lobos da UNIRIO. “Passiones de Fiamma”, maravilhoso ciclo de canções do compositor paraibano Eli-Eri Moura, será interpretado pela soprano Gabriella Pacce acompanhada pela pianista Katia Balloussier; “Sinfonietta para Fátima”, de Ricardo Tacuchian, será apresentada pela Orquestra Sinfônica da UFRJ sob a regência de Evandro Matté. Outras grandes obras do repertório brasileiro incluem a “Sonata em lá maior para violino e piano”, de Leopoldo Miguez, com Daniel Guedes e Simone Leitão; “Concerto para piano e orquestra” de Henrique Oswald, em versão para piano e quinteto de cordas, com a pianista Clelia Iruzum; as sonatas para violino e piano de Villa-Lobos, com Emmanuele Baldini e Pablo Rossi; a inédita integral das sonatas para piano de Almeida Prado, com Aleyson Scopel; as estreias mundiais de “Unlocking Clocks” de Alexandre Lunsqui, e “A danação de Pedro”, de Rodrigo Cicchelli, com o Abstrai Ensemble.

Solistas brasileiros e estrangeiros participam da Temporada Artística 2021: os violonistas Fabio Zanon e Arthur Nestrovski; os pianistas Jean Louis Steuerman, Cristian Budu, Erika Ribeiro, Clelia Iruzum, Eloise Bella Kohn (França), Marcelo Bratke, Jodyline Gallavardin (França), Marina Spoladore, Ligia Moreno, Lucas Thomazinho, Ingrid Barankoski, Ney Fialkow, Christina Margotto (Portugal), Simone Leitão e Pablo Rossi; os violinistas Emmanuele Baldini, Carmelo de los Santos, Felipe Prazeres, Priscila Rato e Daniel Guedes; os violoncelistas Jed Barahal, Hugo Pilger e Rafael Cesario; a harpista Liuba Klevtsova; os cantores e cantoras Eliane Coelho, Camila Titinger, a Carla Caramujo (Portugal), Gabriella Pace, Luisa Francesconi, Licio Bruno, Daniel Umbelino, Homero Velho, Doriana Mendes, Fernando Portari, Inacio de Nonno, Lara Cavalcanti, Paulo Mandarino, Livia Nestrovski, José Hue.

A música de câmara estará a cargo dos grupos Harmonitango;  o quarteto formado pelos pianistas Giulio Draghi e Flavio Augusto e pelos percussionistas Pedro e Janaína Sá; o quarteto formado por Emmanuele Baldini (violino), Horacio Schaeffer (viola), Rafael Cesário (cello) e Lucas Thomazinho (piano); o quinteto de sopros do Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa; Trio Porto Alegre, Quarteto de Cordas da UFF; Madrigal Contemporâneo; Abstrai Ensemble. “Enoch Arden”, melodrama de Ricard Strauss sobre texto de Alfred Tennyson, será apresentado num concerto especial em abril pelo ator e diretor Daniel Herz acompanhado pelo pianista Jean Louis Steuerman.

A Petrobras Sinfônica, a Orquestra Sinfônica da UFRJ e a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa se apresentam em onze concertos com formação de câmara dirigidos pelos maestros Priscila Bomfim, Ira Levin, Evandro Matté, André Cardoso, Daniel Guedes e Isaac Karabtchevsky

Redação do Diário Carioca

Equipe de jornalistas e colaboradores do jornal Diário Carioca. Profissionais de comunicação que trazem as informações mais importantes do Brasil e do Mundo

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