Relações Institucionais

Gleisi Hoffmann declara respeito a Alcolumbre e rejeita fisiologismo

Ministra de Relações Institucionais afirma que relação com o Senado é de mútuo respeito e repele acusações de negociação de cargos e emendas na indicação ao STF
Gleisi Hoffmann - Foto Valter CampanatoAgência Brasil = Diário Carioca
Gleisi Hoffmann - Foto Valter CampanatoAgência Brasil
Por JR Vital JR Vital — Analista Geopolítico
JR Vital
JR Vital Analista Geopolítico
● Fato Verificado

Jornalista do Diário Carioca.

A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, utilizou suas redes sociais neste domingo (30) para defender a relação do governo federal com o Senado, em meio à polêmica envolvendo a demora no envio da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF).

No texto, Gleisi afirma que o governo Lula mantém “o mais alto respeito e reconhecimento” pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e repele qualquer insinuação de que haveria negociação de cargos ou emendas ligada ao processo.

O posicionamento da ministra reforça a nota divulgada por Alcolumbre no mesmo dia, na qual o senador criticou setores do Executivo que, segundo ele, tentariam criar uma “falsa impressão” de fisiologismo entre os Poderes.

Gleisi destacou que, assim como o Senado rejeitou esse tipo de interpretação, o governo Lula também considera ofensiva qualquer tentativa de atribuir motivações de fisiologismo à relação institucional.

Governo Destaca Histórico de Diálogo

Em sua postagem, a ministra escreveu que o Executivo jamais consideraria “rebaixar a relação institucional com o presidente do Senado a qualquer espécie de fisiologismo ou negociações de cargos e emendas.”

Ela lembrou ainda que o relacionamento entre o Executivo e o Senado tem sido marcado por transparência, lealdade e respeito às prerrogativas de cada Poder. Gleisi citou exemplos recentes de indicações aprovadas pela Casa:

  • Dois atuais ministros do STF.
  • Procurador-Geral da República (em duas ocasiões).
  • Diretores do Banco Central e agências reguladoras.

Gleisi concluiu que todos esses processos transcorreram de maneira correta e republicana, reforçando que as prerrogativas do Executivo na indicação e do Senado na apreciação dos nomes sempre foram observadas. O posicionamento tenta pacificar o ambiente e conter especulações em meio à tensão natural da dinâmica democrática entre os Poderes.

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