Donald Trump, o fascista idiotizado que comanda a Casa Branca, vomitou ódio contra o show de Bad Bunny no Super Bowl LX. Chamou a performance porto-riquenha de “bagunça repugnante”, uma “afronta à América”, porque ninguém entendia o espanhol e a dança feria seus padrões racistas de excelência. Mas o ridículo é cristalino: Trump e seu aliado Marco Rubio são filhos diretos de imigrantes – o avô do primeiro veio da Alemanha nazificada, o pai de Rubio fugiu de Cuba –, e agora posam de guardiões da pureza ianque contra o povo que constrói os EUA com suor latino. Essa hipocrisia ditatorial desmascara o núcleo podre do trumpismo: medo de corpos marrons que ousam ocupar o palco central.
Hipocrisia Imigrante Desnuda o Monstro
Trump nasceu de mãe escocesa que cruzou oceanos precários, Rubio de pai cubano que varria pisos em Miami para sobreviver. Esses dois vendem ódio anti-imigrante enquanto lucram com o trabalho de latinos que limpam suas mansões e colhem suas fortunas. Bad Bunny, com reggaeton cru e letras que falam de resistência boricua, enfiou essa verdade na goela da elite branca: o Super Bowl, templo do capital, agora pulsa com ritmos de Porto Rico, México e Brasil. O ataque de Trump não é sobre idioma; é pavor de perder o controle narrativo sobre quem define “América”. Seus posts no Truth Social, com 60 milhões de views em horas, só amplificam a vitória cultural dos de baixo.
Resistência Latina Invade o Império
Bad Bunny não pediu licença: primeiro show 100% espanhol no intervalo, com “DeBÍ TiRAR MáS FOToS” ecoando para 132 milhões de olhos nos EUA e 500 milhões em streams globais. Ele parou shows em 2019 contra o governador ladrão de Porto Rico, ao lado de Residente e Ricky Martin, provando que a arte latina não se curva. Enquanto o ICE massacra famílias em Minnesota e Kristi Noem ameaça deportações em massa, o Levi’s Stadium vira trincheira: dançarinos de cumbia colombiana, salsa cubana e funk carioca desafiam o fascismo que quer confinar latinos a guetos invisíveis. A NFL, covarde, recuou das ameaças do ICE, mas Bad Bunny já conquistou o terreno simbólico.
Supremacia Branca Tremendo nas Bases
Turning Point USA, matilha da extrema-direita, montou “shows paralelos” online para boicotar, gritando politização. Mas os números esmagam: audiência subiu 12% sobre 2025, jovens de 18-34 anos grudados na tela enquanto Trump rage-tweeta. Roger Goodell chama Bad Bunny de gênio global, Apple Music banca porque sabe: latinos são 20% da população americana, geram trilhões em PIB, mas fascistas como Trump querem apagá-los. Rubio, cubanolândia fingida, silencia porque sabe que seu pai seria o primeiro deportado no show do chefe. Essa rachadura expõe o trumpismo como clube de hipócritas: filhos de migrantes virando algozes de migrantes.
Disputa pelo Coração da Nação Dividida
O Super Bowl não é futebol; é ringue de classes onde o povo latino grita existência. Trump ataca coreografias como “repugnantes” porque elas celebram quadris livres, não o puritanismo branco que ele impõe. Bad Bunny nomeou nações americanas de Alaska a Patagônia no final, hackeando “God Bless America” para um hino hemisférico. Isso aterroriza ditadores de terno: se o entretenimento bilionário vira megafone de justiça social, o império racista desaba. Protestos anti-ICE explodem enquanto o show roda em loop no TikTok, com 250 milhões de shares. A vitória não é só de Benito; é da multidão que constrói os EUA e agora dita o ritmo.
Legado Contra o Ódio Institucionalizado
Fascistas idiotizados como Trump sonham com América monolíngue, mas 41 milhões de falantes de espanhol nos EUA já viram o futuro. Bad Bunny, Grammy x6, força o capital a engolir autenticidade latina sem anglicismos forçados. A Casa Branca treme porque o povo pobre, marrom e dançante invade o prime-time nacional, desmontando a narrativa de superioridade ariana. Marco Rubio, mais um vendilhão de raízes, assiste calado enquanto seu eleitorado hispano migra para a resistência cultural. O ataque de Trump só prova: eles temem a força coletiva que Bad Bunny representa.





