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Horóscopo dos Anjos: Previsões para fevereiro 2026

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De acordo com o horóscopo, fevereiro 2026 irradia luz divina com alinhamentos angelicais, convidando cada signo a invocar seu arcanjo guardião para amor, carreira, finanças e saúde. Acenda velas brancas e recite preces diárias para ativar essas bênçãos celestiais nos 12 signos.

Áries (Arcanjo Miguel): Proteção e Coragem Invencível

Arcanjo Miguel blinda Áries contra desafios. Amor ganha força protetora; casais superam testes em 10-17/02. Carreira avança com decisões ousadas; finanças blindam-se de perdas. Saúde fortalece com espada de luz; ore por escudos azuis.

Touro (Arcanjo Gabriel): Mensagens de Abundância

Gabriel entrega revelações a Touro. Amor flui com comunicações divinas; solteiros recebem convites celestiais dia 14. Finanças multiplicam via insights intuitivos; carreira anuncia promoções. Saúde vocal e tireoide harmoniza com trombetas douradas.

Gêmeos (Arcanjo Rafael): Cura e Renovação Rápida

Rafael cura dualidades de Gêmeos. Amor restaura laços feridos; datas românticas curam corações pós-5/02. Carreira cura bloqueios profissionais; finanças recuperam dívidas. Saúde respiratória e nervos brilham com cajado verde-esmeralda.

Câncer (Arcanjo Uriel): Iluminação Interior Profunda

Uriel ilumina intuições de Câncer. Amor desperta almas gêmeas espirituais; uniões profundas lua nova (1/02). Carreira ilumina caminhos ocultos; finanças revelam tesouros escondidos. Saúde emocional clareia com chamas alquímicas.

Leão (Arcanjo Metatron): Ativação do Eu Superior

Metatron eleva Leão à mestria. Amor ativa chamas sagradas twin flame; paixões elevadas 20-25. Carreira ascende registros akáshicos; finanças multiplicam geometricamente. Saúde cardíaca pulsa com cubos sagrados de luz.

Virgem (Arcanjo Chamuel): Amor Incondicional e Paz

Chamuel preenche Virgem de ternura. Amor busca parcerias perfeitas; solteiros encontram paz dia 12. Carreira harmoniza equipes; finanças atraem doçura abundante. Saúde digestiva acalma com rosas cor-de-rosa divinas.

Libra (Arcanjo Jofiel): Beleza e Prosperidade Radiante

Jofiel embeleza Libra com ouro. Amor atrai relacionamentos estéticos; equilíbrio perfeito 8-15. Carreira brilha criatividade visual; finanças prosperam via beleza. Saúde pele e olhos rejuvenescem com raios solares.

Escorpião (Arcanjo Zadkiel): Perdão e Transmutação Violeta

Zadkiel transmuta Escorpião em renascimento. Amor libera karmas antigos; uniões transformadoras 18/02. Carreira perdoa erros passados; finanças dissolvem dívidas. Saúde emocional purifica chamas violetas flamejantes.

Sagitário (Arcanjo Gabriel): Expansão e Boas Novas

Gabriel expande horizontes de Sagitário. Carreira viaja para sucessos globais; promoções dia 22. Amor anuncia compromissos divinos; finanças crescem viagens. Saúde pernas e fígado vitaliza com anúncios celestiais.

Capricórnio (Arcanjo Raziel): Segredos do Universo Revelados

Raziel decifra mistérios para Capricórnio. Amor desperta sabedoria ancestral; conexões kármicas. Carreira acessa blueprints divinos; finanças multiplicam alquimia. Saúde óssea e dentes fortalecem com tomos sagrados.

Aquário (Arcanjo Miguel): Liberação Coletiva e Inovação

Miguel liberta Aquário para voos altos. Finanças inovam comunidades; ganhos grupais 10-17. Amor liberta amizades românticas; carreira revoluciona tech. Saúde circulação flui com asas azuis invencíveis.

Peixes (Arcanjo Rafael): Milagres de Cura Espiritual

Rafael realiza prodígios em Peixes. Amor cura uniões etéricas; intuições guiam 3-9. Carreira espiritualiza missões; finanças fluem milagres. Saúde psíquica e pés restauram com bálsamo esmeralda.

Tabela de Arcanjos e Bênçãos por Signo (Fevereiro 2026)

SignoArcanjo GuardiãoAmorCarreiraFinançasSaúde
ÁriesMiguelProtetoraOusadaBlindadaFísica
TouroGabrielDivinaAnunciadaIntuitivaVocal
GêmeosRafaelRestauradaCuradaRecuperadaNervosa
CâncerUrielEspiritualIluminadaOcultaEmocional
LeãoMetatronSagradaAkáshicaGeométricaCardíaca
VirgemChamuelTernuraHarmonizadaDoceDigestiva
LibraJofielEstéticaCriativaBelaPele/Olhos
EscorpiãoZadkielKármicaPerdoadaDissolvidaEmocional
SagitárioGabrielCompromissoGlobalViajantePernas
CapricórnioRazielAncestralBlueprintAlquímicaÓssea
AquárioMiguelLibertadoraRevolucionáriaColetivaCirculatória
PeixesRafaelEtéricaEspiritualMilagrosaPsíquica

Horóscopo dos Orixás: Previsões para Fevereiro de 2026

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De acordo com o horóscopo, fevereiro 2026 traz vibrações de renovação sob influência lunar e solar, perfeitas para alinhar energias zodiacais com Orixás do Candomblé e Umbanda.

Cada signo recebe proteção específica para amor, carreira, finanças e saúde. Realize ebós simples com velas brancas para ativar previsões.

Áries (Oxalá): Paz e Novas Conexões

Oxalá guia Áries à calma em fevereiro. No amor, relacionamentos florescem com paciência; solteiros atraem almas gêmeas em 15-20. Carreira avança com liderança serena; finanças estabilizam pós-10. Saúde exige repouso contra estresse.

Touro (Iemanjá): Abundância nas Águas

Iemanjá inunda Touro de prosperidade. Amor ganha profundidade emocional; casais renovam laços em lua cheia (12/02). Finanças explodem com ganhos inesperados; invista em 1-7. Carreira flui criativa; saúde intestinal pede chás de ervas.

Gêmeos (Xangô): Justiça e Vitórias

Xangô traz equilíbrio para Gêmeos. Carreira brilha com promoções justas por volta de 18/02; defenda ideias. Amor exige comunicação honesta; solteiros encontram pares leais. Finanças melhoram com acordos; saúde respiratória fortaleça com Oxalá.

Câncer (Oxóssi): Caça ao Sucesso

Oxóssi aponta caminhos para Câncer. Amor floresce em florestas emocionais; datas românticas 5-12. Carreira caça oportunidades profissionais; rede de contatos expande. Finanças colhem frutos de paciência; saúde emocional equilibra com banhos de folhas.

Leão (Iansã): Tempestade de Paixão

Iansã sacode Leão com ventos transformadores. Amor explode em paixões intensas; evite ciúmes pós-20. Carreira lidera mudanças radicais; finanças crescem via riscos calculados. Saúde física resista com danças e ventos de renovação.

Virgem (Nanã): Sabedoria Ancestral

Nanã oferece clareza a Virgem. Amor amadurece com paciência; relacionamentos profundos em 8-15. Finanças organizam-se com planejamento; heranças espirituais chegam. Carreira ganha mestria; saúde óssea cuide com terra e orações calmas.

Libra (Obaluaiê): Cura e Harmonia

Obaluaiê cura desequilíbrios de Libra. Amor harmoniza parcerias; solteiros curam feridas antigas. Carreira equilibra justiça social; finanças recuperam via saúde mental. Saúde transforma doenças em força; ebó com pipoca ativar.

Escorpião (Oxum): Doces Vitórias Amorosas

Oxum adoça Escorpião com miel. Amor transborda sensualidade; uniões passionais 14/02. Finanças fluem como cachoeiras douradas; atraia riqueza. Carreira brilha criativa; saúde emocional banhe em águas de mel para prosperidade.

Sagitário (Ogum): Guerreiros do Progresso

Ogum arma Sagitário para batalhas vitoriosas. Carreira conquista promoções; corte obstáculos em 22-28. Amor forja laços fortes; finanças abrem caminhos metálicos. Saúde física fortaleça com ferros e coragem; evite impulsos.

Capricórnio (Oxumaré): Arco-Íris de Mudanças

Oxumaré curva Capricórnio em ciclos felizes. Amor colorido surpreende; relacionamentos evoluem. Finanças circulam abundância; carreira ascende em espiral. Saúde adapta-se a transformações; rituais com cobra para fluidez.

Aquário (Logunedé): Pescarias de Riqueza

Logunedé pesca oportunidades para Aquário. Finanças abundam em águas profundas; ganhos coletivos 10-17. Amor mistura amizade e paixão; carreira inova tech-espiritual. Saúde mental flui com redes sociais equilibradas.

Peixes (Ewá): Mistérios Revelados

Ewá desvenda segredos para Peixes. Amor místico une almas; intuições guiam em 3-9. Carreira espiritualiza sucesso; finanças intuitivas prosperam. Saúde psíquica proteja com ervas raras; medite em pântanos de clareza.

Tabela de Orixás e Focos por Signo (Fevereiro 2026)

SignoOrixá GuardiãoAmorCarreiraFinançasSaúde
ÁriesOxaláRenovaçãoLiderançaEstabilidadeRepouso
TouroIemanjáProfundidadeCriatividadeGanhosIntestinal
GêmeosXangôHonestaPromoçõesAcordosRespiratória
CâncerOxóssiRomânticoOportunidadesColheitaEmocional
LeãoIansãIntensoMudançasRiscosFísica
VirgemNanãMaduroMestriaPlanejamentoÓssea
LibraObaluaiêHarmoniaJustiçaRecuperaçãoCura
EscorpiãoOxumSensualCriativaAbundânciaEmocional
SagitárioOgumForteConquistasCaminhosFísica
CapricórnioOxumaréSurpresaAscensãoCiclosAdaptável
AquárioLogunedéAmizadeInovaçãoColetivaMental
PeixesEwáMísticoEspiritualIntuitivaPsíquica

Mercado da Bola 2026: Demissões, reforços e contratações

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O mercado da bola em janeiro de 2026 ferve com demissões históricas, contratações milionárias e pré-contratos de astros europeus livres para julho. Cruzeiro e Palmeiras despontam como sensações brasileiras com reforços cirúrgicos, enquanto Flamengo segue agressivo atrás de Paquetá. Manchester United sacode Premier League com saída de Ruben Amorim após 14 meses turbulentos.​

Terremoto no Manchester United: Amorim Fora

Manchester United demite Ruben Amorim nesta segunda-feira (5) após críticas públicas à diretoria por falta de reforços invernais. Contratado em nov/2024 por €11M, o português deixa o time em 6º na Premier League (31 pontos em 20 jogos). Michael Carrick assume interinamente; Xavi (ex-Barça), Gareth Southgate e Enzo Maresca (demitido Chelsea) cotados.​

Cruzeiro: Sensação com Fagner, Cunha e Bomba Gerson

Cruzeiro fecha Fagner (definitivo, pós-rescisão Corinthians, aval Tite) e goleiro Matheus Cunha (ex-Flamengo). Recusa propostas rubro-negras por Kaio Jorge; libera Gabigol (apresentado Santos com coletiva) e Eduardo (Mirassol). Mega-negócio: pai de Gerson (28 anos, Zenit) negocia €15M + zagueiro Jonathan Jesus como contrapeso, mirando domínio Mineiro e Brasileirão.

Palmeiras Consolida Hegemonia com Marlon Freitas

Palmeiras anuncia meia Marlon Freitas (Botafogo), com liberação direta de John Textor; jogador deu coletiva hoje (5/1). Reforço pontual reforça favoritismo à Série A/Libertadores, após base sólida e ranking CBF topo. Verdão vira sensação global por gestão eficiente e G-4 projetado.

