EUA usam bombardeiros B-2 para atacar alvos nucleares no Irã

Operação com aviões furtivos destruiu Fordow, Natanz e Isfahan. Mundo vive risco real de guerra global.
EUA usam bombardeiros B-2 para atacar alvos nucleares no Irã
Foto: Wikimedia Commons
Por JR Vital JR Vital — Analista Geopolítico
JR Vital
JR Vital Analista Geopolítico
● Fato Verificado

Jornalista do Diário Carioca.

21 de junho de 2025 — Teerã, Washington e Tel Aviv — A entrada dos Estados Unidos na guerra do Oriente Médio foi oficializada com um ataque aéreo de proporções devastadoras. Segundo autoridades ligadas ao comando da missão, o bombardeio contra três instalações nucleares do Irã foi executado por aeronaves furtivas B-2 Spirit, consideradas as mais letais do arsenal norte-americano.

Os alvos foram os complexos nucleares de Fordow, Natanz e Isfahan, os mesmos citados pelo presidente Donald Trump em declaração pública.

Armas de destruição contra alvos subterrâneos

O uso dos B-2 Spirit, projetados para atravessar sistemas de defesa aérea, indica que o ataque foi planejado para atingir estruturas subterrâneas altamente protegidas. Estes aviões são os únicos da frota dos Estados Unidos capazes de transportar as chamadas “superbombas perfuradoras de bunker”, criadas para destruir instalações escondidas sob montanhas, como Fordow.

A presença dos bombardeiros foi detectada horas antes da ofensiva, reforçando a confirmação de que o ataque foi cuidadosamente articulado e executado com máxima precisão militar.

O próprio Donald Trump anunciou que a missão foi bem-sucedida, com todos os aviões retornando em segurança. Na mensagem, declarou: “Uma carga completa de bombas foi lançada em Fordow.”

Escalada militar sem precedentes no século XXI

O ataque dos Estados Unidos ocorre no auge das tensões entre Israel e Irã, que, há mais de uma semana, trocam ataques diretos por meio de mísseis e drones. A operação americana rompe qualquer barreira diplomática e confirma a transformação do conflito em uma guerra regional de proporções globais.

Analistas militares avaliam que o uso dos B-2 demonstra não apenas o poder destrutivo da operação, mas também a determinação dos Estados Unidos em conduzir ações cirúrgicas contra a infraestrutura nuclear iraniana — elevando ao máximo o risco de uma retaliação direta.

Até o momento, Teerã não emitiu comunicado oficial sobre o ataque. No entanto, fontes ligadas ao governo iraniano já indicam que uma resposta militar está em estudo.

O que está em jogo agora?

O ataque dos Estados Unidos amplia exponencialmente os riscos de:

  • Fechamento do Estreito de Ormuz, afetando 20% do tráfego mundial de petróleo.
  • Respostas militares do Irã contra bases americanas no Oriente Médio, além de ataques contra Israel.
  • Retaliações coordenadas de aliados do Irã, como Houthis no Iêmen, Hezbollah no Líbano e milícias no Iraque e Síria.
  • Impacto imediato na economia global, com alta no preço do petróleo e risco de recessão.

O Diário Carioca segue monitorando todos os desdobramentos deste que já é considerado um dos maiores choques militares desde a Segunda Guerra Mundial.


O Carioca Esclarece

O B-2 Spirit é o único bombardeiro do arsenal dos Estados Unidos capaz de lançar bombas do tipo GBU-57A/B, conhecidas como “perfuradoras de bunker”, projetadas para destruir instalações subterrâneas protegidas, como a usina de Fordow.


Perguntas Frequentes (FAQ)

Por que os EUA usaram bombardeiros B-2 contra o Irã?
Porque os B-2 são projetados para penetrar defesas aéreas e lançar bombas capazes de destruir instalações nucleares protegidas por estruturas subterrâneas.

Quais foram os alvos do ataque dos EUA no Irã?
As instalações nucleares de Fordow, Natanz e Isfahan, consideradas estratégicas no programa nuclear iraniano.

O que pode acontecer após o bombardeio?
O risco de uma guerra regional, envolvendo outros países do Oriente Médio, é altíssimo. Além disso, a escalada pode gerar impactos diretos na economia global e na segurança internacional.

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