No Trapiche Barnabé, Salvador, Lula da Silva, aos 80 anos, enquadrou as eleições 2026 como defesa da democracia ante fascismo latente.
Com Alckmin e aliados, o ato dos 46 anos do PT expôs fraturas sistêmicas: orçamento secreto, polarização e soberania regional. Efeitos borboleta ameaçam estabilidade latina em 2026, com BRICS sob pressão.
Apostas pela Democracia
“O que está em jogo é a democracia desse país”, proclamou Lula, pintando 2026 como barreira contra fascismo bolsonarista. Vitória assegura liberdade de expressão e ganhos sociais para trabalhadores. Em contexto de instituições fragilizadas pós-2022, o PT se reposiciona como guardião, mas cobra coesão interna.
Soberania como Eixo Vital
Lula defendeu autonomia brasileira e latina, citando Cuba e Venezuela: problemas internos resolvidos por povos locais. Relações internacionais amplas, sem submissão, marcam o eixo PT. Em 2026, com Trump e Milei, Brasil equilibra BRICS e Ocidente, evitando armadilhas neocoloniais.
Análise & Contexto
Críticas ao Orçamento Secreto
Classificou o mecanismo como “sequestro do orçamento executivo”, grave mesmo com apoios petistas. Aos 80, Lula ironiza viver “sua melhor passagem pela Terra”, mas fustiga vala comum política. Causa sistêmica: corrupção endêmica erode confiança pública.
Cobrança à Militância
Vocês têm obrigação moral de não deixar PT na vala comum”, conclamou, exigindo diálogo com periferias e defesa operária. Edinho Silva reforçou formação política e alianças sociais. Evento encerra debates sobre conjuntura, eleições e justiça climática.
Efeitos Borboleta Regionais
Polarização brasileira irradia: fascismo ameaça América do Sul, onde ditaduras digitais crescem. PT como antídoto global, mas falhas internas arriscam credibilidade. 2026 testa se narrativa democrática supera extremismos transnacionais.