Flamengo Ataca: Paquetá, Kaio Jorge e Viña Fora

Flamengo insiste em Kaio Jorge (Cruzeiro rejeita nova oferta) e acerta salários com Lucas Paquetá (West Ham, €40M proposta). Marcos Leonardo na mira; negocia Matías Viña ao River Plate (Argentina), gerando caixa para ataque letal. Rubro-Negro lidera como sensação ofensiva Brasileirão 2026.

Gringos Livres: Dybala, Maignan e “Seleção” R$2,4Bi

Desde 1º/1, Paulo Dybala (sucessor Messi), Mike Maignan (Milan, €25M), Upamecano (Bayern, €70M), Bernardo Silva (City, €27M), Vlahovic (Juventus, €35M) assinam pré-contratos grátis. “Seleção” europeia livre soma R$2,4bi (Transfermarkt); Flamengo cita Vlahovic. Outros: Konaté (Liverpool), Rúben Neves (Al Hilal), Gnabry (Bayern).

Europeus em Ebulição: City, Roma e Tottenham Lideram

Man City acerta Marc Guehi (€20M, Palace); Roma leva Donyell Malen (empréstimo Villa, €25M compra) + Robinio Vaz (€25M Marselha); Tottenham fecha Conor Gallagher (€40M Atlético-MG). Fenerbahçe negocia Kanté; Atalanta por Raspadori (€23M). Real Madrid demite Xabi Alonso (Álvaro Arbeloa assume); Klopp na mira.

Projeções: Cruzeiro/Palmeiras Sensações, Copa do Mundo Fator

Cruzeiro (Fagner/Gerson) e Palmeiras (Freitas) projetados top 3 Brasileirão; Flamengo briga título. Mundial Clubes/Libertadores ganham com brasileiros fortes. Mercado pré-Copa (5 meses) exige assertividade: acertos reacendem seleções, erros derrubam astros.

Tabela de Negociações e Status (Jan/2026)

Jogador/TécnicoClube AtualInteressadoStatus
N’Golo KantéAl-IttihadFenerbahçeNegociando
Vinícius SouzaWolfsburgCorinthiansInteressado
Xabi AlonsoFrankfurtInteressado
Marc GuehiCrystal PalaceMan. CityConfirmado
Ter StegenBarcelonaGironaEncaminhado
Timo WernerRB LeipzigSan Jose EarthquakesEncaminhado
Giacomo RaspadoriAtlético MadridAtalantaEncaminhado
Robinio VazOlympique MarselhaRomaEncaminhado
Donyell MalenAston VillaRomaEncaminhado
Conor GallagherAtlético MadridTottenhamEncaminhado
Lucas PaquetáWest HamFlamengoNegociando
FagnerCorinthiansCruzeiroConfirmado
GersonZenitCruzeiroNegociando
Marlon FreitasBotafogoPalmeirasConfirmado
Matheus CunhaFlamengoCruzeiroConfirmado
GabigolCruzeiroSantosConfirmado
Ruben AmorimMan UnitedDemitido
Mike MaignanMilanLivre pré-contratoDisponível
Bernardo SilvaMan CityLivre pré-contratoDisponível
Paulo DybalaRomaLivre pré-contratoDisponível

O bolsonarismo devora a si mesmo em São Paulo

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O bolsonarismo sempre vendeu unidade como virtude moral. Bastou o vácuo de Eduardo Bolsonaro para que a fábula ruísse. A disputa pelo Senado em São Paulo virou um espetáculo de autofagia política, com a família Bolsonaro travando uma guerra silenciosa — e nada edificante — pelo controle do espólio eleitoral.

Eduardo, cassado por faltas e refugiado nos Estados Unidos, segue operando como se estivesse acima da lei e do calendário político. Réu no STF por tentar constranger o Judiciário via sanções internacionais, o “Bananinha” insiste em governar à distância, indicando Gil Diniz como seu preposto. É a política por controle remoto, versão miliciana.

O que você precisa saber agora
  • Fato central O PL vive um racha interno em SP após a saída de cena de Eduardo Bolsonaro.
  • Evidência Michelle, aliados de Eduardo e o entorno de Tarcísio disputam o controle do palanque.
  • Impacto O caos ameaça o projeto presidencial de Flávio Bolsonaro.
Disputa interna no PL Análise de Poder
AtorMovimentoImpacto
Eduardo BolsonaroIndicação remota de aliadoFragmentação e insegurança jurídica
Michelle BolsonaroExpansão do PL MulherDisputa direta pelo palanque
TarcísioOmissão calculadaVácuo de liderança

Jair Bolsonaro, fiel à sua especialidade, não decide. Mantém todos em suspense enquanto o partido sangra. Marco Feliciano grita, Valdemar pede prazo até o Carnaval e Ricardo Salles reaparece como fantasma inconveniente. O resultado é um bolsonarismo sem comando, sem coesão e sem projeto.

Lula teme que Trump troque a diplomacia pela ocupação forçada da Groenlândia

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O que você precisa saber agora
  • Fato central O governo Lula identifica a ameaça de Trump à Groenlândia como uma ruptura definitiva com as normas de soberania do pós-guerra.
  • Evidência Relatórios internos do Itamaraty apontam que a passividade global diante do saque de petróleo na Venezuela encorajou a expansão territorial americana.
  • Impacto Brasília articula resistência multilateral, temendo que a normalização da “compra forçada” de países coloque recursos naturais brasileiros em xeque.

Embora o presidente Lula mantenha o silêncio estratégico dos chefes de Estado, o nervosismo que emana do Palácio do Planalto é audível nos corredores do Itamaraty. A equipe de assessoria internacional de Lula não descarta que Donald Trump utilize a força para tomar a Groenlândia, elevando a temperatura de um Ártico que já ferve sob a ganância extrativista. Para os interlocutores de Lula, a “ação drástica” mencionada por Washington não é uma metáfora econômica, mas a descrição de uma bota militar pisando em solo dinamarquês. O governo brasileiro, calejado pelo realismo geopolítico, prefere “superlativizar o risco” a ser pego de surpresa pela próxima invasão ianque.

A análise que chega à mesa de Lula é de que a União Europeia, acuada entre a pressão russa a Leste e a truculência americana a Oeste, vive seu momento de maior fragilidade desde o pós-guerra. O grupo de conselheiros de Lula observa com preocupação que a ausência de respostas contundentes ao saque financeiro e territorial na Venezuela serviu de laboratório para Trump. Se a soberania sul-americana pôde ser violada sem grandes sobressaltos, por que o “xerife do mundo” respeitaria o gelo da Dinamarca? A única trava vista por Brasília não é moral, mas eleitoral: o risco de um impeachment caso o equilíbrio no Congresso americano mude.

O Xadrez de Brasília e Bruxelas Análise de Poder
Ator PolíticoAção / PercepçãoRisco Projetado pelo Planalto
Donald TrumpAmeaça de “ação drástica” e tarifas de até 25%.Intervenção militar direta ou anexação forçada.
União EuropeiaRetaliação comercial de € 93 bilhões contra os EUA.Ruptura definitiva da aliança militar ocidental.
Governo LulaAvaliação de cenário via assessoria técnica.Normalização do desrespeito à soberania nacional.

A equipe de Lula percebe que Trump não opera pela lógica do comércio, mas pela lógica da conquista. Enquanto a Europa tenta salvar sua dignidade com planilhas de tarifas, Brasília observa que o império já não se importa com as aparências. A verdade nua e crua, que os auxiliares de Lula digerem com amargura, é que a soberania dinamarquesa tornou-se tão volátil quanto o preço do petróleo em Caracas. Se a força for usada no Ártico, o mapa-múndi passará a ser desenhado com a ponta de uma baioneta.

A cautela de Lula diante de um mundo sem regras

Nos bastidores, diplomatas próximos a Lula avaliam que a reunião de emergência em Bruxelas, convocada pelo Chipre, é um ensaio de orquestra enquanto o navio afunda. O governo brasileiro monitora o endurecimento da posição de Ursula von der Leyen com ceticismo; para Brasília, o “barreirismo econômico” pode ser o fósforo que Trump espera para incendiar o Ártico de vez. A equipe lulista entende que o Brasil, como líder do Sul Global, não pode ignorar que o método Trump — o uso da força disfarçado de necessidade estratégica — é uma ameaça existencial para qualquer nação com recursos naturais abundantes.

Escalada da Crise

Probabilidade de agravamento segundo assessores do Planalto

Uso da Força (Alto Risco) Acordo Diplomático (Baixo)

A variável que Lula e seus assessores mais observam é o cenário interno dos EUA. Sem uma mudança no Congresso, Trump tem o caminho livre para agir como um monarca absoluto sobre o gelo alheio. Para o governo brasileiro, o que está em jogo em Davos e Bruxelas não é apenas o mercado de bacalhau ou minérios, mas a sobrevivência do conceito de Direito Internacional que o imperialismo de Trump parece decidido a triturar.

Roteiro da Tensão sob Ótica Brasileira

Fase 1: Chantagem tarifária e pressão econômica
Fase 2: Retaliação europeia de € 93 bi
Fase 3: Ocupação forçada (“Ação Drástica”)

Donald Trump convida Vladimir Putin para Conselho da Paz para Gaza

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O cenário geopolítico de 2026 flerta com o surrealismo transacional. Donald Trump, o empresário que confunde soberania com ativos imobiliários, acaba de estender o tapete vermelho para Vladimir Putin em seu recém-criado “Conselho da Paz”. A proposta, que começou a aterrissar nas chancelarias europeias sob um manto de ceticismo e pavor, não é apenas um plano de mediação para o massacre em Gaza; é a pedra fundamental de uma diplomacia paralela que visa transformar as Nações Unidas em um museu de boas intenções inúteis. Enquanto o Kremlin analisa o convite com a frieza de quem sabe o preço do silêncio, o mundo assiste à tentativa de Trump de presidir, de forma vitalícia, o destino das crises globais.

O que você precisa saber agora
  • Fato central Trump convida Putin para conselho internacional presidido por ele mesmo.
  • Evidência Assentos permanentes no conselho estão à venda por US$ 1 bilhão.
  • Impacto Esvaziamento da ONU e criação de um clube de autocratas sob a égide financeira.

O preço da eternidade: Um bilhão de dólares por um assento no Olimpo

A privatização do multilateralismo e o beija-mão dos governos sabujos

O estatuto do novo Conselho de Trump é uma obra-prima do cinismo imperialista. Mandatos de três anos são oferecidos como migalhas à plebe diplomática, mas a verdadeira “paz” tem preço de mercado: um bilhão de dólares garante o status de membro permanente. É a diplomacia do cheque em branco, onde o Cazaquistão apressa-se em assinar o contrato enquanto Hungria e Argentina, sob o comando de sabujos que trocam a soberania pelo afago do mestre, já garantiram suas cadeiras. O convite a Putin não é apenas uma estratégia para Gaza, mas uma manobra para normalizar o isolamento russo através de um balcão de negócios que ignora o direito internacional em favor da “estabilidade” comprada.

O Clube de Trump vs. O Sistema Multilateral Análise de Poder
InstânciaCritério de EntradaPoder de Decisão
ONU / GazaDireito Internacional / VotaçãoParalisado pelo Veto
Conselho da PazUS$ 1 Bilhão / Convite de TrumpVitalício para Trump / Transacional

Da Groenlândia a Gaza: O delírio imobiliário como política externa

Quando o expansionismo cafona se torna a nova ordem mundial

Não satisfeito em leiloar a paz no Oriente Médio, o entorno de Trump volta a ventilar a captura da Groenlândia, uma ideia que o Kremlin classificou — com uma ironia que beira a admiração — como um “fato histórico”. Essa sanha expansionista disfarçada de pragmatismo é o prenome do novo imperialismo: um que não usa apenas canhões, mas o controle de recursos e territórios estratégicos para inflar o ego de um líder que se vê acima da história. Gaza é apenas o primeiro teste de laboratório para este Conselho, onde a dor de um povo é reduzida a um item de agenda em um resort diplomático de luxo.

