Dignidade

Pobre no Orçamento, Brasil no Mundo: Lula sanciona R$ 6,54 trilhões para 2026 com ganhos reais na Saúde, Educação e Salário Mínimo

Com meta de superávit e respeito ao arcabouço, governo consolida a "economia da vida": mínimo sobe para R$ 1.621 e investimentos sociais blindam o país contra o retrocesso; vetos barram tentativas de dreno fiscal no Congresso.

Vanessa Neves
Por
Vanessa Neves
Vanessa Neves
Editora de Política
Vanessa Neves é Jornalista, editora e analista de mídias sociais do Diário Carioca. Criadora de conteúdo, editora de imagens e editora de política.
- Editora de Política
Lula - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Enquanto a extrema-direita se perde em labirintos de fake news e escândalos bancários, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva entrega o que realmente importa: previsibilidade, dignidade e comida no prato. Nesta quarta-feira (14), com publicação no Diário Oficial de amanhã, foi sancionada a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026. O montante de R$ 6,54 trilhões não é apenas um número; é a certidão de que o Brasil escolheu investir no seu povo sem abrir mão da seriedade fiscal. A meta de resultado primário de R$ 34,2 bilhões prova que é possível, sim, cuidar dos mais pobres mantendo as contas em ordem — uma lição de economia real que as viúvas do “teto de gastos” ainda se recusam a aprender.

A Educação saltou para R$ 233,7 bilhões e a Saúde para R$ 271,3 bilhões. É o fortalecimento do SUS e da escola pública como barreiras contra a barbárie. O salário mínimo de R$ 1.621 garante o ganho real que faz a roda da economia girar no comércio do bairro, e não apenas nas planilhas da Faria Lima. Programas como o Pé-de-Meia e o Gás para Todos são as redes de proteção que impedem que a crise global derrube quem está na base da pirâmide. Lula sancionou o orçamento com vetos estratégicos — cerca de R$ 400 milhões que parlamentares tentaram desviar das regras fiscais —, mantendo o equilíbrio necessário para que o crescimento de 2,5% nas despesas seja sustentável e não inflacionário.

No Diário Carioca, a análise é de que o Orçamento de 2026 é o último prego no caixão do desmonte institucional. Enquanto o regime de Trump ameaça o Ártico e o clã Valadão se explica na PF, o Brasil de Lula planeja o futuro com participação social e pé no chão. O PPA participativo deu voz ao povo, e a LOA agora dá os recursos. É o Estado voltando a servir ao cidadão, e não aos caprichos de uma elite que sempre viu o investimento social como “gasto”.

A Radiografia do Futuro: Onde o Dinheiro Vai Chegar

O Orçamento de 2026 prioriza o desenvolvimento humano sob as regras do Regime Fiscal Sustentável:

Programa / ÁreaValor Previsto (2026)Evolução / Impacto
Saúde (SUS)R$ 271,3 bilhõesAlta de R$ 17,2 bi para cirurgias e remédios.
EducaçãoR$ 233,7 bilhõesFoco em alfabetização e ensino técnico.
Salário MínimoR$ 1.621,00Aumento real (acima da inflação).
Bolsa FamíliaR$ 158,63 bilhõesGarantia de segurança alimentar.
Pé-de-MeiaR$ 11,47 bilhõesIncentivo para o jovem não abandonar a escola.
Gás para TodosR$ 4,7 bilhõesEnergia acessível para famílias de baixa renda.

A “Responsabilidade com o Povo”

O orçamento sancionado é o antídoto contra o veneno da desinformação de Nikolas Ferreira e seus asseclas. Enquanto eles mentem sobre o Pix, Lula assina o cheque para o SUS. A “Navalha” corta a hipocrisia: o mercado, que tanto temia o “descontrole”, agora tem uma meta de superávit de R$ 34,2 bilhões para cobrar. O governo Lula mostra que a verdadeira responsabilidade fiscal é aquela que não gera fome.

Os vetos de R$ 400 milhões são um recado claro ao Congresso: o orçamento é público, não paroquial. Em 2026, o Brasil entrará no exercício com a casa arrumada e o coração batendo à esquerda, garantindo que a retomada da dignidade não seja um voo de galinha, mas um projeto de nação. Enquanto alguns pastores buscam assistência religiosa na cela, o povo brasileiro recebe assistência orçamentária para viver com decência.


- Publicidade -
MARCADO:
Vanessa Neves
Editora de Política
Seguir:
Vanessa Neves é Jornalista, editora e analista de mídias sociais do Diário Carioca. Criadora de conteúdo, editora de imagens e editora de política.