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Com três generais de seu núcleo de poder afastados, o ditador norte-coreano Kim Jong-un começou a arrumar as malas para o encontro com o presidente Donald Trump, em Cingapura, na terça-feira da semana que vem.

Um dos generais demitidos, Ri Myong-su, chefe do Estado-Maior, foi confidente de Jong-il, o pai de Kim. Os outros dois eram o chefe da Defesa e o diretor do birô político das Forças Armadas.

Essa reorganização em Pyongyang foi noticiada em Seul, na vizinha Coreia do Sul, filtrada por serviços secretos. Pode não ser verdadeira, como em alguns exemplos do passado.

Os cargos vagos já estariam ocupados por jovens militares. O especialista em Coreia do Norte Kim Yong Hyun vê a reforma como sinal de que Kim Jong-un está mesmo decidido a ter um país em desenvolvimento sem armas nucleares a continuar pobre com armas nucleares.

Outra análise é a de que, com seus jovens militares no comando, ele viajará tranquilo para Cingapura, sem medo de golpe.

Como Kim Jong-un ainda é “pobre”, para Donald Trump, a Casa Branca está estudando uma forma discreta de pagar a estadia dele, enquanto durar as negociações.

*O jornalista Moisés Rabinovici é comentarista da Rádio Nacional e apresentador do programa Um olhar sobre o Mundo, na TV Brasil

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