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29 novembro, 2021

Europa e Ásia Central podem ter mais 700 mil mortes por covid-19 até março

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Copenhague, 23 nov (EFE).- O escritório para a Europa e Ásia Central da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta terça-feira que, até março, cerca de 700 mil pessoas podem morrer de covid-19 nas regiões.

As estimativas da OMS apontam que os 25 países de Europa e Ásia Central correm o risco de sofrer com falta de leitos hospitalares. Além disso, 49 das 53 nações das duas regiões podem alcançar a situação de estresse alto ou extremo nas UTIs de agora até março.

“Para viver com esse vírus e seguir com nossa vida diária, precisamos de um enfoque que excede à vacina. Isso significa receber as doses padrões e uma de reforço, mas também adotar medidas preventivas em nossa rotina”, afirmou o diretor da OMS Europa, Hans Kluge, em comunicado.

O representante do escritório regional da agência cita a importância do uso de máscaras em ambientes fechados, a higiene das mãos, a ventilação dos espaços, a manutenção do distanciamento social, que, segundo ele, ajudariam “a evitar uma tragédia desnecessária e a perda de vidas”.

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A OMS defende também que essas medidas sejam combinadas com intervenções no setor de Saúde Pública, como a adoção do passaporte sanitário para a covid-19, o isolamento de pessoas sintomáticas, a realização de testes, o rastreamento de infectados e regimes de quarentena.

Hoje, OMS Europa divulgou que o Velho Continente e a Ásia Central registraram na semana passada o dobro do número de mortes diária, na comparação com a anterior. A média, segundo o escritório regional, girou em torno de 4,2 mil vítimas, o que elevou o total desde o início da pandemia para 1,5 milhão.

A alta transmissão atual do coronavírus, de acordo com a OMS Europa obedece a vários fatores: o predomínio da variante delta, o relaxamento e fim das restrições, a queda das temperaturas, o aumento da quantidade de reunião de pessoas em ambientes fechados, além do grande número de não vacinados.

Segundo a OMS mais de 1 bilhão de doses foram administradas na região, onde 53% da população completou o esquema de imunização. No entanto, são detectadas grandes desigualdades na área que o escritório abrange, com alguns países com taxa de 80%, enquanto outros estão com 10%.

A OMS destaca que as vacinas são “vitais” para prevenir quadro grave da covid-19 e a morte, por isso, é necessário aumentar os índices de imunização, levando em conta que a proteção que proporcionam cai com o passar do tempo.

“Nesse contexto, deveria ser dada dose de reforço aos mais vulneráveis, inclusive os imunodepressivos, como prioridade. Dependendo do contexto nacional de disponibilidade de doses e da pandemia, deveriam considerar oferecê-la também aos maiores de 60 anos e profissionais de saúde. EFE

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