Kaja Kallas, chefe da diplomacia da UE, avisa: Rússia e China lucram com divisões entre Europa e EUA. Culpa tarifas impostas por Donald Trump a aliados europeus sobre Groenlândia, segundo fontes como The New York Times e Pravda Ucrânia. Kallas postou no X: “Eles devem estar em festa”.
Motivo: resistência à compra da ilha por Washington. Groenlândia, território autônomo dinamarquês, rejeita ideia desde primeiro mandato de Trump.
Kallas sugere debater segurança da Groenlândia na OTAN, não via punhos tarifários. Tarifas empobrecem ambos os lados, diz ela, minando prosperidade transatlântica. Episódio distrai da prioridade: fim da guerra russa na Ucrânia.

Tarifas Trump salvam ou afundam aliados?
Em 2026, contexto web (Reuters, Euronews) mostra Europa unida: França, Alemanha e Suécia enviam tropas à Groenlândia para reforçar Dinamarca. Trump alega “submarinos chineses” na ilha; Copenhague nega, mas negocia. Divisões beneficiam Moscou e Pequim, que assistem o Ocidente brigar.
Por que Kallas mira OTAN agora?
Segurança ártica em risco com China/Rússia na jogada. Kallas rejeita “fim da OTAN” (Euronews), alertando contra narrativas de JD Vance. UE pressiona ativos russos congelados (€300B) para Ucrânia.
Europa responde: Parlamento condena Trump, chama por apoio concreto a Dinamarca/Groenlândia. Ministro dinamarquês Lars Løkke Rasmussen admite: “Não mudamos posição americana, mas baixamos temperatura”.
Aqui vão as jogadas cínicas no tabuleiro:
- Trump tarifa 10-25% em 8 nações.
- Kallas: “Field day” para rivais.
- Europa manda militares à ilha.
- Foco Ucrânia não some.
- China sente pressão por apoio a Rússia.
Groenlândia vira moeda de troca global?
Trump revive obsessão de 2019: minerais ricos atraem. Dinamarca reforça presença; UE vê oportunidade para sanções chinesas (tarifas EVs já em vigor). Racha ocidental distrai de Kiev.

Rússia ri por último nessas tarifas?
Moscou ganha tempo na Ucrânia enquanto Ocidente discute Ártico. Kallas insiste: priorize paz, não punições internas. ABC News nota Europa “unida” contra ameaças.
China entra no ringue ártico?
Trump acusa “destroyers chineses”; Kallas liga a prosperidade UE-EUA ao freio em Pequim. 2026 Trends: buscas “Greenland China” explodem 150%.

As frentes de tensão:
| Frente | Posição Trump | Resposta Kallas/UE | Ganho Adversário |
|---|---|---|---|
| Tarifas | 10% fev, 25% jun | Empobrece aliados | Rússia/China festejam |
| Groenlândia | Compra forçada | OTAN debate segurança | Divisão OTAN |
| Ucrânia | ? (pós-2024) | Prioridade máxima | Tempo para Moscou |
| China | Acusações navais | Pressão sanções | Apoio impune a RU |
Gráfico timeline crise Groenlândia (diariocarioca.com):
Timeline Groenlândia 2026
Fonte: diariocarioca.com | Análise diplomática
Timeline horizontal responsiva: divisões Ocidentais beneficiam rivais estratégicos
Europa resiste ou negocia com Trump?
Parlamento UE condena; líderes como Frederiksen alertam fim OTAN se força usada. Mas Rasmussen baixa tom pós-Washington. Equilíbrio delicado.
Ucrânia paga preço desse racha?
Kallas: não distraia do core task. Ativos russos para Kiev – China deve “sentir custo” de apoio a Putin. Al Jazeera nota tarifas como “downward spiral”.
OTAN sobrevive à briga tarifária?
Kallas acena: Ártico via aliança, não guerra comercial. Vance narrativas hostis ganham eco se divisão persistir.
Tarifas realmente beneficiam Rússia/China?
R: Sim, diz Kallas – racha Ocidental é “field day” para eles. Reuters confirma distração Ucrânia.
UE pode ignorar Trump?
R: Tenta unidade, mas tarifas batem economia. OTAN como saída elegante.
Groenlândia chinesa é real?
R: Trump alega submarinos; Dinamarca nega. Mas minerais atraem Pequim – foco OTAN.
Impacto prosperidade 2026?
R: Kallas avisa empobrecimento mútuo; UE mira sanções China pós-EVs.
As tarifas Trump testam laços transatlânticos, mas Kallas joga pelo foco Ucrânia. Rússia e China assistem popcorn na mão – Ocidente acorda a tempo?





