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OMS afirma que a pandemia irá acabar “quando o mundo decidir”

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) voltou a denunciar a concentração de vacinas contra a covid-19 nas maiores potências econômicas mundiais. Durante a 138ª sessão do Comitê Olímpico Internacional, o diretor da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus afirmou que a pandemia irá terminar “quando o mundo decidir acabar com ela. Cerca de 75% das vacinas foram administradas em apenas dez países. A razão é a falta de um compromisso político real”, denunciou. 

Até o momento foram inoculadas 3.568 bilhões doses de imunizantes, o que seria suficiente para aplicar a primeira dose a quase metade da população mundial, que é de 7,8 bilhões de pessoas. O ritmo de vacinação é de 29 milhões de doses por dia, mas somente 1,1% da população que vive nos países pobres foi vacinada. 

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A maioria das doses aplicadas estão na União Europeia (439,19 milhões), Índia (417,85 milhões) e Estados Unidos (339,10 milhões), seguido do Brasil com 128,41 doses aplicadas. 

Enquanto proporcionalmente, Gibraltar é o país com mais cidadãos imunizados, seguido dos Emirados Árabes Unidos e de Malta. 

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“Temos todas as ferramentas que necessitamos: podemos prevenir esta doença, podemos fazer provas para detectá-la e podemos tratá-la. Isso é mais do que temos para muitas outras doenças. Não existe vacina para HIV, não há cura para Alzheimer, não existe um exame simples para a tuberculose, a lista é longa”, apontou o diretor da OMS. 

Em todo o planeta, mais de 191 milhões de pessoas foram contaminadas pelo novo coronavírus, enquanto 4.109 milhões faleceram, quatro vezes mais do que os óbitos anuais por HIV e o dobro dos falecimentos registrados por pneumonia em todo o mundo anualmente. 

Somente na última semana, a América do Sul notificou 967 mil novos casos e 22 mil mortes, de acordo com a Organização Pan-americana da Saúde (Opas). “Cada vez mais, as tendências da covid-19 estão mostrando uma região dividida pelo acesso às vacinas. Em países com fornecimento adequado de vacinas, as infecções estão diminuindo; em locais onde a cobertura ainda é baixa, as infecções permanecem altas”, indica a análise da Opas.

“A tragédia dessa pandemia já poderia ter sido controlada se as vacinas tivessem sido distribuídas de forma equitativa”, defendeu Ghebreyesus.

Desde o início do ano, a OMS denuncia a concentração de vacinas em países ricos. Em junho, os Estados Unidos tiveram que descartar 60 milhões de doses da fórmula da Pfizer que iriam perder a validade e não haviam sido aplicadas. Porém isso não impediu Washington de manter sua política de reserva de mercado e já comprou mais 200 milhões de doses da Astrazeneca / Moderna para abastecer a demanda nacional em 2022.

Na última cúpula do G7, as maiores potências econômicas ocidentais prometeram a doação de 1 bilhão de doses às nações mais vulneráveis. Porém enquanto os governos alegam a falta de recursos para comprar mais vacinas, cerca de 70% do que os cinco maiores multimilionários do mundo obtiveram de lucro no último ano seria suficiente para imunizar toda a população mundial.

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Brasil é o líder na América do Sul em números absolutos de vacinados, mas também lidera em número de casos e mortos por covid-19 / Karina Zambrana / OMS

O homem mais rico do mundo, Jeff Bezos, dono da Amazon, acaba de realizar uma viagem ao espaço que custou R$5 bilhões, considerando um valor médio de R$75 por dose, o turismo espacial de Bezos poderia ter financiado 66 milhões de vacinas, suficiente para imunizar toda a população do Peru, país com a maior taxa de letalidade por covid-19 no mundo. 

A lentidão nas campanhas de vacinação e a flexibilização de medidas de prevenção, como isolamento social e quarentenas rígidas, criaram um ambiente propício para o surgimento de novas variantes do vírus sars-cov2. A variante Delta, que é 60% mais agressiva que as primeiras cepas, já é predominante na Índia e, segundo a OMS, poderá ser a dominante em todo o planeta até 2022.

Para a organização, o objetivo deveria ser vacinar ao menos 40% da população de todos os países até final de 2021, para poder chegar a 70% da população global até metade do próximo ano.

Edição: Rebeca Cavalcante


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