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Operação de Brasil e Argentina mobiliza navios e aviões em meio a ameaça de Trump à Venezuela

Exercício naval “Fraterno” envolveu mais de 600 militares, cinco navios, um submarino e duas aeronaves em águas entre Rio de Janeiro e Salvador
Militares argentinos em exercício de abordagem e inspeção na Fragata Independência (crédito: Marinha do Brasil)
Militares argentinos em exercício de abordagem e inspeção na Fragata Independência (crédito: Marinha do Brasil)
Por JR Vital JR Vital — Analista Geopolítico
JR Vital
JR Vital Analista Geopolítico
● Fato Verificado

Jornalista do Diário Carioca.

As Marinhas do Brasil e da Argentina concluíram, em 15 de agosto, a Operação Fraterno 2025, exercício militar conjunto que mobilizou mais de 600 militares, além de cinco navios, um submarino e duas aeronaves de guerra.

As ações ocorreram entre o Rio de Janeiro e Salvador, em um momento de tensão regional marcado pela ordem do ex-presidente norte-americano Donald Trump para enviar destróieres à costa da Venezuela.

O treinamento incluiu simulações de combate aéreo, perseguição a embarcações hostis, disparos de canhões navais e operações de abordagem, ampliando a interoperabilidade entre as forças navais.

A edição deste ano da Fraterno destacou-se pelo aumento da mobilização brasileira — o dobro de efetivo em relação a 2024 — e pela proximidade da área de operações com o Caribe e a Venezuela.

Enquanto isso, o governo brasileiro segue monitorando os navios militares dos EUA enviados para a região, após Trump elevar a pressão contra o governo de Nicolás Maduro.

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