“A paz não é a ausência de guerra, é o lucro da negociação.”

— A nova doutrina Trumpiana

Ao convidar Putin e mercadejar assentos permanentes, Trump enterra o cadáver do multilateralismo e ergue uma estrutura onde a ética é um passivo e o poder bruto é o único ativo que importa.

Surf Brasil Pro abre a temporada 2026 na Praia da Taíba no Ceará

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A cidade de São Gonçalo do Amarante, no litoral oeste do Ceará, vai abrir a temporada de competições da Confederação Brasileira de Surf pelo segundo ano consecutivo.

A Praia da Taíba é o primeiro palco do Surf Brasil Pro 2026 na semana de 21 de fevereiro a 1.o de março, inaugurando um novo formato para definir os títulos brasileiros de surf profissional. Agora, um total de até 228 surfistas poderão disputar a premiação de meio milhão de reais oferecida em cada etapa, 168 na categoria masculina e 60 na feminina. A primeira batalha será transmitida ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no Youtube.

     “Estamos supersatisfeitos em abrir mais uma temporada na Praia da Taíba, com total apoio do prefeito Marcelo Teles e da Magnólia Rocha, da Secretaria de Desenvolvimento de São Gonçalo do Amarante, bem como do Governo do Estado do Ceará”, enaltece Geraldo Cavalcanti, diretor executivo da Confederação Brasileira de Surf. “Vamos estrear um novo formato no Surf Brasil Pro, com mais surfistas podendo brigar pela maior premiação do mundo em circuitos nacionais. Certamente, vai ser mais um ano com muita emoção e show garantido dos melhores surfistas do Brasil, já começando em um dos lugares mais constantes de boas ondas nesse período do verão”.

     No ano passado, a Praia da Taíba sediou a primeira etapa da Taça Brasil, válida pela divisão de acesso do Circuito Brasileiro, com os paulistas Marcos Correa e Julia Nicanor festejando os títulos no evento que distribuiu 250 mil reais em São Gonçalo do Amarante. A premiação será o dobro agora na abertura do Surf Brasil Pro 2026, meio milhão de reais em cada evento do circuito nacional mais rico do mundo. As vitórias valem 50 mil reais para o campeão e para a campeã, pois os valores da categoria feminina são iguais às dos homens nas mesmas posições.

     “Sediar pelo segundo ano consecutivo, a abertura do Circuito Brasileiro de Surf na Praia da Taíba, reafirma São Gonçalo do Amarante como um dos principais destinos do surf no Brasil”, destaca o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Marcelo Teles“É um evento que movimenta a economia local, fortalece o turismo esportivo e projeta nosso litoral para todo o país, gerando oportunidades e incentivando o esporte no nosso município e nosso estado”.

     “O Surf Brasil Pro é um exemplo claro de como o esporte pode ser um importante impulsionador do desenvolvimento econômico do nosso município”, reforça Magnólia Rocha, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante. “Um evento desse porte impulsiona o turismo, aquece o comércio local e gera emprego e renda, além de consolidar a Praia da Taíba como um destino turístico esportivo”.

AS ETAPAS DO CIRCUITO BRASILEIRO NA PRAIA DA TAÍBA

     A Praia da Taíba já foi palco da divisão principal do Circuito Brasileiro Profissional, no primeiro ano da gestão de Teco Padaratz eleito presidente da Confederação Brasileira de Surf em 2022. Em São Gonçalo do Amarante aconteceu a sexta e última etapa daquele ano, com Silvana Lima sacramentando o hexacampeonato brasileiro com a vitória na final cearense com Yanca Costa. Na decisão masculina, o potiguar Israel Junior se sagrou campeão em uma bateria épica que definia o título da temporada, com seus aéreos arrancando notas 10 e 9 para bater o cearense bicampeão brasileiro Messias Felix, que terminou como vice-campeão de 2022.

     Messias Felix é conhecido como “Rei da Taíba” pelas tantas vitórias conquistadas nas ondas da Taibinha, palco da abertura do Surf Brasil Pro 2026 na última semana de fevereiro. O cearense e novamente Silvana Lima, ganharam o outro evento da Confederação Brasileira de Surf que rolou em São Gonçalo do Amarante em 2024, válido como a segunda etapa da Taça Brasil. Os dois certamente despontam na lista de favoritos para vencerem em casa, mas os paulistas Marcos Correa e Julia Nicanor que irão defender os títulos na Praia da Taíba esse ano.

CAMPEÕES BRASILEIROS COM CONQUISTAS HISTÓRICAS EM 2025

     Já a corrida pelos troféus de campeão e campeã brasileira no Surf Brasil Pro 2026, será iniciada com o pernambucano Douglas Silva e a catarinense Laura Raupp fazendo suas primeiras apresentações como melhores surfistas do Brasil em 2025. Ambos ganharam os títulos com conquistas históricas no encerramento da temporada, nas duas etapas seguidas que distribuíram uma premiação recorde de 1 milhão de reais na Praia Mole de Florianópolis (SC).

     Douglas Silva festejou um bicampeonato consecutivo que só havia acontecido duas vezes em 39 anos de história do Circuito Brasileiro Profissional, iniciado em 1987. O pernambucano de Ipojuca repetiu um feito de mais de 20 anos atrás, quando o carioca Leonardo Neves (in memoriam) igualou em 2002 e 2003, o bi do paranaense Peterson Rosa em 1999 e 2000. Já Laura Raupp foi a primeira campeã brasileira invicta da história, garantindo o título por antecipação, quando ganhou as três primeiras das quatro etapas do Dream Tour 2025.

SURF BRASIL PROMOVE O CIRCUITO NACIONAL MAIS RICO DO MUNDO

     O Surf Brasil Pro já tem mais três etapas com premiação de meio milhão de reais confirmadas e a Confederação Brasileira de Surf segue trabalhando para incluir outras ainda no calendário de 2026. Depois da Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante, vem a segunda nos dias 09 a 17 de maio na Praia do Borete, em Porto de Galinhas, Ipojuca, litoral sul de Pernambuco. A próxima confirmada será de 18 a 26 de julho na Praia de Itamambuca, em Ubatuba, São Paulo, com a última já marcada para 7 a 15 de novembro em praia a definir em Santa Catarina.

     O Surf Brasil Pro 2026 é uma realização da Confederação Brasileira de Surf em conjunto com a Federação de Surf do Estado do Ceará e IBESF nesta primeira etapa na Praia da Taíba, que conta com patrocínio da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, do Governo do Estado do Ceará através da Secretaria de Esportes e da marca Maresia, Monster Energy, Fu-Wax, além do apoio de Giga+, Vila Marola e Mahalo Poke. Todas as etapas do Surf Brasil Pro 2026 serão transmitidas ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube.

Horóscopo do dia 19/1

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Nesta segunda-feira, 19 de janeiro de 2026, enquanto o capital financeiro dita o ritmo da exploração, o Horóscopo lança suas redes sobre a psique das massas, oferecendo um bálsamo de esperança hermética.

Em um mundo onde a lógica do lucro atropela a subjetividade, a busca por “vibrações” e “picos de energia” revela menos sobre o cosmos e muito mais sobre a nossa profunda necessidade de agência em um sistema que nos quer passivos. O zodíaco, sob a lente do Diário Carioca, deixa de ser misticismo para se tornar um sintoma da ansiedade contemporânea.

Horóscopo de segunda-feira 19 de Janeiro de 2026

Autor: Horóscopo Sideral

Áries – 21 de março a 20 de abril

As vibrações do dia misturam uma potência incrível com uma tranquilidade que acalenta o espírito. É hora perfeita pra liberar estresses e receber essa serenidade que chega de mansinho. O pico de energia rola de trade, com prosperidade no auge. Surpresas positivas estão perto, agarre…Veja aqui a previsão completa de Áries

Touro – 21 de abril a 20 de maio

Pra aliviar o fardo sentimental acumulado nesses últimos dias, libere o que não serve e foque no que realmente te eleva. Se rolaram confusões mentais com alguém, pondere o que conta pro teu equilíbrio interno. No fim das contas, tua felicidade depende de ti, então nutra o que pulsa no coração e…Veja aqui a previsão completa de Touro

Gêmeos – 21 de maio a 20 de junho

O dia clama pela tua flexibilidade inata – adapte-se às viradas que pintam no horizonte. Elas trazem chance de encontrar uma pessoa incrível que te dá gás nas paixões. Janela ótima pra fazer as coisas, especialmente à tarde. Uma fase mais serena desponta, mas pede calma pra tudo…Veja aqui a previsão completa de Gêmeos

Câncer – 21 de junho a 21 de julho

Se a rotina pesar, pare, respire e busque harmonia sem pular fases. Fuja de escolhas precipitadas que geram remorsos depois. Dia bom pra repensar tudo, com energia estável. Se o caos apertar, converse aberto com quem te apoia – um diálogo franco pode ser a chave pra superar os pepinos diários com…Veja aqui a previsão completa de Câncer

Leão – 22 de julho a 22 de agosto

Deixe o orgulho de lado e pense em se reaproximar de quem brigou faz pouco. Se o feeling mandar, inicie uma conversa franca e autêntica. À noite, momento top, com boa estrela e descanso garantido. Fortalecer vínculos demanda coragem, e recomeçar assusta, mas o ganho vai te deixar…Veja aqui a previsão completa de Leão

Virgem – 23 de agosto a 22 de setembro

Cedinho, pode rolar uma conversa reta com alguém de confiança que dissolve mal-entendidos e dissipa o peso no ambiente. Mas reflita antes de partir pro ataque, pra não cair nas mesmas armadilhas antigas. A parte da manhã vem com ventos prósperos. Aproveite os aprendizados dos vacilos pra…Veja aqui a previsão completa de Virgem

Horóscopo

Libra – 23 de setembro a 22 de outubro

Um obstáculo pivotal pode definir teu trajeto futuro, então mire longe e estruture tudo direitinho. Sem espaço pra achismos em temas que afetam tua saúde emocional. Terá uma janela de ouro pra adiantar alguns assuntos. Com astros favoráveis e estratégia no ponto, sonhos grandiosos se…Veja aqui a previsão completa de Libra

Escorpião – 23 de outubro a 21 de novembro

Hoje é pra pisar fundo nos teus planos pessoais, especialmente aqueles que estavam pausados. Barreiras? Vão surgir, mas tua determinação interna dá conta. Momento chave pra colocar tudo em ordem. Com garra e vontade, o troféu final será lendário, daqueles que explode de…Veja aqui a previsão completa de Escorpião

Sagitário – 22 de novembro a 21 de dezembro

Esteja preparado(a) pra uma etapa de expansão profunda e ensinamentos preciosos que podem aparecer neste dia. Abra o pensamento pra novidades e rotas fora do comum, isso lhe dará mais vontade de se jogar com tudo. Sonhos ambiciosos entram no cronograma, e dicas de…Veja aqui a previsão completa de Sagitário

Capricórnio – 22 de dezembro a 20 de janeiro

Chegou a vez de avaliar se você tá apto pro salto de autodesenvolvimento e mergulho na essência verdadeira. Emerja da zona de conforto e obedeça ao apelo da alma. Avance em pendências rumo ao slot perfeito. Com energia positiva transbordando, novos rumos te chamam, hora de…Veja aqui a previsão completa de Capricórnio

Aquário – 21 de janeiro a 19 de fevereiro

No âmbito afetivo, uma faísca encantadora pode acender – segure firme! Dedique um instante sozinho(a) pra analisar deslizes passados e arquitetar a reviravolta. A tarde é excelente pra brilhar e ter destaque, com as coisas saindo como quer. Práticas de introspecção e vínculo consigo trazem…Veja aqui a previsão completa de Aquário

Peixes – 20 de fevereiro a 20 de março

Neste dia, poderá perceber muitas coisas que são verdadeiras. A realização pede esforço constante e concentração. Se há vampiros energéticos por perto, elimine sem piedade – tua serenidade em primeiro lugar. Faixa matadora pros desafios é na parte da manhã. Segure o entusiasmo afiado, confie…Veja aqui a previsão completa de Peixes

Eleições em Portugal: Seguro e Ventura disputarão o segundo turno

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A calmaria lusitana foi implodida pela matemática das urnas neste domingo. Pela primeira vez em quatro décadas, o Palácio de Belém não conhece seu próximo inquilino ao pôr do sol do primeiro turno.

