Diário Carioca Google News

O quarto andar do Palácio do Planalto voltou, nesta segunda-feira, 11, a ter maior movimentação de parlamentares, atraídos pela troca de comando na Secretaria de Governo. No fim da tarde, a pedido do presidente Michel Temer, o ministro demissionário Antonio Imbassahy (PSDB) recebeu em seu gabinete o sucessor, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), para começar a transição no cargo.

A missão dada ao tucano era repassar ao peemedebista as demandas e tarefas da pasta. Coube ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, intermediar o início da primeira reunião entre os dois. Padilha e Marun visitaram Temer antes. A cerimônia de posse deve ocorrer na quinta-feira, 14, depois que Marun concluir seu relatório na CPI mista da JBS no Congresso. Até quinta-feira Imbassahy continua na pasta, a pedido do presidente Michel Temer

A tendência é que o peemedebista mantenha no cargo, ao menos por um período, o chefe de gabinete Carlos Henrique Sobral e a secretária executiva Ivani dos Santos. Eles são nomes ligados ao PMDB e foram levados para o Planalto pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), denunciado pela Procuradoria-Geral da República no caso do apartamento em Salvador onde foram encontrados R$ 51 milhões.

Deputados da base voltaram a circular nos corredores do Planalto e a formar fila na sala de espera da Secretaria de Governo. Antes, partidos do Centrão vinham pressionando o governo a afastar Imbassahy da articulação política. Parlamentares alegavam que não conseguiam interlocução com o tucano. Nesta segunda, um dos que acompanharam a chegada de Marun foi André Amaral (PMDB-PB). “Com o Imbassahy eu nem tratava”, disse o deputado.

Office-boy

O deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) aproveitou para ir à Secretaria pedir o pagamento de cerca de R$ 1 milhão em emendas já empenhadas para prefeituras de Minas Gerais.

Algumas, segundo ele, são do orçamento de obras já realizadas, mas que não tiveram o repasse do governo ao município para quitar o débito com empreiteiras. “Está sendo uma transição de alto nível, com respeito pelo trabalho do Imbassahy. Tem que ser assim, até office-boy faz transição”, disse Sávio à reportagem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Newsletter

Mais Noticias

Lo que no dicen de Cuba

No empezó con Biden, hay que decir. Desde el 2017 vienen martillando la falacia de un estallido social en Cuba con su solución mágica, la “intervención humanitaria”

Redação do Diário Carioca

Equipe de jornalistas e colaboradores do jornal Diário Carioca. Profissionais de comunicação que trazem as informações mais importantes do Brasil e do Mundo

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *