Clamor Popular

Protesto em Manaus eleva o tom contra o comando da Câmara e rejeita anistia e dosimetria

O Norte não cochichou: falou alto e cedo.
Cartazes e bandeiras nas ruas do país denunciam tentativa de anistia a golpistas do 8 de janeiro | Crédito: Luiza Melo/Brasil de Fato DF Facebook
Cartazes e bandeiras nas ruas do país denunciam tentativa de anistia a golpistas do 8 de janeiro | Crédito: Luiza Melo/Brasil de Fato DF Facebook
Por JR Vital JR Vital — Analista Geopolítico
JR Vital
JR Vital Analista Geopolítico

Jornalista do Diário Carioca.

Manaus (AM) foi palco de protesto na manhã deste domingo, com manifestantes levando às ruas um recado direto ao comando do Congresso. O ato teve como eixo central a rejeição à anistia e à proposta de dosimetria considerada branda.

Durante a manifestação, o nome do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, foi alvo direto de palavras de ordem.

Sem perdão político
Os manifestantes afirmaram que “quem ficar ao lado de golpista não será perdoado”, reforçando o lema “Sem anistia” e ampliando a crítica à dosimetria. O protesto também ecoou o grito “Fora Hugo Motta”, direcionado à condução política do tema no Congresso.

Palavras de ordem
O ato reuniu frases curtas e diretas, com tom de advertência política e cobrança pública, rejeitando qualquer recuo em relação à punição dos envolvidos em tentativas de ruptura institucional.

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