Estudo da Universidade Federal Fluminense utiliza tecnologia de satélite para identificar hotspots de erosão e pressão urbana na Mata Atlântica entre 1984 e 2024.
O levantamento, que abrangeu 21.980 km² do litoral fluminense, adapta pela primeira vez no Brasil uma metodologia da ONU para ambientes tropicais úmidos.
O estudo prova que o estresse hidrológico do Rio, somado à ocupação de encostas, cria uma bomba relógio ambiental.
Para o leitor fluminense, o dado é um alerta sobre a segurança habitacional.