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Cúmplices da Traição

Governadores tentam emplacar o traidor da pátria Eduardo Bolsonaro como secretário estadual

Articulação permite ao deputado atuar fora da Câmara, reforçando rede política alinhada ao bolsonarismo

Por JR Vital JR Vital — Analista Geopolítico
JR Vital
JR Vital Analista Geopolítico
● Fato Verificado

Jornalista do Diário Carioca.

Brasília, 21 de julho de 2025 — Aliados bolsonaristas discutem nomear Eduardo Bolsonaro como secretário estadual, estratégia que manteria sua relevância política mesmo sem atuação direta no Congresso. As informações são da CNN.

Governadores alinhados ao PL costuram rota alternativa para Eduardo Bolsonaro continuar no jogo político sem precisar ocupar cadeira na Câmara dos Deputados. A proposta envolve nomeação para um cargo de secretário em um governo estadual — saída que evita desgaste parlamentar e amplia seu alcance fora do Congresso.

A janela aberta para essa manobra estratégica ganha forma no governo de Santa Catarina, chefiado por Jorginho Mello, braço-direito da família Bolsonaro. Mello enxerga no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro uma ponte oficial com o governo Trump nos EUA — ele já atua em Washington há meses, defendendo sanções contra autoridades brasileiras para blindar o patriarca do clã.

A proposta vai além da mera burocracia. Eduardo Bolsonaro articula canais diplomáticos com figuras como Javier Milei (Argentina) e potencialmente constrói interlocução em áreas de influência do bolsonarismo internacional. O dispositivo jurídico para enquadrar essa saída reinterpreta laços políticos como infração mínima ao regime impositivo do mandato.

Na Câmara, a ofensiva avança também no plenário. O deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) protocolou em junho proposta para flexibilizar o regimento interno, autorizando parlamentares a exercerem mandatos residindo no exterior — justamente endereço eleitoral atual de Eduardo Bolsonaro.

O líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), em paralelo, articula regime de licença especial: deputados poderiam se afastar por até 240 dias sem remuneração, resguardando status e influência política durante esse período. A combinação das medidas constrói uma saída institucional sofisticada, capaz de preservar o mandato e promover atuação remota com respaldo jurídico.

A articulação escancara uma transgressão implícita: eleger pessoas não por votos, mas por conectividade nacional e internacional, e proteger lideranças políticas de tribunais e processos ao custo de recursos públicos. O núcleo bolsonarista avança na institucionalização da influência via nomenclaturas, blindagem partidária e presença midiática.

Não se trata de falha no sistema, mas de falência da vocação democrática. A migração do poder legislativo para o executivo estadual se apresenta como recurso para evitar face a processos judiciais, ao mesmo tempo em que fortalece nexo político-eleitoral fora dos corredores parlamentares. Um gol contra a lógica de prestação de contas, mas em favor da perpetuação da família no campo do poder.

Perguntas e Respostas

Por que Eduardo Bolsonaro busca cargo estadual?
Para manter atuação política e influência fora da Câmara, sem depender da rotina parlamentar.

Quem apoia a manobra?
Governadores bolsonaristas, especialmente Jorginho Mello (Santa Catarina), e liderança do PL na Câmara.

O que muda no regimento da Câmara?
Propostas permitem residência no exterior ou licença de até 240 dias sem perda de mandato.

Isso fere a democracia?
Sim. Desvia lógica eleitoral, substituindo responsabilidade pública por artifício institucional.

Qual o objetivo final?
Salvaguardar Eduardo Bolsonaro de processos judiciais e garantir papel político internacional.

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