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Lei Rouanet humilha o negacionismo: impacto de R$ 25,7 bilhões prova que cultura é o melhor negócio do Brasil

Estudo da FGV revela que cada R$ 1 investido retorna R$ 7,59 para a economia; setor gerou 228 mil empregos em 2024 e superou arrecadação tributária da própria renúncia fiscal.

14 de janeiro de 2026

Enquanto o gado ideológico segue mugindo contra o incentivo à cultura, os números da Fundação Getulio Vargas (FGV) acabam de silenciar o pasto da desinformação com o peso da realidade econômica. Em 2024, a Lei Rouanet não apenas fomentou a arte, mas operou como uma verdadeira turbina de desenvolvimento, movimentando impressionantes R$ 25,7 bilhões. O dado mais acachapante da pesquisa divulgada nesta terça-feira (13) é o multiplicador de retorno: para cada R$ 1 que o Estado deixou de arrecadar via renúncia fiscal, R$ 7,59 voltaram para a sociedade através de consumo, serviços e dinamismo comercial.

O estudo enterra de vez o mito da “mamata”. Em termos de arrecadação, o retorno foi direto aos cofres públicos: para cada real incentivado, o país recebeu R$ 1,39 de volta em impostos. Ou seja, a Rouanet não é um gasto, é um investimento com lucro líquido garantido para o Estado. Sob a gestão de Margareth Menezes, o mecanismo registrou o primeiro aumento real de recursos desde 2011, alcançando um público de quase 90 milhões de brasileiros — quase metade da população. “Investir em cultura é investir em gente”, resumiu a ministra, celebrando os 228 mil postos de trabalho mantidos por uma engrenagem que sustenta hotéis, restaurantes e transportes muito além dos palcos.

No Diário Carioca, a análise é de que a cultura brasileira deixou de ser o alvo preferencial do obscurantismo para retomar seu papel de pilar da economia criativa. Com programas focados no Norte, Nordeste e em favelas, o governo Lula descentralizou o fomento, levando dignidade e renda para onde o Estado antes só chegava com repressão. A “Navalha Carioca” não perdoa: quem ainda chama a Lei Rouanet de desperdício ou tem dificuldades com a matemática básica da FGV, ou simplesmente nutre um ódio patológico pelo desenvolvimento social que o brilho da arte proporciona.

A Radiografia do Sucesso Cultural (2024)

Os dados da FGV mostram uma eficiência que faria inveja a qualquer setor industrial “protegido” por subsídios:

Indicador de ImpactoValor / Dado ConsolidadoEvolução Estratégica
Movimentação EconômicaR$ 25,7 bilhõesImpacto recorde em toda a cadeia produtiva.
Multiplicador SocialR$ 7,59 de retorno para cada R$ 1,00.Salto expressivo (era R$ 1,59 em 2018).
Geração de Empregos228 mil postos de trabalho.1 emprego a cada R$ 12,3 mil investidos.
Arrecadação de TributosR$ 3,9 bilhõesSuperavitário em relação à renúncia fiscal.
InteriorizaçãoCrescimento de 427% no Nordeste.Quebra da hegemonia exclusiva do Eixo Rio-SP.

O Mugido Ideológico

O ódio à Lei Rouanet sempre foi o verniz para o ódio ao pensamento crítico. Ao provar que a cultura gera mais lucro e emprego que muitos setores da Faria Lima, a gestão atual expõe o ridículo da retórica direitista. Em 2024, o Brasil viu que o artista não vive de “vento”, mas move uma engrenagem bilionária de hotéis lotados, passagens aéreas vendidas e pequenos comércios fervilhando. Enquanto a caravana da cultura passa gerando bilhões e distribuindo renda, os bovinos do extremismo continuam mugindo para as nuvens, ignorando que o país voltou a tratar a inteligência como ativo financeiro.


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