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Servidores Públicos do Rio de Janeiro ganham espaço na Alerj para defesa de seus direitos

Primeira reunião do Grupo de Trabalho com os servidores busca soluções urgentes para a valorização e cumprimento de acordos salariais

Por JR Vital JR Vital — Analista Geopolítico
JR Vital
JR Vital Analista Geopolítico
● Fato Verificado

Jornalista do Diário Carioca.

Na última quinta-feira, 20, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) sediou a primeira reunião do Grupo de Trabalho (GT) das demandas dos servidores públicos estaduais. O GT, anteriormente instituído pelo presidente da Casa, Rodrigo Bacellar (União), tem o objetivo de promover uma discussão direta entre os parlamentares e representantes das categorias de servidores. Participaram do encontro os deputados Flavio Serafini (PSOL), Rodrigo Amorim (União), Luiz Paulo (PSD), Marcelo Dino (União), Lilian Behring (PCdoB), Elika Takimoto (PT) e Tia Ju (Republicanos).

A reunião foi uma oportunidade para que os servidores, especialmente os vinculados ao Fórum dos Servidores Públicos do Estado (Fosperj), apresentassem suas demandas, com destaque para a recomposição salarial e o pagamento imediato dos valores devidos pelo governo desde 2023, conforme acordado na aprovação do novo modelo de remuneração em 2021. 

Durante o encontro, a deputada Lilian Behring, que é servidora pública do estado, reforçou seu compromisso com a luta pela valorização dos profissionais e destacou a importância de buscar soluções concretas para a recomposição orçamentária. 

“A valorização dos servidores públicos deve ser o motor do desenvolvimento econômico do nosso estado. Vamos atuar em conjunto com os deputados e dialogar com o Executivo para garantir que os servidores recebam o que lhes é devido e para promover um Rio de Janeiro mais forte e justo”, afirmou a deputada Lilian. 

O Grupo segue com o compromisso de trabalhar de forma colaborativa para garantir que as demandas dos servidores sejam atendidas com urgência. O Poder Executivo precisa cumprir com a segunda parcela pendente, de 6,5%, correspondente ao ano passado, e ainda incluir o incremento previsto no orçamento de 2025.

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