Mentindo?

Chefe da Polícia Legislativa desmente Hugo Motta sobre agressões: ‘Ordem partiu dele’

Por ● Fato Verificado JR Vital — Analista Geopolítico Leia também Raio que atingiu bolsonaristas irresponsáveis em ato de Nikolas desceu por guindaste Raio atinge ato de Nikolas em Brasília: 34 feridos JR Vital Analista Geopolítico Jornalista do Diário Carioca. 𝕏 in Publicado em 10/12/2025 · Atualizado em 07/01/2026 O diretor do Departamento de Polícia Legislativa Federal, Marcelo Guedes de Resende, contradisse a versão oficial da Câmara dos Deputados sobre as agressões a jornalistas no Salão Verde. Resende, filmado atacando profissionais de imprensa, afirmou que a ordem para a retirada forçada partiu diretamente da Presidência da Casa, desmentindo Hugo Motta
Marcelo Guedes de Resende, diretor da Polícia Legislativa: agressão a jornalistas
Marcelo Guedes de Resende, diretor da Polícia Legislativa: agressão a jornalistas
Por JR Vital JR Vital — Analista Geopolítico
JR Vital
JR Vital Analista Geopolítico
● Fato Verificado

Jornalista do Diário Carioca.

O diretor do Departamento de Polícia Legislativa Federal, Marcelo Guedes de Resende, contradisse a versão oficial da Câmara dos Deputados sobre as agressões a jornalistas no Salão Verde. Resende, filmado atacando profissionais de imprensa, afirmou que a ordem para a retirada forçada partiu diretamente da Presidência da Casa, desmentindo Hugo Motta (Republicanos-PB).

Versão Oficial Cai Por Terra

Após a violenta confusão na Câmara, o presidente da Casa, Hugo Motta, havia negado, via assessoria, ter ordenado o uso da força contra a imprensa. A ação ocorreu durante o protesto do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), que ocupou a cadeira da Presidência.

O chefe da Polícia Legislativa, porém, confirmou que as diretrizes para a atuação vieram da cúpula. Resende foi flagrado por câmeras e celulares empurrando e agredindo repórteres e cinegrafistas que cobriam o tumulto.

As imagens da pancadaria circularam rapidamente nas redes e nos telejornais, expondo a violência contra os profissionais de comunicação.

Violência Durante o Protesto

O incidente ocorreu na terça-feira (9 de dezembro de 2025), quando Glauber Braga ocupou a cadeira da Presidência em crítica à condução dos trabalhos por Hugo Motta. A segurança foi acionada para remover o parlamentar, gerando um grande empurra-empurra.

Profissionais de imprensa, que se concentravam na saída do Plenário, foram alvo de empurrões, pontapés e socos enquanto os agentes abriam caminho para Glauber se dirigir ao local onde concederia entrevistas.

O deputado criticou a disparidade no tratamento: “Precisava disso? Precisava dessa violência? Só pedi o mínimo: que me tratassem com o mesmo respeito que tiveram com aqueles que sequestraram a Mesa da Câmara por 48 horas”, declarou Glauber, referindo-se a episódios de invasão menos reprimidos.

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