António José Seguro, o socialista que ressurgiu do ostracismo empresarial com o manto da moderação, e André Ventura, o carrasco do sistema que transformou o ressentimento em capital parlamentar, são os gladiadores que restaram na arena.

Com 98% das urnas apuradas, os 30,87% de Seguro contra os 23,79% de Ventura desenham um cenário onde a moderação terá de lutar contra o espetáculo do ódio.

O que você precisa saber agora
Fato central
Portugal terá segundo turno presidencial após 40 anos de resoluções imediatas.
Evidência
Seguro lidera com 30,8% seguido por Ventura com 23,7%, enquanto a direita tradicional implodiu.
Impacto
A ascensão do Chega força um cordão sanitário democrático ou a entrega da estabilidade europeia ao populismo.

Como o populismo devorou a direita tradicional?

O colapso de candidaturas como a de João Cotrim de Figueiredo e o fracasso estratégico de Luís Montenegro abriram um vácuo que Ventura preencheu com facilidade. Enquanto o PSD perdia-se em cálculos partidários, o líder do Chega capturava o eleitorado “não socialista”, autodeclarando-se o novo senhor da direita. O resultado é uma polarização inédita que coloca a Constituição de 1976 sob o teste mais rigoroso de sua história recente.

As informações acima não são apenas um registro de nomes, mas a autópsia de uma nação dividida. Enquanto Seguro tenta convencer que a “pressa” de outrora deu lugar à sabedoria do mestre, Ventura aposta que o caos é o único degrau possível para sua ascensão.

A democracia resistirá ao cerco do ódio?

Seguro apela aos “humanistas” para derrotar os “extremismos”. Ventura celebra a derrota do “montenegrismo” e do “globalismo woke”. A batalha de 8 de fevereiro não será entre dois homens, mas entre duas concepções de Portugal: uma que olha para a integração europeia e outra que flerta com o isolacionismo xenófobo. O “Presidente de todos os portugueses” prometido por Seguro enfrentará o “homem de um só show” que deseja, na verdade, os poderes de um Primeiro-Ministro.

Onde o impensável deixa de chocar?

A história nos ensina, como diria Hannah Arendt, que a banalidade do mal começa com a aceitação do inaceitável no discurso público. Portugal, que se orgulhava de sua imunidade ao vírus populista, agora vê o microscópio revelar uma infecção profunda. O gráfico abaixo ilustra como a atenção foi deslocada do real para o performático.

A Anatomia do Voto Útil e do Voto de Ódio

Medo de Ventura Antisistema Propostas
Mobilização Negativa

O voto em Seguro foi, em grande parte, um grito de socorro contra o avanço do Chega.

Capitalização do Caos

Ventura cresce no silêncio dos moderados e na fragmentação da direita tradicional.

A democracia em contagem regressiva?

Estamos diante de uma ruptura estética e moral. O segundo turno não é apenas uma data no calendário; é a linha de frente de uma guerra por quem somos. Como o Diário Carioca sempre alertou, o fascismo não pede licença, ele entra pelas brechas da omissão liberal.

A Marcha da Polarização

Jun 2025

Seguro anuncia candidatura independente e “sem amarras”.

Nov 2025

PS formaliza apoio a Seguro para conter o avanço do Chega.

Jan 2026

Fim do primeiro turno: Portugal ruma ao segundo turno após 40 anos.

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O delírio dos ‘homens de bem’: como a fixação por Erika Hilton derrete o cérebro bolsonarista?

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O ecossistema de desinformação da extrema-direita brasileira opera como uma máquina de Moebius: um ciclo infinito de distorção que se alimenta do próprio ódio.

O mais recente episódio de esquizofrenia digital envolve o presidente Lula e a deputada Erika Hilton. Segundo a “horda” — termo que a própria parlamentar utilizou com precisão cirúrgica —, Lula teria cometido transfobia ao se referir a ela no masculino durante um evento na Casa da Moeda. O detalhe? Erika Hilton sequer estava no Rio de Janeiro.

O que você precisa saber agora
  • Fato central Perfis bolsonaristas viralizaram um vídeo editado sugerindo, falsamente, que Lula teria se referido a Erika Hilton com um pronome masculino.
  • Evidência Erika Hilton estava no interior de São Paulo. No registro original, Lula dialogava com outra pessoa da plateia sobre crimes cibernéticos.
  • Impacto O episódio expõe a reincidência da extrema direita em práticas de difamação política e transfobia estrutural como método de mobilização.

O que assistimos não é apenas um erro de checagem, mas uma patologia política. Para o bolsonarismo, a existência de uma mulher travesti no epicentro do poder é um erro na matriz que precisa ser corrigido via linchamento virtual.

Ao ouvirem o prenome “Erika” — como se houvesse apenas uma em um país de 214 milhões de habitantes —, os neurônios da oposição entraram em curto-circuito, ignorando que o presidente alertava justamente contra a violência digital e a pornografia infantil via IA.

A gramática do ódio ou a cegueira deliberada?

A pergunta que fica para a posteridade é: por que a direita tem tanto medo de uma mulher que produz mais que toda a bancada do ódio somada?

A resposta reside na mediocridade dos que precisam inventar ataques para esconder a própria irrelevância legislativa. Enquanto Lula falava de proteção à dignidade humana, o “gado” pastava no terreno árido das notícias falsas, provando que a inteligência artificial pode ser um risco, mas a estupidez natural da direita ainda é o maior perigo para a democracia brasileira.

Diário Carioca

Pânicos Morais vs. Estratégias de Controle Social

O fantasma do gênero

“O ‘fantasma do gênero’ funciona para deslocar ameaças existenciais e sociais reais para bodes expiatórios — pessoas trans, queers, feministas e migrantes.”

Judith Butler, em “Quem tem medo do gênero?” (2024)

A hostilidade da extrema direita contra a população trans não é um fenômeno isolado, mas uma tática de bode expiatório para consolidar poder. Segundo o monitoramento do Mídia e Democracia (FGV), o uso do pânico moral em torno da “ideologia de gênero” serve para desviar a atenção de falhas governamentais e crises econômicas. Conforme exposto pelo The Intercept Brasil, essa perseguição canaliza a frustração de status e o medo da perda de autoridade patriarcal, transformando a existência trans em um símbolo de “caos” a ser combatido para restaurar uma ordem autoritária imaginária.

Flávio Bolsonaro vai começar sua pré-campanha presidencial no Estado genocida de Israel

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deu início à sua pré-campanha à Presidência da República com uma viagem internacional que começa na próxima segunda-feira (19). O primeiro destino será Israel, onde participará de um evento voltado ao combate ao antissemitismo, em Jerusalém, programado para os dias 26 e 27 de janeiro.

A agenda internacional antecede o início das viagens pelo território brasileiro e inclui ainda passagens pelo Bahrein e pelos Emirados Árabes Unidos. O retorno ao país está previsto para depois da abertura do ano legislativo, em fevereiro, conforme autorização concedida pelo Senado para a ausência do parlamentar em missão oficial.

Em resumo
  • Flávio Bolsonaro inicia pré-campanha fora do Brasil
  • Primeiro destino é Israel, em evento com Netanyahu
  • Agenda inclui países do Oriente Médio

Articulação internacional

Flávio Bolsonaro foi convidado para palestrar na conferência ao lado do irmão Eduardo Bolsonaro (PL-SP), ex-deputado federal que teve o mandato cassado no ano passado. O evento contará com a presença do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e reunirá lideranças políticas internacionais alinhadas à pauta da direita.

Aliados do senador afirmam que a viagem tem como objetivo ampliar contatos com dirigentes conservadores no exterior. A articulação internacional tem sido conduzida principalmente por Eduardo Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos desde março e mantém interlocução com integrantes do entorno do ex-presidente norte-americano Donald Trump.

Após os compromissos em Israel, o senador seguirá para o Bahrein e, posteriormente, para os Emirados Árabes Unidos. Assessores não descartam a inclusão de países europeus no roteiro, seja nesta viagem ou em compromissos futuros ligados à pré-campanha.

Diário Carioca

INTERNACIONALIZAÇÃO POLÍTICA

Estratégia recorrente

“Quando o apoio interno é frágil, busca-se legitimidade fora.”

— Ciência política contemporânea

A decisão de iniciar uma pré-campanha presidencial por meio de agendas internacionais não é inédita na história política. Líderes que enfrentam limites de aceitação doméstica frequentemente recorrem ao reconhecimento externo como instrumento simbólico de autoridade. Ao construir alianças ideológicas fora do país, busca-se importar prestígio político e projetar força interna, ainda que desconectada das demandas concretas do eleitorado.

🌍 Antecedentes e próximos passos

No ano passado, Flávio Bolsonaro esteve em El Salvador, país governado por Nayib Bukele, frequentemente citado como referência por integrantes do bolsonarismo. Entre os próximos destinos considerados por sua equipe estão a Argentina, sob o governo de Javier Milei, e o Chile, onde o candidato de direita José Antonio Kast venceu as eleições.

A autorização do Senado prevê a ausência do parlamentar entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro para o cumprimento da missão oficial no Oriente Médio. Mesmo com esse período fora do país, a previsão é de que Flávio Bolsonaro retorne ao Brasil em 15 de fevereiro.

Integrantes de sua equipe afirmam que, após a agenda internacional, o senador deverá intensificar viagens pelo país. Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do Brasil, é citado como um dos estados prioritários nesse planejamento inicial.

Roteiro internacional da pré-campanha

Israel Bahrein Emirados Árabes Unidos
Agenda internacional que marca o início da pré-campanha presidencial do senador.

Perguntas e respostas

Por que Flávio Bolsonaro iniciou a pré-campanha no exterior?
Segundo aliados, a estratégia visa ampliar articulações com lideranças conservadoras internacionais.

A viagem tem caráter oficial?
Sim. O Senado autorizou a ausência do parlamentar como missão oficial.

Quais países fazem parte do roteiro?
Israel, Bahrein e Emirados Árabes Unidos, com possibilidade de expansão futura.

Donald Trump Chantageia Aliados por Groenlândia e Europa ameaça retaliar

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A Europa prepara o maior revide comercial da história recente contra os Estados Unidos. Em reação às ameaças tarifárias de Donald Trump pela anexação da Groenlândia, a União Europeia discute sanções de €93 bilhões — equivalentes a R$580 bilhões. A crise, deflagrada neste fim de semana, expõe fissuras inéditas na aliança ocidental, com escalada militar no Ártico.

Embaixadores dos 27 países da UE se reuniram ontem em Bruxelas para calibrar uma resposta coordenada. Segundo o Financial Times, o bloco avalia tarifas retaliatórias e barreiras a empresas americanas, preservando soberania frente ao que chamam de “precedente perigoso”.<details class=”dc-summary”> <summary>Em resumo</summary> <ul> <li>UE planeja retaliação de €93 bi contra tarifas de Trump</li> <li>Reunião emergencial em Bruxelas com 27 embaixadores</li> <li>Tarifas de 10-25% sobre 8 países europeus a partir de fevereiro</li> <li>Reforço militar no Ártico por Dinamarca e aliados</li> </ul> </details>

Tarifas como Arma de Trump

No sábado (17), Trump postou na Truth Social que imporá 10% de tarifas adicionais em fevereiro, eleváveis a 25% em junho, sobre importações da Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Holanda e Finlândia. O ultimato: ceder a Groenlândia ou sofrer economicamente até um “acordo de compra total”.

