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Javier Milei tira a Argentina da OMS

Presidente justifica saída por "diferenças na gestão sanitária" durante a pandemia.

JR Vital - Diário Carioca
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JR Vital
JR Vital - Diário Carioca
Editor e analista geopolítico
JR Vital é jornalista e editor do Diário Carioca. Analista Político, Formado no Rio de Janeiro, pela faculdade de jornalismo Pinheiro Guimarães, atua desde 2007, tendo...
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Donald Trump e Javier Milei se encontraram nos Estados Unidos – Foto: Reprodução/X/

Buenos Aires – 5 de fevereiro de 2025 – A Argentina anunciou nesta quarta-feira (5) sua retirada da Organização Mundial da Saúde (OMS). O porta-voz do governo, Manuel Adorni, explicou que a decisão foi tomada devido a “diferenças sobre a gestão sanitária”, especialmente durante a pandemia de Covid-19.

Adorni criticou a influência da OMS na política de saúde do país, afirmando que a organização levou o ex-presidente Alberto Fernández a implementar “o maior confinamento da história da humanidade”. Ele enfatizou que a Argentina não aceita interferências externas em sua soberania e saúde pública.

Flexibilidade nas Políticas de Saúde

O porta-voz garantiu que a saída da OMS não resultará em perda de recursos financeiros para o país, uma vez que a Argentina não recebe financiamento da organização. “Pelo contrário, essa decisão proporciona maior flexibilidade para implementar políticas adaptadas aos interesses e necessidades do nosso país”, afirmou Adorni.

Alinhamento com Trump

A decisão de Milei ecoa ações do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que também retirou seu país da OMS. Trump criticou a organização, alegando que os Estados Unidos contribuíam mais do que outros países, como a China. Em janeiro, após assumir o cargo, Milei fez uma declaração semelhante: “A OMS nos roubou. Isso não vai acontecer mais”.

Repercussões Internas e Externas

A saída da Argentina da OMS pode ter implicações significativas para a saúde pública no país e sua posição em questões globais de saúde. A decisão reflete uma tendência crescente entre líderes populistas de desafiar instituições internacionais e priorizar políticas nacionais.

Entenda o Caso: Saída da Argentina da OMS

  • Motivo: Diferenças na gestão sanitária durante a pandemia.
  • Declaração: Manuel Adorni critica interferência externa.
  • Impacto: Aumento da flexibilidade nas políticas de saúde.
  • Alinhamento político: Comparação com ações de Donald Trump.
  • Repercussões: Possíveis consequências para a saúde pública e relações internacionais.
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JR Vital - Diário Carioca
Editor e analista geopolítico
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JR Vital é jornalista e editor do Diário Carioca. Analista Político, Formado no Rio de Janeiro, pela faculdade de jornalismo Pinheiro Guimarães, atua desde 2007, tendo passado por grandes redações, como Visto Livre Magazine, Folha do Centro, Universo Musical, Alô Rio e outros.