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Hugo Motta prioriza saúde e educação, não anistia

Presidente da Câmara destaca foco em áreas sociais e evita pautar anistia aos presos do 8 de janeiro
Hugo Motta - Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados
Hugo Motta - Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados
Por JR Vital JR Vital — Analista Geopolítico
JR Vital
JR Vital Analista Geopolítico
● Fato Verificado

Jornalista do Diário Carioca.

Durante evento em homenagem a Tancredo Neves, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o Congresso deve concentrar esforços em áreas como saúde, educação e segurança pública, deixando em segundo plano discussões sobre a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro.​

Motta ressaltou que a população espera avanços concretos nessas áreas e pediu que os parlamentares direcionem suas energias para temas que tragam benefícios reais ao país.

Foco nas demandas sociais

Em seu discurso, Hugo Motta enfatizou a necessidade de priorizar políticas públicas que impactem diretamente a vida dos brasileiros. Ele destacou que o Parlamento deve se dedicar a resolver problemas estruturais, como a melhoria dos serviços de saúde, o fortalecimento da educação e o combate à violência.​

Pressão por anistia

Apesar de sua posição, Motta enfrenta pressão de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro para pautar o projeto de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. O requerimento de urgência para a tramitação da proposta já conta com 262 assinaturas, número superior ao mínimo necessário.

Diálogo com o STF

Para lidar com o impasse, o presidente da Câmara planeja discutir o tema com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A intenção é buscar uma solução que respeite o equilíbrio entre os poderes e atenda às expectativas da sociedade.

Famílias pressionam

Além da pressão política, familiares dos presos cogitam iniciar uma greve de fome no Congresso Nacional para forçar a votação da anistia. A estratégia visa sensibilizar os parlamentares e acelerar a tramitação do projeto.​

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