PF investiga grupo que movimentou R$ 600 milhões em criptoativos

Por JR Vital — Analista Geopolítico Leia também Asfalto sem consulta na Amazônia Delegada “concursada pelo crime” leva liderança do PCC para festa de gala da Polícia Civil JR Vital Analista Geopolítico Jornalista do Diário Carioca. 𝕏 in Publicado em 15/06/2023 · Atualizado em 27/05/2024 A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (15), a Operação Ilha da Fantasia, contra um grupo que, por meio de compra e venda de criptoativos, é suspeito de movimentar ilegalmente cerca de R$ 600 milhões. Um dos alvos é acusado também de abuso sexual infantil. A investigação foi deflagrada com o objetivo de combater crimes
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JR Vital
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Jornalista do Diário Carioca.

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (15), a Operação Ilha da Fantasia, contra um grupo que, por meio de compra e venda de criptoativos, é suspeito de movimentar ilegalmente cerca de R$ 600 milhões. Um dos alvos é acusado também de abuso sexual infantil.

A investigação foi deflagrada com o objetivo de combater crimes contra o sistema financeiro nacional e de ações de organização criminosa.

Segundo a PF, os investigados captaram recursos de clientes, “prometendo pagamento de remuneração expressiva, que seria obtida através de operações de compra e venda de criptoativos”.

De acordo com os investigadores, os principais suspeitos podem ter movimentado, nos últimos três anos, aproximadamente R$ 600 milhões. Oito mandados de busca e apreensão e três de prisão preventiva foram cumpridos em Campina Grande, na Paraíba.

Um dos alvos de mandado de prisão já havia sido preso no Rio de Janeiro pela Polícia Civil por crime de abuso sexual infantil. A PF, no entanto, não entrou em detalhes sobre o caso.

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