A mentira, no laboratório da extrema direita brasileira, não é um erro de percurso; é o combustível de um projeto de poder que odeia o povo. A mais recente operação das milícias digitais, que utilizou um vídeo editado para sugerir que Luiz Inácio Lula da Silva seria contra o estudo para os pobres, beira o delírio psicótico de quem não tem currículo para apresentar e precisa fabricar a infâmia. Lula, o presidente que mais abriu as portas das universidades federais para a classe trabalhadora, agora é alvo daqueles que, há pouco tempo, aplaudiam a ojeriza de Paulo Guedes ao ver “empregadas domésticas indo para a Disney”. A elite do atraso, representada por figuras como Flávio Bolsonaro, Nikolas Ferreira e o decadente Roger Moreira, não suporta a ideia de meritocracia real: o filho da empregada competindo em pé de igualdade com o herdeiro inútil da madame.
Confira a integra da menção de Lula:
O alcance dessa fraude é um alerta de guerra. Quando um vídeo manipulado atinge a marca de 100 mil compartilhamentos — não visualizações, mas propagações deliberadas da mentira —, estamos diante de uma engrenagem de destruição de reputações que opera no vácuo da impunidade. Não houve um único bolsonarista preocupado em “dar palco” ao presidente; eles sabem que o estrago da fala falsa é o que alimenta o ódio cego. Enquanto isso, “coaches de militância” perfumados sugerem que ignoremos o fascismo para não lhe dar audiência. É uma tese que beira a cumplicidade. O fascismo não se ignora com elegância; o fascismo se combate com a força da verdade e o rigor da lei.
Agora veja a canalhice da direita burra brasileira:
O ressentimento da elite e o fantasma de Paulo Guedes
O que incomoda essa gente não é uma suposta fala de Lula, mas a realidade física de um país que se atreveu a sonhar alto. A “farra das domésticas” mencionada por Guedes era o sintoma de uma elite que se sente agredida quando os aeroportos e as salas de aula de medicina deixam de ser privilégios hereditários. Para os milicianos digitais, a mentira é a única arma capaz de apagar o fato de que foi sob os governos do PT que o Brasil viveu sua maior expansão educacional. Eles projetam em Lula o próprio desprezo que sentem pela base da pirâmide, tentando convencer o pobre de que seu maior aliado é, na verdade, seu inimigo.
| Estratégia da Fraude | Objetivo Político | Alvo Social |
| Edição Maliciosa | Desidratar a popularidade de Lula. | A classe trabalhadora desinformada. |
| Propagação por Milícias | Criar uma “verdade paralela” via WhatsApp/X. | O eleitorado periférico e jovem. |
| Inversão Narrativa | Esconder o corte de verbas da educação no governo anterior. | Estudantes e beneficiários do ProUni/Fies. |
| Ataque à Memória | Fazer o povo esquecer o desprezo de Guedes e Bolsonaro. | Famílias que ascenderam via educação. |
A coordenação desses ataques, capitaneada por Carol de Toni e outros expoentes do atraso, revela que os bastidores dessa gente são movidos por um projeto de manutenção de castas. Eles sabem que o conhecimento liberta, e um povo liberto não aceita ser governado por quem flerta com a tortura e a entrega da soberania nacional. A tese de que o pobre “não nasceu para estudar” é o DNA da direita brasileira, que agora tenta, cinicamente, colar essa etiqueta em quem sempre lutou pelo contrário.
Ignorar essas mentiras sob o pretexto de “não dar palco” é um erro estratégico fatal. Se você compartilha a verdade, você quebra a bolha do ódio. O silêncio dos bons é o que permite que o grito dos mentirosos se torne o consenso das redes. Lula não é o inimigo do estudo; ele é o pesadelo de quem quer o Brasil como uma eterna fazenda colonial, onde o diploma é um luxo de poucos. O combate ao fascismo digital exige coragem para expor os rostos de quem lucra com o engano. Se a verdade dói para os milicianos, que ela seja dita em todos os cantos, até que o último vídeo editado seja desmascarado pelo peso da realidade.
foram citados nesta notícia: Luiz Inácio Lula da Silva, Paulo Guedes, Flávio Bolsonaro, Nikolas Ferreira, Carol de Toni, Roger Moreira, Jair Bolsonaro, Palácio do Planalto.





