A Justiça do DF condenou em segunda instância o deputado bolsonarista Gustavo Gayer (PL-GO) a pagar R$ 10 mil ao PT por associar o partido a traficantes e assassinos durante campanha de 2024. No vídeo, Gayer detonou eleitores de Lula como “bandidos violentos” após tiroteio contra Renato Araújo, candidato do PL em Angra dos Reis, mentindo que a esquerda ataca conservadores. Essa fábrica de ódio, típica da milícia digital bolsonarista, incendeia o país com desinformação para justificar o caos que eles mesmos semeiam nas favelas e urnas. Gayer, fantoche do golpe, agora engole a lei que esmaga sua verborragia fascista.
Mentiras Eleitorais Desmascaradas na Raça
Gayer postou o vídeo em 21 de setembro de 2024, fingindo que petistas alvejaram Araújo no Morro do Santo Antônio – ninguém ferido, autores sumiram, zero prova contra PT. “Esquerda é violenta, assassinos que querem matar o outro lado”, cuspiu ele, para inflamar base extremista e boicotar eleições limpas. O PT processou por fake news e ofensa coletiva, provando que o deputado torceu fatos para demonizar um partido que tirou 36 milhões da miséria enquanto PL enche bolsos de gado rico. Tribunal rejeitou imunidade parlamentar: isso é abuso, não mandato – Gayer usou redes para guerra suja, não debate público.
Bolsonarismo como Fábrica de Veneno Político
Esses deputados do ódio operam como engrenagem do antipetismo que matou democracia em 2016 e tentou golpe em 2023. Gayer, eleito com mentira do kit gay e comunismo, agora chora liberdade de expressão enquanto espalha pavor contra Lula e aliados. O relator João Egmont foi cirúrgico: distorção factual para sujar moral do PT configura insulto grave, fora do exercício da função. PL-GO, ninho de negacionistas da vacina e defensores de milícias rurais, vê rachadura: justiça começa a podar línguas que armam o povo contra o povo pobre. R$10 mil é pouco, mas abre precedentes para calar a escória.
Esquerda Resiste ao Cerco da Desinformação
Enquanto Gayer mente sobre “eleitores assassinos do Lula”, dados do TSE mostram fake news bolsonaristas multiplicadas por 400% em 2024, financiadas por ruralistas que lucram com fome brasileira. PT representa cotas raciais, salário mínimo real e direitos indígenas que PL quer varrer para o Xingu. A condenação expõe fragilidade do bolsonarismo sem mentiras: sem gritar “comunismo” ou “traficantes petistas”, desmoronam como castelo de areia. Lula, réu político absolvido, assiste a milícia judicializada perder fôlego – o povo das periferias sabe quem luta por moradia, não quem atira em comitiva presidencial.
Recurso Inútil do Deputado Fantoche
Gayer vai recorrer, claro, mas TJ-DF já enterrou sua defesa constitucional: campanha em rede social não é plenária, é crime eleitoral disfarçado. PL nacional, atolado em desvios de emendas e CPI do 8/1, treme com precedentes como esse – deputados que xingam adversários pagam caro. A decisão reforça Estado Democrático de Direito contra hordas que sonham com AI-5 light. Bolsonaristas como Gayer alimentam tiroteios reais em favelas ao culpar esquerda por violência que eles ignoram com armas legais para jagunços. Justiça avança, ódio recua – mas vigília segue.
Vitória Simbólica na Luta Antifascista
R$10 mil ao PT sinaliza hora de prestar contas para quem usa mandato como megafone de ódio classista. Gayer representa legião que chama pobre de vagabundo e pobre preto de bandido – agora, tribunal obriga silêncio seletivo. Bolsonarismo sangra em instâncias: de Moro fuzilado pelo STF a deputados muzzados por juízes. PT, maior partido operário da história, absorve o troco e segue mobilizando bases contra privatarias e fome induzida. A condenação grita: no Brasil soberano, mentira tem preço, e o deles sobe a cada sentença.
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