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Agentes da prefeitura do Rio de Janeiro, com apoio da Polícia Militar, registraram mais de 11 mil autuações e fecharam 155 estabelecimentos em oito dias por desrespeito às medidas de prevenção à covid-19, segundo balanço divulgado hoje (17) pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop). 

Entre as autuações estão interdições e multas a estabelecimentos, infrações sanitárias, multas de trânsito, reboques e apreensões de mercadorias. Foram aplicadas 539 multas contra bares, restaurantes e ambulantes que não cumpriram determinações municipais relativas ao combate à pandemia. Somente ontem (16), o número de autuações chegou a 2.151, com 14 estabelecimentos interditados. 

A prefeitura prorrogou até 27 de abril o decreto com as restrições que buscam conter a transmissão da covid-19 e reduzir o número casos, internações e óbitos causados pela doença. 

Com isso, continua proibida a realização de eventos de qualquer natureza, festas e rodas de samba, tanto em áreas públicas como particulares. O decreto também proíbe o funcionamento de boates, danceterias, salões de dança e casas de espetáculo. 

Para bares, lanchonetes, restaurantes, quiosques da orla e congêneres, o funcionamento é permitido, com atendimento apenas para os clientes sentados às mesas e até as 21h. A partir daí, esses locais têm tolerância de uma hora para encerrar o atendimento.

Praias

O decreto prorrogado também impede a permanência de banhistas na faixa de areia das praias, que só poderão ser utilizadas para a prática de atividade física, desde que sem aglomeração. 

Apesar das proibições, praias da zona sul da cidade, como Copacabana, Leme, Leblon e Ipanema registraram movimento na manhã e tarde deste sábado. Mesmo que em menor número que em um fim de semana comum, havia banhistas na faixa de areia das praias, muitos sem guarda-sol e cadeira de praia. Também era possível ver vendedores ambulantes.

No calçadão de Copacabana, muitos cariocas e turistas aproveitaram o clima ameno para a prática de esportes, como caminhada, corrida e ciclismo. Ainda que o uso de máscara seja obrigatório e considerado uma das principais  proteções contra a covid-19, era comum ver pessoas desrespeitando essa medida de prevenção.

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