Castro cancela ida a ato de Bolsonaro por crise da chuva

Governador permanece em Petrópolis e lidera força-tarefa em meio à situação crítica no estado
5 de abril de 2025
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Cláudio Castro - Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Cláudio Castro - Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Petrópolis – Rio de JaneiroCláudio Castro decidiu não participar do ato político de Jair Bolsonaro, marcado para este domingo (6), na avenida Paulista, porque permanece em Petrópolis, onde comanda as ações de emergência contra os impactos das chuvas no estado.

O governador informou a decisão diretamente ao ex-presidente no sábado (5) à noite, destacando a necessidade de continuar à frente da força-tarefa que atua na região Serrana e em outras áreas afetadas. As informações são da Agenda do Poder


Governador atua no centro de crise das chuvas

Cláudio Castro despacha desde sexta-feira (4) do quartel do Corpo de Bombeiros, em Petrópolis, onde acompanha em tempo real a situação nos municípios fluminenses.

O governador afirma que medidas adotadas em anos anteriores ajudaram a reduzir os danos provocados pelas fortes chuvas. Ele destaca o desassoreamento dos rios e as obras de recuperação iniciadas após as enchentes de 2022.

Contudo, Castro ressalta que o risco ainda existe. “Podem ocorrer situações graves diante de um eventual aumento do volume das águas”, alertou.


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Ações de prevenção reduzem danos, segundo Castro

O governo realizou obras em rios e canais nos últimos anos. Essas intervenções permitem que a água escoe com mais facilidade, o que, segundo Castro, evita encharcamentos do solo e acidentes geológicos graves.

Durante análise da situação no sábado à noite, o governador explicou:

Com os rios dragados e limpos, a água flui mais rapidamente, evitando o encharcamento demasiado do solo.”


Estado monitora mais de 400 pontos de risco

Castro também revelou que, entre os 470 pontos monitorados, apenas 100 não registram chuva no momento. Portanto, a maior parte do território enfrenta risco de desastres.

Está chovendo no estado inteiro. Estamos com o estado em atenção total”, afirmou o governador.


Comando dividido em regiões estratégicas

O controle das ações emergenciais foi dividido entre lideranças militares:

  • Na região Serrana, o próprio governador coordena as operações;
  • Na Costa Verde, o comandante-geral dos Bombeiros, Cel. Tarcísio Salles, lidera os trabalhos;
  • Na Baixada Fluminense, quem atua diretamente é o comandante da PM, Cel. Marcelo de Menezes.

A estratégia visa garantir resposta rápida e descentralizada diante da crise climática.


Entenda: as chuvas no Rio e a ausência de Castro no ato de Bolsonaro

  • Cláudio Castro cancelou presença em ato político de Jair Bolsonaro em São Paulo.
  • Ele permanece em Petrópolis, onde lidera ações contra impactos das chuvas.
  • Governo fluminense monitora 470 pontos de risco no estado.
  • Apenas 100 desses pontos não apresentam chuva neste momento.
  • Dragagem e limpeza de rios ajudaram a reduzir danos em 2025.
  • O governador coordena a força-tarefa na região Serrana.
  • Corpo de Bombeiros e PM também atuam nas demais regiões.

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