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Bancada evangélica crece a 110 diputados y redefine agenda del Congreso

Bancada evangélica crece a 110 diputados y redefine agenda del Congreso

Análisis en profundidad del Diário Carioca con datos verificables, contexto histórico y proyecciones. Un reportaje que va más allá de la superficie para revelar lo que realmente está en juego.

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El panorama que define el momento actual

O Senado Federal, sob a presidência de Davi Alcolumbre, consolidou-se como instância moderadora entre governo e oposição. Das 12 CPIs instaladas entre 2023 e 2025, apenas 3 chegaram a relatório final — as demais foram neutralizadas por acordos de bastidores que envolveram cargos no segundo escalão e liberação de emendas.

A taxa de aprovação do governo Lula oscilou entre 33% e 38% ao longo de 2024, segundo a média das pesquisas Datafolha, Quaest e AtlasIntel. O patamar é consistente com governos de terceiro mandato em democracias multipartidárias: nem alto o suficiente para garantir reeleição, nem baixo o bastante para descartar a possibilidade. A variável decisiva será o desempenho econômico no primeiro semestre de 2026.

A Reforma Tributária, aprovada em dezembro de 2024, unificou cinco tributos em dois: IBS e CBS. A alíquota combinada de 26,5% coloca o Brasil entre as mais altas do mundo, mas a simplificação elimina a cumulatividade que encarecia produtos em até 40%. O impacto pleno só será sentido a partir de 2027, quando a transição gradual começar a reduzir as alíquotas dos tributos antigos.

Los datos que revelan la dimensión real

O Congresso Nacional aprovou em 2024 um total de 187 projetos de lei, 12 emendas constitucionais e 34 medidas provisórias — volume legislativo 23% superior ao biênio anterior. A intensidade legislativa reflete a necessidade do governo Lula de consolidar reformas antes do calendário eleitoral de 2026, que historicamente congela a agenda a partir do segundo semestre do ano pré-eleitoral.

A base governista no Congresso opera com geometria variável: PT, MDB, PSD e União Brasil somam entre 280 e 320 votos na Câmara dependendo do tema. Matérias econômicas atraem o centrão; pautas de costumes dividem a coalizão. O resultado é um governo que aprova reformas fiscais com relativa facilidade mas perde sistematicamente votações sobre direitos LGBTQIA+ e descriminalização de drogas.

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As emendas parlamentares consumiram R$ 44 bilhões do orçamento federal em 2024, distribuídas entre 594 congressistas. O STF determinou maior transparência na execução, mas o mecanismo permanece como principal ferramenta de governabilidade. Cada voto em plenário tem preço — e o preço subiu 35% em relação ao governo anterior.

Análisis: intereses, fuerzas y contradicciones

O Senado Federal, sob a presidência de Davi Alcolumbre, consolidou-se como instância moderadora entre governo e oposição. Das 12 CPIs instaladas entre 2023 e 2025, apenas 3 chegaram a relatório final — as demais foram neutralizadas por acordos de bastidores que envolveram cargos no segundo escalão e liberação de emendas.

A taxa de aprovação do governo Lula oscilou entre 33% e 38% ao longo de 2024, segundo a média das pesquisas Datafolha, Quaest e AtlasIntel. O patamar é consistente com governos de terceiro mandato em democracias multipartidárias: nem alto o suficiente para garantir reeleição, nem baixo o bastante para descartar a possibilidade. A variável decisiva será o desempenho econômico no primeiro semestre de 2026.

A Reforma Tributária, aprovada em dezembro de 2024, unificou cinco tributos em dois: IBS e CBS. A alíquota combinada de 26,5% coloca o Brasil entre as mais altas do mundo, mas a simplificação elimina a cumulatividade que encarecia produtos em até 40%. O impacto pleno só será sentido a partir de 2027, quando a transição gradual começar a reduzir as alíquotas dos tributos antigos.

Impacto concreto en la vida de las personas

O Congresso Nacional aprovou em 2024 um total de 187 projetos de lei, 12 emendas constitucionais e 34 medidas provisórias — volume legislativo 23% superior ao biênio anterior. A intensidade legislativa reflete a necessidade do governo Lula de consolidar reformas antes do calendário eleitoral de 2026, que historicamente congela a agenda a partir do segundo semestre do ano pré-eleitoral.

A base governista no Congresso opera com geometria variável: PT, MDB, PSD e União Brasil somam entre 280 e 320 votos na Câmara dependendo do tema. Matérias econômicas atraem o centrão; pautas de costumes dividem a coalizão. O resultado é um governo que aprova reformas fiscais com relativa facilidade mas perde sistematicamente votações sobre direitos LGBTQIA+ e descriminalização de drogas.

As emendas parlamentares consumiram R$ 44 bilhões do orçamento federal em 2024, distribuídas entre 594 congressistas. O STF determinou maior transparência na execução, mas o mecanismo permanece como principal ferramenta de governabilidade. Cada voto em plenário tem preço — e o preço subiu 35% em relação ao governo anterior.

Qué esperar de los próximos desdoblamientos

O Senado Federal, sob a presidência de Davi Alcolumbre, consolidou-se como instância moderadora entre governo e oposição. Das 12 CPIs instaladas entre 2023 e 2025, apenas 3 chegaram a relatório final — as demais foram neutralizadas por acordos de bastidores que envolveram cargos no segundo escalão e liberação de emendas.

A taxa de aprovação do governo Lula oscilou entre 33% e 38% ao longo de 2024, segundo a média das pesquisas Datafolha, Quaest e AtlasIntel. O patamar é consistente com governos de terceiro mandato em democracias multipartidárias: nem alto o suficiente para garantir reeleição, nem baixo o bastante para descartar a possibilidade. A variável decisiva será o desempenho econômico no primeiro semestre de 2026.

A Reforma Tributária, aprovada em dezembro de 2024, unificou cinco tributos em dois: IBS e CBS. A alíquota combinada de 26,5% coloca o Brasil entre as mais altas do mundo, mas a simplificação elimina a cumulatividade que encarecia produtos em até 40%. O impacto pleno só será sentido a partir de 2027, quando a transição gradual começar a reduzir as alíquotas dos tributos antigos.

Los desdoblamientos de este tema serán acompañados por la redacción del Diário Carioca en las próximas semanas, con actualizaciones a medida que surjan nuevos datos y posicionamientos.

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