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Fotógrafo da Câmara processa Carlos Bolsonaro por perseguição política

Servidor afirma que vereador expôs seus dados pessoais e o acusou injustamente após manifestação pacífica no Rio.
Carlos Bolsonaro - Foto: CMRJ
Carlos Bolsonaro - Foto: CMRJ
Por JR Vital JR Vital — Analista Geopolítico
JR Vital
JR Vital Analista Geopolítico
● Fato Verificado

Jornalista do Diário Carioca.

Segundo informações do Blog do Ancelmo Gois, de O Globo, o fotógrafo Guilherme Camilo, servidor da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, entrou com uma ação judicial contra o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), alegando perseguição política.

Segundo Camilo, o episódio teve início após ele participar, no dia 2 de setembro, de uma manifestação pacífica em frente à residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, no condomínio Vivendas da Barra, na Zona Oeste do Rio.


Ação por danos morais

O fotógrafo afirma que, após o protesto, Carlos Bolsonaro abriu um procedimento administrativo na Câmara apontando suposta conduta irregular e ainda divulgou nas redes sociais um boletim de ocorrência contendo seus dados pessoais.

Na ação, que tramita na 39ª Vara Cível da Capital, Camilo pede indenização de R$ 10 mil por danos morais e uma retratação pública do vereador.


Exposição indevida

De acordo com o Blog do Ancelmo, a publicação feita por Carlos Bolsonaro teria exposto o nome completo, CPF e outras informações pessoais do servidor, o que, segundo a defesa de Camilo, configuraria violação de privacidade e abuso de poder político.

A assessoria do vereador não se manifestou até a última atualização desta reportagem.

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