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A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou nesta quarta-feira (26/09), em segunda discussão, o projeto de lei 4.324/18, que inclui as insulinas análogas – que é o tipo de insulina mais moderno – no arsenal terapêutico distribuído pela Secretaria de Estado de Saúde aos portadores de diabetes tipo 1. O texto, de autoria dos deputados Dr. Julianelli (PSB) e Gilberto Palmares (PT), altera a Lei 4.119/03, que regulamenta a distribuição gratuita de medicamentos e materiais necessários ao monitoramento da glicemia capilar e tratamento das pessoas com diabetes. A proposta seguirá para o governador Luiz Fernando Pezão, que tem até 15 dias úteis para sancionar ou vetar.

Integrantes de organizações e pessoas com diabetes estiveram no Plenário durante a votação. A vice-presidente da Associação dos Diabéticos da Lagoa (Adila), Sheila Vasconcellos, explicou que atualmente o Governo do Estado somente distribui outros tipos de insulina, que têm uma ação mais lenta no organismo. “As insulinas análogas são as mais modernas e têm uma ação rápida, evitando muitas vezes desmaios devido a picos de glicose no sangue, o que dificulta a vida das pessoas. Sou diabética há 33 anos e minha qualidade de vida melhorou muito depois que eu passei a utilizar as insulinas análogas. Esta norma é muito importante para melhorar o tratamento dos diabéticos”, comemorou Sheila.

Na justificativa do projeto, os autores do texto destacam que o controle dos níveis glicêmicos é essencial para o tratamento do diabetes mellitus. “Os custos com a prevenção de agravos e a promoção da saúde são muito menores em comparação ao tratamento das complicações resultantes da diabetes. As insulinas análogas são uma das principais formas de correção das hiperglicemias”, apontam os deputados.

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