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Rio de Janeiro
5 dezembro, 2021

Rio: Vacância de imóveis residenciais começa a baixar

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Boa parte dos principais bairros do Rio de Janeiro está com a disponibilidade de imóveis residenciais para alugar bem acima da média considerada normal, que é de 8 a 10% do total de imóveis voltados para locação. A taxa de vacância média do município em setembro foi de 20,1%. No início da pandemia, estava em 14%. É o que aponta estudo da APSA. No entanto, a taxa está 1% menor do que há três meses, indicando recuperação.

Puxam a taxa para cima, os bairros Centro, com 35,1% dos imóveis vazios; Leblon (21,4%); Copacabana (20,9%), Catete (19,6%) e Botafogo (16,9%). Na Grande Tijuca, a Tijuca está 100% acima do normal, com taxa de 20,8%; e o Grajaú (15,3%). Vila Isabel chega a 18,1%. Já o Maracanã está em 15%. Méier chega a 13,7% de desocupação e o Rio Comprido 21,6%.

Laranjeiras tem taxa de 13%. Ipanema também cresceu sua vacância e chega a taxa de 20,6%. O Flamengo está com 15,4% dos imóveis vazios.

Na Zona Oeste, o Recreio se destaca com queda com vacância ideal de 10%.

Preços caem em parte dos bairros por conta do estoque mais alto, mas outros seguem aumentando, como Barra e Recreio

O estudo de inteligência imobiliária da APSA confirma que o aumento da procura por imóveis na Barra e no Recreio no último ano provocaram aumentos muito acima dos demais bairros nos valores de aluguéis anunciados. Na Barra, o metro quadrado da locação está quase 25% mais caro, custando em média R$ 43,64 e no Recreio 19,55% maior, a R$ 30,02. Com esse preço, a Barra só perde para os valores de Ipanema e Leblon, que saem na faixa de R$ 62, depois de aumentos na faixa de 5,5% entre setembro de 2020 e 2021.

Na Zona Sul, imóveis residenciais no Flamengo estão custando em média R$ 34,68 (+ 1,91%); Laranjeiras R$ 33,25 (+0,7%); Botafogo, R$ 38,46 (+ 2,51%); Copacabana R$ 35,03 (- 4,32%). O bairro mais caro é Ipanema, saindo a R$ 63,50, valor 5,39% mais alto do que o praticado há um ano. O Leblon vem em segundo, com o valor do metro quadrado para locação saindo atualmente a R$ 62,80 (+5,94%).

O Centro, com maior impacto nas desocupações residenciais, está custando 6,59 % a menos, na faixa de R$ 26,21 por metro quadrado, apesar de a vacância ter praticamente dobrado na região.

Na Zona Norte, a Tijuca, que lidera com a maior vacância, baixou 0,52% de um ano para o outro, com valores em torno de R$ 22,94 por m². O Grajaú, apesar da vacância alta, aumentou em 3,95%, custando R$ 21,82. Já o Maracanã, com redução de 1,23%, está na faixa de R$ 23,29.

De acordo com o gerente de imóveis da APSA, Jean Carvalho, “a pandemia trouxe algumas mudanças, com pessoas de maior poder aquisitivo perdendo renda e se mudando para bairros próximos com aluguéis menores. Por exemplo, Ipanema recebeu moradores vindos do Leblon e hoje está com o aluguel mais valorizado do que há um ano. E já tem o preço médio até maior do que o Leblon. O mesmo ocorreu com Laranjeiras e Flamengo, que receberam novos moradores saindo de bairros mais caros da Zona Sul. O Recreio também recebeu pessoas que puderam trabalhar em home office e buscaram unidades mais amplas. Mesmo com aluguéis praticamente congelados e, até baixando de valor na maior parte dos bairros, a taxa de vacância dos residenciais não parou de subir desde o início da pandemia, além do patamar ideal, de 8 a 10%. Mas acreditamos que de agora em diante, haja uma recuperação nos preços e uma queda na vacância do Rio. Até mesmo o Centro, com queda nos preços, pode atrair moradores de áreas mais distantes, com investimentos em segurança”.

Volume de locações – A quantidade de imóveis alugada em setembro teve crescimento de 32,3% com relação ao mesmo mês de 2020, e de 60,8% comparada à de agosto de 2021.

A vacância é calculada com base na carteira de imóveis APSA.

Sobre a APSA – Criada em 1931, a APSA é referência e uma das maiores empresas do Brasil em soluções para o viver bem em propriedades urbanas. Líder no mercado nacional de administração de condomínios, conta com uma carteira de mais de 100 mil imóveis distribuídos em mais de 3 mil condomínios. Em locação, são cerca de 9 mil imóveis administrados. A APSA também atua com compra e venda de imóveis. É a primeira administradora nacional digital, além de possuir rede de atendimento espalhada por várias capitais do país – Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife, Fortaleza e Maceió

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