Na Casa Branca, líderes focam em minerais estratégicos, reforma da ONU e evitam atritos sobre o PIX.
Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump encerraram uma reunião de três horas com sorrisos estratégicos e uma agenda focada em "realpolitik".
Lula descreveu o encontro como "amor à primeira vista", uma ironia fina para selar a distensão.
Trump, por sua vez, classificou o petista como "dinâmico", sinalizando que o Brasil é o parceiro indispensável para frear a influência chinesa na América Latina.