A justificativa? Segurança nacional e recursos árticos para o “Domo Dourado”, escudo antimísseis bilionário. Dinamarca rejeita: “Groenlândia não está à venda”, ecoam protestos em Copenhague e Nuuk.

Escalada Militar no Gelo

A tensão transborda para o militar. Dinamarca, com apoio de Alemanha, França, Reino Unido, Noruega, Suécia, Finlândia e Holanda, enviou contingentes à Groenlândia. Comunicado conjunto invoca defesa coletiva da Otan, irritando Washington.

“Espiral Perigosa” Alerta Europa

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, promete unidade: “Firmeza na defesa da soberania”. Kaja Kallas, chefe da diplomacia, avisa: divisões favorecem Rússia e China. Diplomatas buscam equilíbrio — pressão sem romper a Otan.

País / BlocoTarifa anunciadaResposta institucional
Dinamarca10% a 25% Reforço militar no Ártico e protestos diplomáticos
Alemanha e França10% a 25% Apoio logístico e coordenação estratégica
União Europeia€ 93 bilhões em retaliação Reunião emergencial de chefes de Estado

Análise: Dado sem contexto é ruído; aqui, as tarifas de Trump não são mera bravata — representam 2% do comércio UE-EUA, capaz de inflacionar preços e frear crescimento europeu em 0,5%, per estimativas iniciais da Comissão.

Tarifas de Trump e o impacto transatlântico

Comércio internacional · diariocarioca.com
Impacto estimado no comércio UE–EUA €37 bi Tarifa 10% €93 bi Tarifa 25% Cenário moderado Cenário agressivo
Escalada tarifária ameaça até € 93 bilhões em trocas comerciais entre União Europeia e Estados Unidos.
diariocarioca.com

Racha que Redesenha o Ocidente

Essa é a pior crise EUA-Europa desde a fundação da Otan em 1949. Trump, fiel ao isolacionismo, arrisca aliança vital por uma ilha mineral. Europa, forçada a escolher entre submissão e confronto, opta pela segunda — com custos bilionários, mas soberania intacta. O Atlântico Norte nunca pareceu tão frio.

De Felipe Neto a Lula: como a milícia digital bolsonarista fabrica mentiras para esconder sua incompetência

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A política brasileira, em sua vertente mais sombria, abandonou o debate de ideias para se tornar um balcão de estelionatos digitais.

A recente vitória judicial de Felipe Neto contra a vereadora Sonaira Fernandes (PL) é o epitáfio de uma estratégia baseada no linchamento virtual.

Condenada por divulgar um tuíte falso, a parlamentar não apenas feriu a ética pública, mas confirmou que, para o bolsonarismo, a verdade é um detalhe descartável diante da necessidade de destruir reputações.

Felipe Neto e a vereadora Sonaira Fernandes abraçando o ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Divulgação
Felipe Neto e a vereadora Sonaira Fernandes abraçando o ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Divulgação

O juiz foi taxativo: ocupar um cargo público exige um rigor que a “milícia do clique” ignora deliberadamente.

Esta prática, contudo, não é um espasmo isolado de uma vereadora desavisada, mas a medula de um projeto de poder que odeia o povo e teme a inteligência.

O laboratório de infâmias da extrema direita, agora voltado contra o presidente Lula, tenta sequestrar o passado educacional do país.

Ao manipular vídeos para sugerir que o governo seria contra o estudo para os pobres, a direita tenta apagar a memória de quem, sob Jair Bolsonaro, o golpista, viu o Ministério da Educação ser transformado em um balcão de negócios para pastores e lobistas.

Protagonista da MentiraMétodo UtilizadoAlvo e ObjetivoStatus Jurídico
Sonaira FernandesTuíte Fake (Montagem)Felipe Neto: LinchamentoCondenada (R$ 20 mil)
Nikolas FerreiraPânico FinanceiroTrabalhadores: Medo e CaosDesmentido pela Receita
Carla ZambelliFraude nas UrnasDemocracia: Golpe de EstadoMultada pelo TSE
Silas MalafaiaDesinformação “Gospel”Fiéis: Manipulação religiosaRetratado sob pressão

As informações acima não são apenas uma lista de delitos; é o organograma da incompetência. Quando um grupo político não consegue apresentar um único projeto de lei que melhore a vida do motoboy ou da empregada doméstica, ele precisa fabricar inimigos imaginários.

É o “desespero do gogó”: se não há gestão, que haja confusão. O respiro que a sociedade busca agora é o do rigor da lei sobre aqueles que lucram com o engano alheio, transformando o debate público em um esgoto de edições maliciosas e montagens rudimentares.

O alcance dessas fraudes é um alerta de guerra híbrida. Quando um vídeo manipulado sobre o presidente Lula atinge milhares de compartilhamentos, não estamos diante de liberdade de expressão, mas de destruição de reputações em escala industrial. Ignorar o fascismo digital sob o pretexto de “não dar palco” é um erro que beira a cumplicidade. O silêncio da academia e das instituições é o que permite que o grito dos mentirosos se torne o consenso algorítmico das redes periféricas.

Diário Carioca

Propaganda Nazista vs. Resistência Intelectual

A tática do opressor

“Uma mentira dita mil vezes torna-se verdade.”

— Joseph Goebbels, chefe da propaganda nazista

Enquanto o clã Bolsonaro e figuras como Nikolas Ferreira operam sob a lógica rasteira de Goebbels — repetindo ad nauseam a mentira sobre a educação no governo Lula — é na filosofia de Hannah Arendt que encontramos o diagnóstico da nossa tragédia. Arendt demonstrou que a Banalidade do Mal floresce quando indivíduos comuns abdicam da capacidade de julgar por si mesmos, tornando-se burocratas da infâmia. A desinformação moderna não visa apenas o engano, mas a criação de uma massa apátrida de sentido, que obedece cegamente por ter perdido o contato com a realidade fatual. Para a ultradireita, a mentira organizada é o cimento que une seguidores desprovidos de consciência crítica.

Para os milicianos digitais, a mentira é a única arma capaz de apagar o fato de que foi sob os governos do PT que o Brasil viveu sua maior expansão educacional.

Eles projetam em Lula o próprio desprezo que sentem pela base da piramíde, tentando convencer o pobre de que seu maior aliado é, na verdade, seu inimigo.

O ressentimento da elite, personificado no fantasma de Paulo Guedes, não perdoa a “farra das domésticas” na Disney ou nos aeroportos. A mentira bolsonarista é o último recurso de quem quer o Brasil como uma eterna fazenda colonial.

  • Nikolas Ferreira: Mentiu sobre taxação de transferências de R$ 5 mil para causar pânico em microempreendedores (Fonte: Receita Federal/Check).
  • Carla Zambelli: Condenada a pagar R$ 30 mil por fake news contra o sistema eleitoral e e-Título (Fonte: Agência Brasil/TSE).
  • Silas Malafaia: Reconheceu “erro” após ligar falsamente Adélio Bispo ao PT, mas segue disparando ataques contra o Papa Francisco.
  • Carol de Toni: Utiliza a CCJ para travar projetos contra a desinformação enquanto é citada em inquéritos de milícias digitais.
  • Flávio Bolsonaro: Propagador central da montagem sobre Lula e a educação, visando desidratar a popularidade do governo na periferia.

Fake News — o modus operandi sujo

Análise geopolítica · diariocarioca.com
Incompetência estrutural

Sem projetos concretos para o país, a extrema direita recorre à mentira como método para ocultar a ausência de gestão e de visão estratégica.

Crime consciente

A manipulação deliberada de vídeos e falas — como no caso “Lula vs. educação” — busca manter a população em estado permanente de confusão informacional.

Lawfare digital

O uso coordenado de milícias virtuais para atacar figuras públicas, como Felipe Neto, constitui uma agressão direta às liberdades civis.

O fim do ciclo

A resposta institucional começa a pesar: multas e condenações indicam que a indústria da infâmia já não opera sem consequências jurídicas.

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O combate ao fascismo digital exige coragem para expor os rostos de quem lucra com o engano. Se a verdade dói para os milicianos, que ela seja dita em todos os cantos, até que o último vídeo editado seja desmascarado pelo peso da realidade. Lula não é o inimigo do estudo; ele é o pesadelo de quem quer o Brasil como uma fazenda colonial, onde o diploma é um luxo de poucos.

FAQs (Análise SGE/Discover)

1. Felipe Neto ganhou o processo contra qual vereadora? Felipe Neto venceu a ação contra Sonaira Fernandes (PL), condenada por divulgar um tuíte falso associando o influenciador a montagens de preços.

2. Qual a fake news sobre Lula e educação? Milícias digitais editaram vídeos para sugerir que Lula disse “pobre não precisa estudar”, quando na verdade ele é o presidente que mais expandiu as universidades federais.

3. Carla Zambelli foi condenada por desinformação? Sim, o TSE multou Zambelli em R$ 30 mil por ataques ao sistema eleitoral e ao aplicativo e-Título.

4. Nikolas Ferreira propagou mentiras sobre a Receita Federal? O deputado compartilhou informações falsas sobre uma suposta taxação de Pix e transações bancárias para gerar pânico na população.

Como o pânico moral substitui o debate real

Comparação conceitual entre temas mobilizados artificialmente e problemas estruturais ignorados.

Pânico moral Desigualdade Crise climática Economia real Hipermobilizado Subtratado Ignorado Silenciado
Gráfico conceitual · Leitura editorial

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Oslo barra Nobel de Corina como brinde político para Trump

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A política contemporânea, em sua sanha por espetáculos instagramáveis, frequentemente confunde o símbolo com a substância. O gesto de María Corina Machado — laureada pelo Nobel da Paz por sua resistência na Venezuela — de entregar sua medalha a Donald Trump em um ato de reverência política, foi recebido pelo Comitê Norueguês não como um ato de generosidade, mas como um equívoco conceitual.

Para os acadêmicos de Oslo, a honraria não é um ativo financeiro ou um brinde de prateleira que se possa ceder; é uma marca indelével na biografia do indivíduo, imune a transferências de posse ou endossos eleitorais.

O comunicado do Comitê, embora polido como convém à diplomacia escandinava, carrega um sarcasmo institucional implícito: a medalha e o diploma são meros “símbolos físicos”.

Ao tentar “presentear” Trump com o Nobel da Paz, Machado tentou, na prática, lavar a imagem de um líder cujo histórico com o multilateralismo e os direitos humanos é, no mínimo, errático.

O Comitê foi taxativo ao reforçar que a honra permanece ligada ao premiado original; não se transfere a legitimidade de uma luta por democracia como quem transfere milhas aéreas em um balcão de negócios de Washington.

Este episódio revela a tentativa desesperada de setores da direita venezuelana de manter a relevância na Casa Branca através de uma vassalagem simbólica de gosto duvidoso.

Ao entregar o metal dourado a Trump, Machado não apenas ignorou o estatuto do prêmio, mas subestimou a inteligência da comunidade internacional.

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Paralelo Histórico: A Honra vs. O Escambo

“O escritor deve recusar-se a deixar-se transformar em instituição.”

— Jean-Paul Sartre, ao recusar o Nobel em 1964.

Enquanto a história registra gigantes como Sartre ou o vietnamita Le Duc Tho recusando o Nobel para preservar a soberania de suas lutas, Corina Machado inaugura uma categoria exótica: a sublocação de prestígio. Se os mestres do século XX temiam que a honraria limitasse sua liberdade, a política venezuelana tenta transformá-la em mercadoria diplomática. Machado caminha na contramão da dignidade; onde Sartre protegeu sua biografia da institucionalização, ela tenta lavar a imagem do imperialismo com o ouro de Oslo.

