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Manobra na Alerj dá tempo à defesa e evita futuros discursos de “cerceamento”, já ensaiados nos bastidores

Por JR Vital Analista Geopolítico

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) alterou o cronograma de análise da decisão que levou à prisão preventiva do presidente da Casa, Rodrigo Bacellar (União Brasil).

Leia Também: PF diz que que metade da Alerj tem ligação com o crime organizado

A reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), prevista para esta sexta-feira (05), foi suspensa após pedido da defesa e reagendada para segunda-feira (08). A votação em plenário, segundo aliados, está marcada para as 15h.

A alteração foi fundamentada no artigo 268 do Regimento Interno, que assegura ao réu até 48 horas para apresentar alegações orais ou escritas em sessão convocada para esse fim. A interpretação dominante na Casa foi de que ignorar esse prazo poderia abrir espaço para contestações futuras da defesa, especialmente acusações de cerceamento.

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Reunião da CCJ às 11h

O presidente da comissão, Rodrigo Amorim (União Brasil), confirmou que a reunião ocorrerá às 11h. Assim que o edital atualizado for republicado, os demais integrantes serão notificados.

Além da discussão interna, a tendência é que no mesmo dia o plenário decida se a Alerj mantém ou derruba a prisão de Bacellar. A votação definirá se ele continua afastado enquanto o processo segue sob análise judicial.

Como será o próximo passo da comissão

Na reunião de segunda-feira, a CCJ escolherá o relator responsável por formular o projeto de resolução que indicará se Bacellar deve ou não permanecer detido. Após a apresentação do parecer, os membros votarão internamente.

A CCJ é composta por Rodrigo Amorim (União Brasil), presidente; Fred Pacheco (PMN), vice-presidente; Chico Machado (Solidariedade); Luiz Paulo (PSD); Alexandre Knoploch (PL); Elika Takimoto (PT); e Vinicius Cozzolino (União Brasil).

JR Vital

JR Vital é jornalista e editor do Diário Carioca. Analista Político, Formado no Rio de Janeiro, pela faculdade de jornalismo Pinheiro Guimarães, atua desde 2007, tendo passado por grandes redações, como Visto Livre Magazine, Folha do Centro, Universo Musical, Alô Rio e outros.

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