
Em mais um episódio que escancara sua total falta de empatia e compromisso com a classe trabalhadora, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) assumiu publicamente sua posição contra o bem-estar social. Nesta quarta-feira (4), o parlamentar — cuja trajetória é marcada por polêmicas vazias e produtividade legislativa nula — vangloriou-se de ter votado contra o programa Gás do Povo. A proposta, que visa garantir a gratuidade do botijão de 13kg para famílias em situação de vulnerabilidade, foi aprovada por uma maioria esmagadora de 415 votos, deixando Nikolas isolado em um gueto de apenas 29 votos contrários, movidos puramente pelo rancor ideológico e pela tentativa de sabotar o combate à fome.
Para tentar justificar o injustificável, o deputado recorreu a um malabarismo retórico cínico. Nikolas alegou que o programa “limita a liberdade” das beneficiárias, simplesmente porque o governo Lula optou por garantir a entrega direta do insumo em vez de depositar um valor em dinheiro que, muitas vezes, era corroído pela inflação ou por urgências médicas de famílias desesperadas. Ao atacar a rede de 10 mil revendedoras credenciadas que já operam em todas as capitais, o parlamentar ignora a realidade de quem hoje precisa escolher entre comprar o gás ou o feijão. Sua preocupação com a “liberdade” soa como escárnio vindo de quem sempre votou para retirar direitos e precarizar a vida de quem mais precisa.
A “canalhice” política se completa quando Nikolas, do alto de seus privilégios parlamentares, questiona os dados de redução da pobreza no Brasil, tentando transformar um programa de assistência em munição para teorias conspiratórias eleitorais. Enquanto o governo federal projeta o fim da “pobreza energética” e a ampliação do benefício para 15 milhões de famílias até março de 2026, Nikolas Ferreira confirma sua função no Congresso: ser o freio de mão de qualquer avanço social. A aprovação da MP, que agora segue para o Senado, é uma vitória da dignidade humana sobre a política do ódio e da fome personificada pela extrema-direita mineira.
Takeaways:
- Nikolas Ferreira assume o papel de inimigo do povo ao votar contra o Gás do Povo.
- Deputado isola-se em uma minoria de apenas 29 votos contra 415 favoráveis.
- O argumento da “liberdade” é usado para esconder a tentativa de desidratar políticas sociais de sucesso.
- O programa combate a pobreza energética, garantindo o botijão gratuito na mão de quem tem fome.
Fatos-chave:
- Votação histórica ocorreu no dia 3 de fevereiro de 2026.
- Nikolas Ferreira (PL) e Bia Kicis (PL) lideraram a resistência contra o benefício.
- O novo programa amplia a rede de atendimento para 15 milhões de famílias brasileiras.
- O Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) já instalou postos de retirada em todas as capitais.