A tentativa de tornar o prêmio um souvenir de luxo na mesa de um presidente é o ápice da vulgarização da diplomacia.

  • A Inalienabilidade do Mérito: O prêmio reconhece uma trajetória, não um objeto físico de decoração.
  • O Protocolo de Oslo: Regras históricas proíbem a transferência ou revogação por simples vontade do laureado.
  • A Instrumentalização Política: O uso do prestígio do Nobel para validar o “gogó” diplomático de Trump.
  • O Silêncio Estratégico: O Comitê evitou o lodo da política partidária para proteger a marca institucional.
  • A Reação Global: A estranheza de ver uma medalha de paz nas mãos de quem flertou com o isolacionismo bélico.
  • O Efeito Bumerangue: O gesto que deveria fortalecer Machado acabou por isolá-la das instituições europeias.

A análise desse movimento sugere que Corina Machado, em sua sede por um apoio imperialista mais agressivo contra o regime venezuelano, esqueceu-se de que o Nobel da Paz exige uma postura que transcende o personalismo.

Marina Corina Machado
Marina Corina Machado

Quando o Comitê afirma que o prêmio é “intransferível”, ele está, nas entrelinhas, dizendo que a dignidade da luta democrática não pode ser submetida ao marketing político de líderes estrangeiros. A honra não cabe no bolso de quem vê o mundo apenas como um grande cassino de influências geopolíticas.

A rigidez escandinava serve como um balde de água fria naqueles que acreditam que o capital simbólico das lutas sociais pode ser liquidado em troca de proteção militar.

Ao tratar o prêmio como um presente pessoal, Machado desvalorizou a própria causa que a levou ao pódio em Oslo. O resultado é um impasse estético e jurídico: Trump possui o ouro, mas Machado permanece com o ônus de uma honraria que ela mesma tentou alienar.

Vetor da TentativaNarrativa de Corina MachadoResposta de OsloImpacto no Diário Carioca
O Nobel da PazMedalha como presenteSímbolo físico inócuoOuro não compra legitimidade
Transferência“Trump é meu co-laureado”Registro civil inalterávelNulidade diplomática absoluta
Capital PolíticoEndosso de WashingtonIsenção acadêmica nórdicaFracasso da vassalagem simbólica
Ética da PazMoeda de troca por armasReconhecimento de direitosA paz não financia o imperialismo

As implicações de Oslo são claras: o prestígio internacional não é uma mercadoria que se possa embalar para presente com um laço vermelho.

Quando Machado tenta ungir Trump com a aura do Nobel da Paz, ela apenas destaca a distância abissal entre a estatura da honraria e a pequenez da política de conveniência momentânea.

O mundo assiste a esse teatro com o cinismo de quem sabe que, no final, o que sobra é apenas um metal sem alma nas mãos de quem nunca compreendeu o peso real da palavra paz.

María Corina Machado
María Corina Machado

No tabuleiro de 2026, a medalha nas mãos de Trump é apenas um adereço de cenário; na história, permanece o registro de uma tentativa frustrada de vender a alma de um prêmio mundial. A lição que fica para a oposição venezuelana é amarga: a soberania, seja ela nacional ou moral, não se entrega ao império em troca de promessas vazias de libertação.

O Nobel da Paz e a Rigidez de Oslo

diariocarioca.com | Geopolítica 2026

Inalienabilidade

O prêmio pertence à biografia do laureado e não pode ser cedido legalmente.

Vassalagem Exposta

O gesto de Machado a Trump é lido como submissão explícita ao imperialismo.

Nulidade Real

A medalha física na Casa Branca não confere título de laureado a Trump.

Blindagem de Oslo

O Comitê barra o uso do prêmio como moeda de troca política ou militar.

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A tentativa de Corina Machado de converter prestígio humanitário em capital político para Trump esbarrou na inquestionável muralha de princípios de Oslo. O Nobel da Paz sobrevive a essa tentativa de profanação, mas a laureada venezuelana sai menor do que entrou no salão dourado. Onde deveria haver uma voz pela liberdade, encontrou-se apenas o eco de uma entrega voluntária ao poder estrangeiro.

Corina Machado pode perder o prêmio?

Não, o estatuto não prevê revogação. No entanto, ela perde a autoridade moral perante o Comitê e a comunidade acadêmica internacional que zela pela independência da honraria.

Por que o Comitê do Nobel foi tão rápido na resposta?

Para evitar um precedente perigoso. Se o Nobel da Paz pudesse ser transferido, ele se tornaria uma moeda de troca em conflitos geopolíticos, perdendo sua essência de reconhecimento humanitário.

Qual o papel de Trump nessa transação simbólica?

Trump aceitou o “presente” como um troféu de sua influência, mas, diante da nota de Oslo, o objeto torna-se um fetiche político sem qualquer respaldo de legitimidade oficial.

Como a Venezuela reage a esse gesto?

O governo vê o gesto como prova da “traição à pátria”, enquanto a oposição radical tenta vender o ato como uma aliança estratégica necessária, apesar do vexame institucional em Oslo.

1. O Nobel da Paz é intransferível?

Sim. A honra é estritamente pessoal e biográfica, vinculada aos feitos do laureado original.

2. A medalha tem valor legal fora de Oslo?

Apenas como objeto de metal precioso. Como título honorífico, ela não possui valor se não estiver acompanhada da certificação do Comitê.

3. Corina Machado violou protocolos diplomáticos?

Sim, rompeu com a tradição de sobriedade e independência que se espera de um Prêmio Nobel.

4. Trump pode se auto-intitular Nobel?

Pode fazê-lo em discursos, mas nunca será reconhecido pelo Comitê Norueguês ou pela comunidade internacional como tal.

A história não se transfere por procuração e a dignidade não se embrulha para presente.

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Sonho de Sóstenes Cavalcante de ir para o Senado é guardado em um saco no armário

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O acordo foi fechado com a frieza de quem prefere mandar no tabuleiro a correr riscos no dado. Sóstenes Cavalcante, que só registrou a venda de um imóvel 11 dias depois de a polícia federal apreender mais de R$ 400 mil em sua casa, em um saco, dentro de um armário, permanecerá na liderança do PL na Câmara em 2026, ano eleitoral, e abandona o projeto de disputar o Senado pelo Rio.

A decisão, costurada com Valdemar Costa Neto e com o senador Flávio Bolsonaro, reorganiza o eixo de poder do partido e entrega um recado claro: liderança hoje vale mais do que mandato amanhã. No bolsonarismo, nada é casual; tudo é cálculo.

A recondução preserva um ativo essencial para o PL: comando de bancada, exposição diária e capacidade de vocalizar a pauta dura contra o governo Lula e o Judiciário. Sóstenes foi útil nesse papel — inclusive ao tensionar a narrativa sobre os condenados do 8 de janeiro — e o partido optou por mantê-lo como operador central. Em troca, o deputado abre mão do Senado e mira votação recorde à Câmara, ancorado na vitrine que a liderança oferece.

O pano de fundo é a estratégia da família Bolsonaro. Flávio assume o papel de porta-voz enquanto Jair Bolsonaro, o golpista, segue preso em Brasília, segundo a própria narrativa que circula no entorno do PL. O partido fecha fileiras, reduz ruído interno e tenta maximizar cadeiras. O Rio, sempre laboratório de experiências políticas, vira novamente a arena onde se testam nomes, alianças e limites.

Nesse rearranjo, a saída de Sóstenes da corrida abre espaço para uma disputa mais ampla pela vaga ao Senado. O PL passa a sondar perfis com capacidade de mobilização simbólica e eleitoral, enquanto mede riscos de imagem e de governabilidade. O cálculo é simples: ampliar a base sem perder o controle.

  • Manter a liderança garante protagonismo nacional diário
  • Evita uma prévia interna desgastante no Rio
  • Protege a narrativa bolsonarista em ano sensível
  • Abre espaço para testes eleitorais com novos nomes
  • Consolida Valdemar como árbitro final do partido
  • Preserva capital político para negociações futuras

A partir daí, o xadrez acelera. O delegado Felipe Curi surge como nome testado em pesquisas, embalado por uma operação policial de impacto — a mais letal da história do Rio — que fala diretamente a um eleitorado sedento por “ordem”. Ao mesmo tempo, Marcelo Crivella reaparece com musculatura renovada após a saída de Flávio da disputa, apostando no eleitorado evangélico e no recall de ex-prefeito.

Para os Bolsonaro, apoiar Crivella tem racionalidade estratégica: aproxima o Republicanos, partido com forte influência das igrejas Assembleia de Deus e Universal, ampliando o arco de alianças. O Senado, nesse desenho, deixa de ser objetivo individual e vira peça de coalizão.

Jogador/FrentePosição PúblicaBastidor RealImpacto Estratégico
SóstenesFoco na CâmaraBlindar liderançaCoesão do PL
ValdemarUnidade partidáriaCentralizar decisõesControle eleitoral
Flávio BolsonaroPorta-vozReorganizar campoProteção familiar
Felipe CuriSegurançaTeste de popularidadeVoto de ordem
Marcelo CrivellaRetorno políticoAliança religiosaPonte com Republicanos

O impacto imediato é a redução do risco interno. Com Sóstenes fora do páreo, o PL evita canibalização de votos e mantém uma narrativa unificada. O custo é abrir mão de uma candidatura competitiva ao Senado em troca de controle. No Rio, isso costuma funcionar — até não funcionar.

A médio prazo, o partido testa até onde a pauta de segurança pública converte voto majoritário e se o eleitorado evangélico permanece coeso. O Senado exige amplitude; a Câmara tolera nicho. Essa diferença define a aposta.

Mapa de Poder — PL no Rio

Infográfico analítico | diariocarioca.com

Centro de Comando

Valdemar Costa Neto concentra decisões estratégicas e evita disputas internas em ano eleitoral.

Operador Parlamentar

Sóstenes Cavalcante permanece na liderança da Câmara como ativo de visibilidade e disciplina partidária.

Porta-voz Político

Flávio Bolsonaro centraliza o discurso público e articula alianças no campo conservador.

Reserva Eleitoral

Marcelo Crivella surge como opção competitiva ao Senado, sustentado por base evangélica organizada.

Teste de Narrativa

Felipe Curi é avaliado como vetor da pauta de segurança pública, com alto impacto simbólico.

Objetivo Estratégico

Maximizar cadeiras e alianças políticas, mesmo ao custo de ambições individuais.

O que está em jogo vai além de um nome. É a tentativa de transformar a Câmara em bunker político enquanto o Senado vira vitrine de alianças. O Rio, com sua tradição de extremos, amplifica cada movimento. E o eleitor, entre o cansaço e a fidelidade, decide no detalhe.

A leitura fria indica que o PL aposta na disciplina. A leitura carioca aponta risco: excesso de controle pode sufocar renovação. Em 2026, disciplina e carisma disputarão voto a voto.

Por que Sóstenes abriu mão do Senado?
Porque a liderança da Câmara oferece mais poder imediato e menor risco eleitoral.

Quem ganha com a decisão?
Valdemar consolida comando; o PL reduz conflitos internos.

Crivella é favorito?
É competitivo, sobretudo pelo eleitorado evangélico e apoio bolsonarista.

E Felipe Curi?
É teste de narrativa de segurança; dependerá de rejeição e amplitude.

No fim, o PL escolheu mandar antes de disputar. No Rio, essa escolha costuma render dividendos — desde que o eleitor compre o pacote inteiro.

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No New York Times, Lula critica EUA por invadir a Venezuela

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Luiz Inácio Lula da Silva publica artigo explosivo no New York Times. Acusa Estados Unidos de retrocesso ao direito internacional com captura de Nicolás Maduro. Ação unilateral ameaça soberania latino-americana e estabilidade global.

