O crescimento acelerado das montadoras chinesas no mercado brasileiro chamou atenção de países-membros da OTAN, que monitoram a expansão da indústria automotiva chinesa como questão de segurança estratégica.
No Brasil, veículos da BYD, GWM e Chery alcançaram 12% de participação no mercado de automóveis novos em 2025, partindo de 2% em 2023.
A preocupação da aliança militar ocidental envolve a coleta de dados por veículos conectados e a dependência tecnológica de cadeias de suprimento controladas por Pequim.








