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quarta-feira, janeiro 19, 2022

QuintoAndar muda sua marca e reafirma posição de destino de moradia

Com novo posicionamento, plataforma quer continuar expandindo produtos e serviços para ajudar mais pessoas a morarem melhor

TJRJ suspende prazos e atividades forenses na Cidade do Rio nesta sexta-feira (21/1)

O presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, suspendeu os atos processuais e o expediente forense da próxima sexta-feira, dia 21 de janeiro, na capital fluminense.

Aperol lança bar no Bondinho Pão de Açúcar

Que tal experimentar o Aperol Spritz perfeito, em um dos cenários mais conhecidos e icônicos do mundo? Essa é a proposta de Aperol Spritz para esse verão, ao anunciar a abertura do Aperol Spritz Sunset Bar no Bondinho Pão de Açúcar.
JustiçaTSE mantém cassação e inelegibilidade de vereador de Luziânia (GO)
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TSE mantém cassação e inelegibilidade de vereador de Luziânia (GO)

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 Sessão plenária do TSE, presidida pelo ministro Luiz Roberto Barroso

Aldenor Gomes Moreira Júnior (PSD) foi condenado por abuso de poder econômico nas Eleições de 2016

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Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mantiveram, por unanimidade, a cassação do diploma e a inelegibilidade do vereador do município de Luziânia (GO) Aldenor Gomes Moreira Júnior (PSD) por abuso de poder econômico nas Eleições Municipais de 2016.

A decisão foi dada na sessão plenária desta terça-feira (26), na análise de um recurso apresentado pelo político contra decisão individual do ministro Edson Fachin, relator do processo no TSE, que manteve a decisão colegiada do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-SE) pela cassação do diploma e pela inelegibilidade do então candidato pelo período oito anos.

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A decisão do TRE foi dada no julgamento de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) proposta pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). Na ação, o MPE alegou que Aldenor Júnior distribuiu combustível a inúmeros eleitores para promover sua campanha ao cargo de vereador de Luziânia no pleito de 2016.

Segundo a denúncia, o então candidato abasteceu centenas de veículos de eleitores do município que não estavam cedidos para trabalhar ou prestar serviços à sua campanha, ficando evidenciado que os recursos utilizados para o pagamento do combustível não foram contabilizados na prestação de contas, sendo, então, oriundos de “Caixa 2”.

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