Lula defende: futuro da Venezuela pertence exclusivamente ao povo venezuelano. Líderes violadores devem responder, mas apenas processo político interno garante sustentabilidade. Retorno seguro de refugiados brasileiros depende disso.

O texto chega em momento delicado. Trump intensifica pressão hemisférica pós-posse 2025. Brasil acumula 800 mil venezuelanos; Lula rejeita imposições externas para crise migratória.

Casa Branca justifica operação como “justiça transnacional”. Lula contrapõe: ações unilaterias minam ordem multilateral construída pós-Segunda Guerra. CELAC e ONU como caminhos legítimos.

Aqui estão os fios da discórdia diplomática:

  • Captura Maduro viola Carta da ONU Artigo 2(4)
  • 800 mil venezuelanos no Brasil pressionam Lula
  • Trump retoma doutrina Monroe modernizada
  • Lula defende CELAC contra OEA intervencionista
  • Refugiados brasileiros exigem solução política
  • BRICS oferece alternativa ao domínio ocidental

A captura de Maduro foi justiça ou pirataria estatal?

Direito internacional entra em colapso silencioso. EUA invocam responsabilidade universal; Lula clama soberania popular. Venezuela testa limites do século XXI.

Nicolás Maduro (Foto: Reprodução/Truth Social/@realDonaldTrump)
Nicolás Maduro (Foto: Reprodução/Truth Social/@realDonaldTrump)

Por que Lula escolhe NYT para esta bomba?

Nova York não é acaso – fala diretamente a Washington e opinião pública global. Artigo em inglês maximiza alcance transatlântico. CELAC ganha palco mundial.

AtorDoutrina DeclaradaAção ConcretaImpacto Regional
EUAJustiça universalCaptura MaduroMonroe 2.0
LulaSoberania popularArtigo NYTCELAC fortalecida
MaduroResistência? (capturado)Vácuo poder
BRICSMultipolaridadeApoio BrasilAlternativa OEA

Brasil lidera 800 mil venezuelanos em território nacional. Retorno seguro depende estabilidade política interna, não ocupação externa. Lula condiciona solução à legitimidade soberana.

Venezuela Timeline 2026

diariocarioca.com | Lula vs Casa Branca

2025
Trump pressiona
Jan 2026
Maduro capturado
18/01
Lula NYT resposta
800k venezuelanos BR
CELAC ativa

Crise Maduro testa soberania latino-americana globalmente

OEA morre definitivamente com essa jogada?
Lula enterra definitivamente intervencionismo regional. CELAC surge como contrapeso legítimo. BRICS observa interessado na liderança brasileira.

Refugiados venezuelanos no Brasil aprovam Lula?
800 mil famílias divididas. Retorno seguro exige legitimidade política interna. Ocupação externa gera mais êxodo, não solução.

Trump revive Monroe Doctrine com tecnologia 2026. Captura cirúrgica Maduro demonstra capacidade hemisférica. Lula responde com soft power global.

BRICS entra na briga venezuelana?
China e Índia observam atentamente. Lula posiciona Brasil como fiador multilateral. Alternativa ao domínio unipolar ganha força.

Direito internacional sobrevive 2026?
Carta da ONU entra em colapso funcional. Responsabilidade universal vs soberania estatal. Venezuela inaugura nova ordem ou caos jurídico?

FAQ para desatar os nós diplomáticos:
Lula defende ditador Maduro?
R: Não – defende soberania popular venezuelana. Líderes respondem politicamente, não militarmente.
EUA têm direito de capturar Maduro?
R: Debate jurídico: responsabilidade universal vs Carta ONU. Lula cita Artigo 2(4).
Impacto 800 mil venezuelanos no Brasil?
R: Retorno depende legitimidade interna. Ocupação gera instabilidade.
CELAC substitui OEA definitivamente?
R: Lula força transição hemisférica. BRICS apoia multilateralismo.

Lula joga pesado no tabuleiro global: NYT não é jornal, é arma diplomática. Venezuela testa se século XXI tem regras ou é terra de ninguém. Casa Branca respondeu?

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O diploma servil de Epstein

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A caridade, quando exercida por mãos banhadas no cinismo das elites financeiras, raramente é um ato de desprendimento; é, via de regra, uma reserva de domínio. Jeffrey Epstein, o financista que transformou a predação em networking global, não apenas frequentava os salões de Harvard e do MIT, mas utilizava o acesso à educação formal como uma espécie de “leasing” humano. Ao oferecer bolsas de estudo em instituições de prestígio, ele não estava abrindo portas, mas construindo celas revestidas de pergaminhos e promessas de ascensão social.

Donald Trump, Jeffrey Epstein, Mike Johnson, Ghislaine Maxwell, Washington
Foto: Reprodução

A investigação recente do The Guardian apenas corrobora o que o faro clínico já indicava: o sistema de bolsas de Epstein era uma engrenagem de controle absoluto. Ao quitar mensalidades na Escola de Artes Visuais de Nova York ou na Columbia, ele comprava o que as jovens tinham de mais valioso: o futuro. Uma vez que o boleto da universidade de elite está em nome de um bilionário com hábitos sombrios, a liberdade de dizer “não” se dissolve na angústia de voltar à insolvência. É o capitalismo de laço aplicado à carne e à mente.

Não se tratava apenas de um impulso libidinoso isolado, mas de um método estruturado de manutenção de poder. Epstein, auxiliado pela onipresente Ghislaine Maxwell, operava como um caçador de vulnerabilidades intelectuais. Ele buscava o brilho nos olhos de jovens artistas e estudantes para, em seguida, ofuscá-lo com a sombra da dívida moral e financeira. Como bem definiu a sobrevivente Rina Oh, ele queria “colecionar pessoas”, exercendo um direito de propriedade que as leis americanas, tão ágeis para proteger o capital, demoraram décadas para contestar.

  • O “Padrinho” Tóxico: O financiamento integral servia como blindagem contra denúncias imediatas.
  • O Ecossistema de Elite: Universidades como NYU e Columbia serviam de cenário para a validação social do predador.
  • A Moeda de Troca: O auxílio educacional era condicionado a “expectativas implícitas” e favores sexuais.
  • A Rede de Apoio: Advogados e contadores, como Darren Indyke e Richard Kahn, operavam o fluxo financeiro do esquema.
  • A Inércia Institucional: Instituições de prestígio mantiveram laços com Epstein mesmo após sua condenação em 2008.

O silêncio comprado com o selo de uma Ivy League é mais sofisticado, e por isso mais cruel, do que o silêncio imposto pela força bruta. Quando universidades de renome aceitam doações de figuras carimbadas pelo Judiciário, elas se tornam cúmplices de um verniz civilizatório que esconde a barbárie. O caso Epstein expõe a ferida aberta do sistema educacional privado: a vulnerabilidade de quem precisa de crédito para existir em um mercado de trabalho canibal.

Ator/InstituiçãoPapel no EsquemaJustificativa PúblicaRealidade dos Bastidores
Jeffrey Epstein“Filantropo”Apoio às artes e ciênciaFinanciamento de rede de exploração
Ghislaine MaxwellRecrutadoraMentoria femininaSeleção de vítimas por vulnerabilidade
Universidades EliteReceptáculosDesenvolvimento acadêmicoLavagem de reputação do doador
Jamie RaskinInvestigadorBusca por transparênciaPressão política contra a impunidade

O uso de bolsas como ferramenta de coerção é o ápice da perversão do ideal iluminista. Em vez de a educação libertar o indivíduo, ela era usada para acorrentá-lo a um contrato de servidão moderna. Onde deveria haver fomento ao intelecto, havia o cálculo frio de um contador que sabia exatamente quanto custava o silêncio de uma jovem de 21 anos diante de um crime.

O Método Epstein: A Engrenagem da Coerção

Investigação Especial

Cronologia da Predação Filantrópica
Anos 90 Início das doações estratégicas para instituições de elite.
2008 Condenação na Flórida; pacto de silêncio é mantido por doadores.
2026 Congresso dos EUA exige abertura de arquivos universitários.
🎓
COAÇÃO

Bolsas de estudo como algemas financeiras.

⚖️
OMISSÃO

Elite acadêmica priorizou caixa sobre ética.

Arte: diariocarioca.com

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© 2026 DIÁRIO CARIOCA | REFERÊNCIA EM GEOPOLÍTICA E DIREITOS HUMANOS

A pergunta que ecoa nos corredores de Columbia e Harvard não é apenas sobre o dinheiro recebido, mas sobre o quanto essas instituições sabiam e escolheram ignorar em nome de dotações bilionárias. A cumplicidade não é apenas ativa, ela é estrutural. Quando o poder público, personificado por Jamie Raskin, precisa enviar cartas cobrando explicações básicas, fica claro que o “pacto de elite” ainda tenta proteger seus pares, mesmo os que já habitam o inferno.

🔍 Fatos-chave: O Método Epstein • 87% das abordagens envolviam promessas de carreira • Abuso financeiro como preliminar do abuso físico • Rede de contadores garantia o fluxo das propinas acadêmicas • Schema.org InfographicObject: Análise de Fluxo de Coerção

A educação pode ser uma forma de cárcere privado?

Quando o custo da mensalidade é a dignidade, a sala de aula se torna um pátio de detenção psicológica. Epstein entendeu que a vulnerabilidade econômica é o terreno mais fértil para a impunidade.

Por que as universidades de elite ignoraram os sinais?

O brilho do ouro de Manhattan costuma causar uma cegueira seletiva em conselhos universitários, onde a ética é frequentemente sacrificada no altar do endowment.

Qual o papel de Ghislaine Maxwell nesse recrutamento “pedagógico” de Epstein?

Maxwell não era apenas uma cúmplice, era a curadora da rede, utilizando sua própria posição social para convencer jovens de que Epstein era a ponte para o sucesso, não para o abismo.

O que muda com a investigação de Jamie Raskin em 2026?

A pressão agora recai sobre o rastro documental: transferências bancárias, registros de admissão e a rede de advogados que viabilizou o uso de recursos de Epstein para “comprar” currículos.

Perguntas Frequentes

1. Como Epstein escolhia as vítimas para as bolsas? Ele focava em jovens com talento artístico ou acadêmico, mas sem recursos familiares, garantindo que ele fosse a única fonte de sustento e progresso.

2. As universidades devolveram o dinheiro? Algumas, como Harvard, criaram fundos de reparação, mas o dano reputacional e humano de décadas de convivência permanece irreparável.

3. Qual o papel dos contadores de Epstein no esquema? Eles eram os arquitetos da dependência, controlando os pagamentos de forma que as jovens soubessem que qualquer “desobediência” resultaria no cancelamento imediato da bolsa.

4. Existe base legal para processar as universidades? As investigações de 2026 buscam entender se houve negligência culposa ou omissão diante de crimes federais cometidos dentro ou através dessas instituições.

O caso Epstein não é uma anomalia do sistema; é a sua expressão mais honesta e brutal. Enquanto a educação for tratada como um privilégio negociável e não como um direito fundamental, os predadores continuarão a usar o diploma como coleira. A justiça, se quiser ser digna do nome, deve desmantelar não apenas as redes de abusadores, mas o sistema de castas acadêmicas que permite que o dinheiro de um monstro compre o silêncio do saber.

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Rússia e China festejam racha EUA-Europa por Groenlândia?

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Kaja Kallas, chefe da diplomacia da UE, avisa: Rússia e China lucram com divisões entre Europa e EUA. Culpa tarifas impostas por Donald Trump a aliados europeus sobre Groenlândia, segundo fontes como The New York Times e Pravda Ucrânia. Kallas postou no X: “Eles devem estar em festa”.

Trump anunciou tarifas de 10% em fevereiro (subindo a 25% em junho) contra Dinamarca, França, Alemanha, Noruega, Suécia, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia.

Motivo: resistência à compra da ilha por Washington. Groenlândia, território autônomo dinamarquês, rejeita ideia desde primeiro mandato de Trump.

