Ao longo da entrevista com jornalistas e radialistas, o ministro Guilherme Boulos citou exemplos de países que não sofreram com baixa produtividade após implementação de redução da jornada de trabalho. Foto: Diego Campos/Secom-PR
O preço do diesel acumulou alta de 25% nas últimas três semanas no Brasil, pressionado pela crise no Golfo Pérsico e pela alta do petróleo no mercado internacional.
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Lideranças de caminhoneiros concordaram em não deflagrar greve imediata e aceitaram negociar com o ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência.
A reunião está marcada para quarta-feira. Entidades do setor de combustíveis alertaram para risco de desabastecimento em 15 dias caso a alta persista.