Condomínios do Rio buscam segurança especializada contra “arrastão do alumínio”

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O roubo a residências vem aumentando no Estado do Rio desde o ano passado. Segundo dados apurados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), mais de 1.010 roubos a residências foram realizados em 2021. Logo nos primeiros meses de 2022, já foram identificados mais de 108 casos. A Tijuca é o bairro que concentra o maior número de incidências. Na maioria dos casos, os criminosos praticam o que vem sendo chamado de “arrastão do alumínio”, ou seja, o roubo de portas, grades, calhas, tubulações, conexões de gás e bicicletas de edifícios. Segundo o coordenador da Cipa Síndica, Bruno Gouvêa, os condomínios começam a investir em sistemas de segurança modernos, com vigilância 24h e monitoramento online para evitar esse tipo de prejuízo.

– Há sistemas para todos os bolsos e sem perda de eficiência. Os ladrões fazem, principalmente na Tijuca, o chamado “arrastão do alumínio. O prejuízo é enorme e, na falta de uma resposta mais efetiva do poder público, cabe ao síndico recorrer a empresas especializadas em segurança para tentar conter essas ações — destaca Gouveia.

A síndica profissional da Cipa, Lisandra Barros, responsável pela administração de diversos condomínios na Zona Sul da cidade, acredita que, independente do porte do condomínio, é importante investir num sistema que garanta a segurança dos moradores e a integridade dos imóveis.

– Um dos nossos condomínios passou por uma situação bem complicada, com o assaltante invadindo áreas internas e roubando diversos itens dos prédios e dos moradores. Depois disso, contratamos uma empresa especializada, aumentamos o alcance das nossas câmeras e posicionamos um monitoramento em pontos estratégicos — revela Lisandra.

Ela destaca que, além de ajudarem a combater assaltos e invasões, o sistema de segurança também coíbe possíveis agressões surgidas entre moradores e funcionários.

– Esse tipo investimento ajuda o síndico a resolver querelas internas e a identificar problemas que possam existir internamente. Todos ficamos mais seguros com esse tipo de ferramenta — avalia a síndica da Cipa

Redacao

Equipe de jornalistas do Jornal DC - Diário Carioca

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