Kallas sugere debater segurança da Groenlândia na OTAN, não via punhos tarifários. Tarifas empobrecem ambos os lados, diz ela, minando prosperidade transatlântica. Episódio distrai da prioridade: fim da guerra russa na Ucrânia.​

Donald Trump, presidente dos EUA, e Congresso — Foto de studioflara
Donald Trump, presidente dos EUA, e Congresso — Foto de studioflara

Tarifas Trump salvam ou afundam aliados?

Em 2026, contexto web (Reuters, Euronews) mostra Europa unida: França, Alemanha e Suécia enviam tropas à Groenlândia para reforçar Dinamarca. Trump alega “submarinos chineses” na ilha; Copenhague nega, mas negocia. Divisões beneficiam Moscou e Pequim, que assistem o Ocidente brigar.

Por que Kallas mira OTAN agora?

Segurança ártica em risco com China/Rússia na jogada. Kallas rejeita “fim da OTAN” (Euronews), alertando contra narrativas de JD Vance. UE pressiona ativos russos congelados (€300B) para Ucrânia.​

Europa responde: Parlamento condena Trump, chama por apoio concreto a Dinamarca/Groenlândia. Ministro dinamarquês Lars Løkke Rasmussen admite: “Não mudamos posição americana, mas baixamos temperatura”.​

Aqui vão as jogadas cínicas no tabuleiro:

  • Trump tarifa 10-25% em 8 nações.
  • Kallas: “Field day” para rivais.
  • Europa manda militares à ilha.
  • Foco Ucrânia não some.
  • China sente pressão por apoio a Rússia.

Groenlândia vira moeda de troca global?

Trump revive obsessão de 2019: minerais ricos atraem. Dinamarca reforça presença; UE vê oportunidade para sanções chinesas (tarifas EVs já em vigor). Racha ocidental distrai de Kiev.

Reservas da Rússia atingem recorde de US$ 763,9 bilhões em 2026. O Diário Carioca analisa como Moscou derrotou as sanções e a espoliação financeira ocidental.
Vladimir Putin – Depositphotos

Rússia ri por último nessas tarifas?

Moscou ganha tempo na Ucrânia enquanto Ocidente discute Ártico. Kallas insiste: priorize paz, não punições internas. ABC News nota Europa “unida” contra ameaças.​

China entra no ringue ártico?

Trump acusa “destroyers chineses”; Kallas liga a prosperidade UE-EUA ao freio em Pequim. 2026 Trends: buscas “Greenland China” explodem 150%.​

A agressividade de Trump forçou o Canadá a buscar uma parceria estratégica com a China. Entenda como a Doutrina Monroe fracassou e Mark Carney selou o acordo em Pequim
A agressividade de Trump forçou o Canadá a buscar uma parceria estratégica com a China. Entenda como a Doutrina Monroe fracassou e Mark Carney selou o acordo em Pequim

As frentes de tensão:

FrentePosição TrumpResposta Kallas/UEGanho Adversário
Tarifas10% fev, 25% junEmpobrece aliadosRússia/China festejam
GroenlândiaCompra forçadaOTAN debate segurançaDivisão OTAN
Ucrânia? (pós-2024)Prioridade máximaTempo para Moscou
ChinaAcusações navaisPressão sançõesApoio impune a RU

Gráfico timeline crise Groenlândia (diariocarioca.com):

Timeline Groenlândia 2026

Fonte: diariocarioca.com | Análise diplomática

2019
Trump propõe compra
Jan 2026
Tarifas 10%
Jun 2026?
25% projetado
Kallas alerta OTAN
Europa reforça Ucrânia

Timeline horizontal responsiva: divisões Ocidentais beneficiam rivais estratégicos

Europa resiste ou negocia com Trump?

Parlamento UE condena; líderes como Frederiksen alertam fim OTAN se força usada. Mas Rasmussen baixa tom pós-Washington. Equilíbrio delicado.

Ucrânia paga preço desse racha?

Kallas: não distraia do core task. Ativos russos para Kiev – China deve “sentir custo” de apoio a Putin. Al Jazeera nota tarifas como “downward spiral”.​

OTAN sobrevive à briga tarifária?

Kallas acena: Ártico via aliança, não guerra comercial. Vance narrativas hostis ganham eco se divisão persistir.​

Tarifas realmente beneficiam Rússia/China?
R: Sim, diz Kallas – racha Ocidental é “field day” para eles. Reuters confirma distração Ucrânia.
UE pode ignorar Trump?
R: Tenta unidade, mas tarifas batem economia. OTAN como saída elegante.
Groenlândia chinesa é real?
R: Trump alega submarinos; Dinamarca nega. Mas minerais atraem Pequim – foco OTAN.
Impacto prosperidade 2026?
R: Kallas avisa empobrecimento mútuo; UE mira sanções China pós-EVs.

As tarifas Trump testam laços transatlânticos, mas Kallas joga pelo foco Ucrânia. Rússia e China assistem popcorn na mão – Ocidente acorda a tempo?

Donald Trump impõe censura e ameaça a CBS

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A Casa Branca pressionou a CBS para exibir integralmente a entrevista de Donald Trump, sob ameaça de processo judicial.

O The New York Times relata que a secretária de imprensa Karoline Leavitt transmitiu o aviso ao âncora Tony Dokoupil após gravação. Trump teria dito: “Se editarem, processamos vocês”.

A advertência ecoa o processo de 2024 contra a CBS, resolvido por US$16 milhões. CBS nega surpresa – já planejava versão completa. Mas o episódio reacende debates sobre ingerência governamental na imprensa.

A ameça de Trump a CBS é defesa de transparência ou intimidação?

Institucionalmente, tensiona liberdade editorial. Socialmente, divide opiniões: fãs veem proteção, críticos censura. Análise revela padrão trumpista de pressão midiática.

Por que Trump repete o playbook de 2024?

Leavitt repetiu a frase do presidente à equipe CBS. Pós-acordo milionário, o governo dobra a aposta. Imprensa reage com cautela irônica.

Os bastidores trumpistas:

MomentoAção DeclaradaRealidadeTwist Cínico
GravaçãoÍntegra garantidaAmeaça explícita“Ou editam, ou processamos”
Leavitt-DokoupilAviso amigávelTransmissão diretaEco de 2024
CBSPlano prévioSem ediçãoTensão evitada?
Trump 2024ProcessoUS$16M acordoNovo round

A liberdade de imprensa está em risco com Donald Trump?

Sim, o autoritarismo e as ameaças constantes de Donald Trump estão abalando como nunca antes na história dos EUA a liberdade veículos de imprensa. Um dos casos emblemáticos foi o FBI invadir casa de uma repórter do Washington Post 

CBS foi pega de surpresa? 

Não – já decidira íntegra. Mas ameaça soa como ultimato

O Governo pode exigir isso?

Debate jurídico ferve – transparência vs. controle

Leavitt vira voz do ultimato do regime trumpista?

Ela repete o script presidencial com precisão. CBS navega águas perigosas, mas resiste.

Lista irônica do “novo normal”:

  • Ameaças viram rotina.
  • Acordos milionários precedem.
  • Imprensa planeja defesas.
  • Trump dita o corte.

E a CBS, engole ou rebate as ameaças de Donald Trump?

Afirmam integridade, mas o ar de concessão paira. Público merece o vídeo cru – ou editado com maestria?

Liberdade editorial sobrevive à censura de Donald Trump?

Tensão com imprensa é marca registrada. 2026 reserva mais atos desse teatro.

Direita desesperada e mentirosa racha por Bolsonaro

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A articulação de aliados do governador Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro pela prisão domiciliar de Jair Bolsonaro revela o racha na sucessão da extrema-direita.

A Folha de S.Paulo informa que essa movimentação é vista como avanço rumo à reabilitação eleitoral do paulista. O entorno golpista pressiona o STF pela Papudinha como degrau para 2026.

Essa manobra política agrava o caos na direita bolsonarista. Ministros do STF registram conversa positiva de Michelle sobre a saúde do marido, mas negam intenções eleitorais.

Aliados de Tarcísio calculam que o prestígio da dupla pode forçar o ex-presidente a rever posições.

O racha na extrema-direita beneficia quem?

Institucionalmente, o STF resiste a concessões ao golpismo, preservando a democracia substantiva. Socialmente, expõe a fragilidade da sucessão: Flávio Bolsonaro é defendido pelo entorno, mas Tarcísio ganha terreno. Ideologicamente, é o oportunismo fascista contra a soberania popular – direitos civis em risco.

Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro articulam no STF pedido de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro alegando saúde debilitada
Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro articulam no STF pedido de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro alegando saúde debilitada

Por que a Papudinha é trampolim golpista?

Bolsonaristas, conhecidos pela sua fábrica de mentiras, sendo a última fake news da trupe a de que Lula, o maior criador de Universidades e Escolas do país, é contra pobre estudar, celebram a transferência como vitória parcial, mas o cerne é eleitoral. Aliados paulistas apostam na dupla para blindar Tarcísio. O povo operário vê nisso a perpetuação da pilhagem.

Aqui, uma tabela desmascara as dinâmicas de poder na direita rachada:

JogadorPosição DeclaradaManobra Real (Folha)Impacto Democrático
Tarcísio de FreitasNeutralidade sucessóriaAvalia reabilitação via prisão domiciliarFortalece golpismo paulista
Michelle BolsonaroSaúde do maridoPressão STF por PapudinhaPrestígio para família golpista
Flávio BolsonaroCandidatura mantidaNegada troca eleitoralSucessão fragilizada
Entorno BolsonaroRegime domiciliarInfluência sobre ex-presidenteRisco a instituições

A prisão domiciliar para Bolsonaro é só saúde ou golpe eleitoral?

Não. É articulação para 2026, rachando a base fascista. Tarcísio emerge como herdeiro viável.

Isso reabilita o golpismo de Bolsonaro?

Não – entorno nega, mas aliados de Tarcísio veem espaço aberto. Fatos da Folha blindam contra fake news.

STF cede ao fascismo?

Avaliação positiva de Michelle é isolada; resiste a domiciliar pleno. Democracia prevalece.

FAQ: Isso reabilita o golpismo de Bolsonaro?

P: A Folha confirma troca por Flávio?
R: Não – entorno nega, mas aliados de Tarcísio veem espaço aberto. Fatos da Folha blindam contra fake news.

P: STF cede ao fascismo?
R: Avaliação positiva de Michelle é isolada; resiste a domiciliar pleno. Democracia prevalece.

P: Impacto na classe operária?
R: Perpetua exploração – direita golpista ignora direitos do trabalho.

Aliados revelam que Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro atuaram nos bastidores do STF para garantir a transferência de Jair para a Papudinha. Saiba como isso isola Flávio Bolsonaro
Aliados revelam que Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro atuaram nos bastidores do STF para garantir a transferência de Jair para a Papudinha. Saiba como isso isola Flávio Bolsonaro – Foto: thenews2.com

Como Tarcísio usa Michelle para dominar a direita?

A dupla ganha prestígio nos bastidores do STF. Isso pressiona o ex-presidente a ceder espaço eleitoral. Operários pagam a conta: mais autoritarismo, menos dignidade.

As fragilidades expostas no racha da direita:

  • Dependência familiar golpista.
  • Pressão STF sem garantias.
  • Conflito sucessório aberto.
  • Prestígio Michelle como arma.
  • Reabilitação paulista em xeque.

O povo tolera essa novela fascista?

Não. Direitos humanos e civis exigem confronto. Neutralidade é conivência.

Flávio Bolsonaro resiste ou cai no racha da direita?

Entorno nega, mas aliados de Tarcísio avançam. 2026 definirá: democracia ou regressão golpista.

A defesa intransigente da democracia substantiva é dever civilizatório. O Diário Carioca esclarece: essa articulação racha a extrema-direita, mas fortalece a resistência popular contra o fascismo