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Donald Trump volta atrás e nega planos de ataques na Venezuela

Presidente dos EUA afirma que não há intenção de ofensiva contra regime de Nicolás Maduro, apesar do reforço militar na região
31 de outubro de 2025
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Donald Trump - Foto: Joyce N. Boghosian/Oficial Casa Branca
Donald Trump - Foto: Joyce N. Boghosian/Oficial Casa Branca
Por JR Vital JR Vital — Analista Geopolítico
JR Vital
JR Vital Analista Geopolítico
● Fato Verificado

Jornalista do Diário Carioca.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que não planeja realizar ataques militares dentro da Venezuela, mesmo diante da crescente pressão sobre o regime do presidente Nicolás Maduro. A declaração acontece em meio a um aumento significativo da presença militar americana nas proximidades da América do Sul.

Intensificação militar americana na região

Washington enviou para a região unidades com caças, navios de guerra, tropas terrestres e o porta-aviões USS Gerald R. Ford, em um movimento oficialmente justificado pelo combate ao narcotráfico. A operação também é vista como alerta diplomático e demonstração de força diante de governos considerados hostis, como o da Venezuela.

Essa presença reforçada nas águas sul-americanas gerou tensões e receios diplomáticos, especialmente na Venezuela e em países aliados da administração Maduro.

Contexto geopolítico

Nos últimos dias, a região vem acompanhando uma escalada da pressão dos EUA para aumentar o isolamento da Venezuela e promover mudanças políticas no país, que enfrenta uma séria crise econômica e social, além de denúncias de violações de direitos humanos.

Apesar da reafirmação do presidente Trump em evitar ações de ataque direto, a movimentação militar americana é interpretada como postura firme contra o governo venezuelano e seus aliados.

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