Jorge Messias critica uso de algemas em deportados: “fere a soberania e a dignidade da pessoa humana”

25 de janeiro de 2025
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Jorge Messias - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Jorge Messias - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Brasília – O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, repudiou o uso de algemas em cidadãos brasileiros durante voos de deportação realizados pelos Estados Unidos. Ele destacou que essa prática “fere a soberania nacional e a dignidade da pessoa humana”, pilares da Constituição brasileira.

Em publicação nas redes sociais, Messias elogiou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e a Polícia Federal pela atuação no resgate de deportados. Segundo ele, a decisão de proibir contenções consideradas humilhantes reafirma o compromisso do governo com os direitos humanos.


Críticas à prática de algemamento

Declaração sobre soberania e dignidade

Messias afirmou que não há justificativa para o algemamento de cidadãos brasileiros em situações de deportação. Ele reforçou que a medida é desrespeitosa e contrária aos valores constitucionais do Brasil.

Destaque para ações do governo

O ministro também ressaltou a importância de políticas que promovam a dignidade dos brasileiros. Para ele, as ações do governo Lula, iniciadas em 2023, buscam oferecer mais oportunidades e garantir respeito aos direitos fundamentais.


Apoio à decisão de Lula

Envolvimento da Polícia Federal

A Polícia Federal desempenhou um papel essencial na operação de resgate. A proibição do uso de algemas nesses casos reflete a intenção do governo em proteger seus cidadãos no exterior.

Palavras do ministro

Messias finalizou sua declaração destacando a esperança em um ciclo de desenvolvimento que beneficie todos os brasileiros, alinhado aos valores de dignidade e soberania.


Entenda o caso: críticas ao uso de algemas

  • O que aconteceu? O governo brasileiro repudiou o uso de algemas em deportados.
  • Quem criticou? Jorge Messias, ministro da AGU.
  • Quem foi elogiado? O presidente Lula, Ricardo Lewandowski e a Polícia Federal.
  • Por quê? A prática foi considerada desumana e contrária à Constituição.
  • Qual o impacto? Reforço do compromisso com os direitos humanos.

Com informações do Brasil 247

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