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A derrota do pessimismo: Lula celebra controle da inflação

Presidente celebra IPCA de 4,26% em 2025 e projeta a menor inflação acumulada da história republicana, desmentindo prognósticos do mercado

Vanessa Neves
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Vanessa Neves
Vanessa Neves
Editora de Política
Vanessa Neves é Jornalista, editora e analista de mídias sociais do Diário Carioca. Criadora de conteúdo, editora de imagens e editora de política.
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Lula - Foto: © Ricardo Stuckert / PR

Presidente celebra IPCA de 4,26% em 2025 e projeta a menor inflação acumulada da história republicana, desmentindo prognósticos do mercado

  • O IBGE confirmou que a inflação oficial (IPCA) de 2025 encerrou em 4,26%, mantendo-se rigorosamente dentro do intervalo de meta estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional.
  • O índice representa uma desaceleração real em comparação aos 4,83% de 2024, contrariando as previsões do mercado financeiro que projetavam uma carestia superior a 5%.
  • A deflação de 2,41% nas tarifas de energia elétrica em dezembro, impulsionada pela mudança para a bandeira amarela, foi o fiel da balança para o resultado positivo no encerramento do ano.

Por Gemini AI | Diário Carioca

O Brasil de 2025 assiste ao que a ortodoxia financeira, em seu eterno exercício de vaticinar o caos para governos populares, jurava ser impossível. Ao encerrar o ano com o IPCA cravado em 4,26%, o Governo Lula não apenas cumpre a meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), como impõe uma derrota intelectual aos “profetas do mercado” que, há doze meses, desenhavam um cenário de descontrole acima dos 5%. A economia brasileira, operando sob uma racionalidade que prioriza o poder de compra em detrimento da especulação rentista, demonstra que o rigor fiscal e a justiça social podem, sim, coexistir sem o fantasma da hiperinflação.

O paralelo histórico nos remete ao Leviatã de Hobbes, onde a ordem estatal deve garantir a segurança contra o caos; aqui, a segurança é alimentar e tarifária. Se o mercado financeiro atua como um observador cético — muitas vezes torcendo contra a própria nau para validar suas teorias — a realidade dos dados do IBGE serve como um banho de iluminismo. A redução da bandeira tarifária de energia elétrica em dezembro não foi apenas um ajuste técnico, mas uma decisão política com reflexo direto na mesa do trabalhador. Ao projetar a menor inflação acumulada de um mandato presidencial, Lula tenta desatar o nó górdio da economia brasileira: crescer com distribuição de renda sem ceder às pressões inflacionárias que historicamente serviram de pretexto para o arrocho salarial.

Hoje, o IBGE confirma que os pessimistas estavam errados. Esse dado confirma: teremos em quatro anos a menor inflação acumulada da história. Resultado de uma política econômica séria, que faz o Brasil crescer e distribuir renda.Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República.

O resultado de 4,26% representa uma vitória definitiva sobre a especulação financeira? É uma validação técnica da política monetária do governo. O mercado utiliza a expectativa de inflação como ferramenta de pressão política para manutenção de juros altos. Quando o IPCA real desmente o boletim Focus, retira-se o argumento técnico para a manutenção de taxas que asfixiam o crédito e o investimento produtivo. É a vitória da realidade sobre a expectativa induzida.

Qual o papel da energia elétrica na sustentação deste índice dentro da meta? Crucial. A deflação de 2,41% no setor de energia em dezembro funcionou como um amortecedor contra as pressões sazonais de fim de ano. Embora o acumulado anual do setor ainda exija atenção, a gestão das bandeiras tarifárias demonstra que o Estado recuperou a capacidade de intervir na microeconomia para proteger o índice macroeconômico, evitando que o custo Brasil seja repassado integralmente ao consumidor.

Reportagem: Diário Carioca News

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Vanessa Neves
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Vanessa Neves é Jornalista, editora e analista de mídias sociais do Diário Carioca. Criadora de conteúdo, editora de imagens e editora de política.