Ex-deputada estadual e atualmente vereadora suplente de Carlos Bolsonaro, Alana Passos voltou ao noticiário após ganhar repercussão uma denúncia por peculato ligada à sua atuação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
A ex-parlamentar, à época filiada ao PTB, teve seu nome associado a uma investigação do Ministério Público envolvendo a estrutura de seu gabinete.
Empregada doméstica no gabinete
O caso diz respeito à nomeação da própria empregada doméstica, Fabiana Cristina da Silva, como assessora parlamentar. Segundo a apuração, a funcionária permaneceu nomeada por pelo menos sete meses.
A nomeação ocorreu em 3 de dezembro de 2019, quando Fabiana passou a constar oficialmente como assessora parlamentar vinculada à estrutura da Alerj.
Atuação fora da Assembleia
Durante a investigação, órgãos de controle apontaram que a assessora não exercia atividades nas dependências da Assembleia Legislativa.
Em depoimento à polícia, Fabiana afirmou que seu local de trabalho era a residência da deputada, situada em Queimados, na Baixada Fluminense, onde realizava as tarefas que lhe eram atribuídas.
Decisão do STJ
Apesar dos elementos reunidos ao longo da investigação, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu trancar a ação penal, encerrando o processo criminal.
A decisão não analisou o mérito dos fatos narrados, limitando-se ao entendimento jurídico adotado no caso.

